segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

BNDES. FAKE DE BOLSONARO

BNDES. FAKE DE BOLSONARO
Uma das promessas de campanha de Bolsonaro era acabar com a mamata e abrir a caixa-preta do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Passado um ano de governo, foram gastos R$ 48 milhões em uma auditoria interna no banco, nenhum indício de corrupção foi encontrado.



Bolsonaro pagou R$ 48 milhões por auditoria no BNDES que não revelou nada
Blog do Esmael20 de janeiro de 2020 18:12




Uma das promessas de campanha de Bolsonaro era acabar com a mamata e abrir a caixa-preta do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Passado um ano de governo, foram gastos R$ 48 milhões em uma auditoria interna no banco, nenhum indício de corrupção foi encontrado.
Segundo o Estadão, o valor foi pago a um escritório estrangeiro, o Cleary Gottlieb Steen & Hamilton LLP, que subcontratou outro brasileiro, o Levy & Salomão. O relatório tem oito páginas. Seria como se cada folha custasse R$ 6 milhões.
No parecer de oito páginas, a equipe de investigação concluiu que as decisões do banco “parecem ter sido tomadas depois de considerados diversos fatores negociais e de sopesados os riscos e potenciais benefícios para o banco”.
“Os documentos da época e as entrevistas realizadas não indicaram que as operações tenham sido motivadas por influência indevida sobre o banco, nem por corrupção ou pressão para conceder tratamento preferencial à JBS, à Bertin e à Eldorado”, diz trecho do relatório.
As informações são do Estadão.

BOLSONARO. NAZISTA OU...

BOLSONARO. NAZISTA OU...
Bolsonaro. Ele é nazista faz muitos anos ou só poderá ser nominado como tal depois de colocar em prática seu plano de matança dos 30 mil, plano anunciado há tempo e seguidamente repetido? Ou apenas quando começar a construir campos de concentração e câmaras de gás? Ou só será nazista se houver matança de judeus?


O nazismo, de Hitler a Bolsonaro, por Wilson Luiz Müller
GGN20 de janeiro de 2020 18:01


O nazismo, de Hitler a Bolsonaro

por Wilson Luiz Müller

Inverti, deliberadamente, a estrutura normal do texto. Começo anunciando a conclusão, para depois explicar a razão. Temos no Brasil um governo de matiz nazifascista. Para chegar a essa conclusão considero irrelevante que Bolsonaro não seja levado a sério, que seja um mentiroso contumaz, que esteja cercado de idiotas e incompetentes, que seja ele mesmo considerado um idiota (apesar de eu não achar isso, porque ser idiota é diferente do que se fazer passar por idiota). O mais relevante é que ele vem há tempo defendendo um ideário nazista, vem tendo êxito na difusão desse ideário e ele é presidente da república com poder para implementar seus planos.
É impossível definir nazismo e fascismo sem fazer uso de referências históricas. Mas isso não significa que as experiências do passado devam ser consideradas como modelos absolutos, o que poderia levar à conclusão, equivocada, de não se poder denominar como fascismo ou nazismo as experiências atuais que não apresentem rigorosamente as características do modelo comparado.
O debate remete a uma outra questão não menos importante: quando Hitler se tornou nazista, ou fascista? Ele já era nazista antes de assumir o poder, quando defendia as mesmas coisas que Bolsonaro, ou se transformou em nazista ao conseguir colocar em prática a matança dos seus adversários? Se Hitler não tivesse provocado a morte de milhões de pessoas, ele teria passado à historia como nazista ou como um idiota histérico? A mesma pergunta se aplica a Mussolini. Ele assumiu o discurso abertamente fascista na década de 1930, muito anos depois de ter assumido o poder na Itália. Significa que antes disso ele não era fascista?
A pergunta se aplica a Bolsonaro. Ele é nazista faz muitos anos ou só poderá ser nominado como tal depois de colocar em prática seu plano de matança dos 30 mil, plano anunciado há tempo e seguidamente repetido? Ou apenas quando começar a construir campos de concentração e câmaras de gás? Ou só será nazista se houver matança de judeus?
O nazismo que se desenvolveu na Alemanha de Hitler é uma variação do fascismo de Benito Mussolini, regime implantado na Itália na década de 1920. Pode-se dizer que o fascismo é gênero, o nazismo espécie. Fascismo e nazismo assumirão formas distintas, dependendo dos países e contextos históricos onde são implantados, mantendo porém as características que lhe são intrínsecas. Assim, não é correto, do ponto de vista dialético, pretender identificar o fascismo a partir da enumeração de uma série de características inerentes ao regime, pois isso implicaria fixar os conceitos a determinadas experiências históricas, gestadas em países e circunstâncias bem específicos.
Fascistas e nazistas como Mussolini e Hitler tem em comum a pretensão de se apresentar como um juiz acima da luta de classes, que não estaria nem subordinado aos interesses corporativos das classes trabalhadoras nem submetido aos ditames e interesses econômicos dos grandes capitalistas. Para cumprir esse papel de juiz imperial, é imprescindível que o governante assuma a condição de ditador, para não ficar preso às pressões e contradições decorrentes da luta entre o capital e o trabalho.
A tentativa de criar essa ilusão de equidistância visa tirar os trabalhadores da área de influência das organizações sindicais e sociais autônomas, com base no pressuposto de que essas organizações se movem sob a influência da teoria marxista. Com o lado empresarial, o ditador assume a agenda que interessa aos donos do capital, garantindo assim o apoio necessário para impor à força as pautas impopulares ao conjunto do povo.
Por que o debate sobre o nazismo no Brasil assumiu uma outra conotação nos últimos dias?
A estratégia bolsonarista vinha sendo desenvolvida da seguinte forma: vamos falar e nos comportar como nazistas para defender o ideário nazista. Mas se nos acusarem de nazistas, respondemos que ele é de esquerda, como aliás faziam os próprios nazistas no início do seu movimento na Alemanha para confundir os trabalhadores simpatizantes do socialismo.
E aí vem o Alvim e dá com a língua nos dentes para mudar a parte final da estratégia dos bolsonazistas: fazemos tudo igual aos nazistas, e de fato somos nazistas.
Parte da repercussão negativa ante as revelações do linguarudo Alvim veio por conta dos protestos da comunidade judaica e do governo de Israel. Os judeus apoiaram Bolsonaro sabendo que ele era nazista. E certamente irão continuar a apoiá-lo, mesmo sabendo que ele não mudará seu ideário defendido ao longo de sua vida. Com ou sem Alvim, com Rego ou sem Rego no sobrenome, Bolsonaro não deixará de ser nazista. Os judeus tem história e sapiência suficiente para saber disso.
Os judeus não são contra o nazismo de Bolsonaro. Mas eles precisavam reclamar da fala de Alvim Rego por ele ter escancarado o fato de que o nazismo de Bolsonaro é o mesmo nazismo de Goebbels. Porque Goebbels foi o grande arquiteto intelectual do holocausto judeu.
Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Hitler, antes do início da segunda guerra mundial, escolheu os judeus como inimigos do povo alemão, assim como antes tinham sido escolhidos os comunistas e os sindicalistas. Esses foram os inimigos de primeira hora dos nazistas; estavam todos mortos ou confinados em campos de concentração quando os inimigos do momento passaram a ser os judeus.
Para que seja possível a existência de um regime fascista ou nazista é imperativo que haja sempre, bem à vista do povo, um inimigo poderoso que precisa ser eliminado. Na Alemanha, a vez dos judeus tinha chegado no contexto da estratégia nazista para iniciar a guerra imperialista contra outros países. Goebbels e Hitler argumentavam, e isso tinha forte apelo popular, que os alemães eram explorados pelos judeus, dentro e fora da Alemanha.
Não há nada, entre as características típicas do nazifascismo, que inviabilize a convivência pacífica de judeus com um regime desse tipo. A ausência de uma contradição essencial entre judeus e nazistas pode ser demonstrada pelo apoio da maior parte da comunidade judaica ao bolsonarismo durante a campanha eleitoral. Foi amplamente noticiado pela mídia corporativa que os empresários reunidos num clube judaico festejaram efusivamente a fala de Bolsonaro quando ele insultou e humilhou índios e negros. O que estava fazendo Bolsonaro, naquele momento, não era exatamente a mesma coisa que Hitler fazia em relação aos segmentos sociais que ele queria oprimir ou eliminar? Do que riram exatamente os empresários judeus?
Riram, os empresários judeus, certamente, porque as afirmações do líder nazista brasileiro lhes soou como música, pois negros e índios expulsos de suas terras significa a possibilidade de novos ganhos e aumento de patrimônio. Demonstra isso que a característica central do nazismo não é um antagonismo entre etnias. O antagonismo principal no interior do nazismo, em qualquer país ou período histórico, é a luta entre os detentores do capital e os trabalhadores. Nessa luta, o governo nazista, combinando dissimulação e violência, assume a função de impor a ferro e fogo a agenda econômica que interessa aos donos dos meios de produção.
No caso do governo Bolsonaro, há uma identificação mais clara com o modelo do nazismo alemão e menos com o fascismo italiano.
O regime nazista de Hitler atuou em duas frentes em relação aos trabalhadores:
  • para atrair simpatizantes ao partido nazista, Hitler e Goebbels criaram uma eficiente máquina de propaganda para espalhar mentiras contra os comunistas, cujo objetivo era gerar pânico e medo; os símbolos e rituais do nazismo, o nome do partido contendo a palavra socialismo, a bandeira vermelha, as falas, eram intencionalmente contraditórios para confundir e atrair os trabalhadores que se organizavam sob influência de teorias marxistas ou anticapitalistas;
  • os líderes dos movimentos sindicais, vários dos quais eram militantes socialistas e comunistas, que não se convenceram com a propaganda do medo e da confusão, foram presos e mortos. Foram tantos militantes presos logo no início do governo nazista, que houve necessidade do regime construir vários campos de concentração.
O apoio popular que Hitler obteve com o uso de sua máquina de propaganda, Bolsonaro obteve com o engajamento da maioria dos pastores das igrejas neopentecostais. Isso demonstra que, para implantar o nazismo, não há necessidade de imitar Hitler em todos os aspectos. O que importa é conseguir montar uma estrutura, que espalhe pânico e desinformação, capaz de manter uma parcela considerável da população disposta a lutar ao lado do ditador contra o inimigo demonizado pela propaganda.
A máquina de propaganda de Hitler e Goebbels é muito semelhante à máquina de mentiras do nazismo bolsonarista. A essência é sempre a mesma: propagar medo, mentiras, ódio e confusão. Os inimigos de Hitler iam mudando conforme avançava a consolidação do regime nazista. O bolsonazismo se concentra no seu maior inimigo, o PT, que no ideário nazista pátrio faz o papel dos comunistas na Alemanha.
A propaganda enganosa inclui a difusão e popularização dos chamados mitos fundantes anunciados pelo ministro da propaganda do governo nazista Roberto Alvim. Mitos fundantes, que como facilmente se pode ver com uma rápida pesquisa na web, são idênticos aos do nazismo original de Hitler.
“A pátria, a família” e “sua profunda ligação com Deus”, conforme nos ensina Alvim. Sempre quando aparecem esses mitos, estamos diante de alguma ideia de fundo nazista. Em nome desses mesmos mitos fundantes do ministro de propaganda do bolsonazismo, os nazistas alemães trucidaram milhões de pessoas que tinham mitos fundantes diferentes.
A estratégia da propaganda enganosa inclui também o combate farsesco ao chamado marxismo cultural, conceito que os nazistas brasileiros foram buscar em fonte fidedigna, direto das páginas da obra Mein Kampf, de Adolf Hitler. Nesse caso, como no mais das vezes em quase tudo que dizem e fazem, os bolsonazistas dispensam intermediários; bebem direto na fonte original, o nazismo de Hitler e Goebbels.
É antiga a percepção, entre os que se dedicam a estudar a história, de que a trajetória de Bolsonaro em muito se assemelha à de Hitler. Para encerrar, reproduzo abaixo um parágrafo do artigo de Oliver Stuenkel (El País 2018). Fica a critério dos leitores tentar descobrir se o texto está falando de Hitler ou de Bolsonaro.
“… era pouco mais do que um ex-militar bizarro de baixo escalão, que poucas pessoas levavam a sério. Ele era conhecido principalmente por seus discursos contra minorias, políticos de esquerda, pacifistas, feministas, gays, elites progressistas, imigrantes, a mídia…porém, 37% […] votaram no partido dele… Por que tantos eleitores instruídos votaram em um patético bufão que levou o país ao abismo? Em primeiro lugar, […] tinham perdido a fé no sistema político…”
Wilson Luiz Müller – Membro do Coletivo Auditores Fiscais pela Democracia (AFD)
e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Deixando de ser nação

Deixando de ser nação

Vivemos um período em que a política se converteu exclusivamente na busca e conservação do poder, por meio da radicalização do discurso político e da intolerância com as diferenças de pensamento e de opinião. A idéia é vencer e impor a vontade de maiorias efêmeras, sem se importar que a democracia não é e nunca foi a tirania das maiorias, mas sim o respeito aos diferentes interesses e visões de mundo que convivem nas sociedades humanas.


Estamos deixando de ser uma nação
Estado de Minas20 de janeiro de 2020 05:51




Todas as nações alternam em suas histórias bons e maus momentos. Nos bons, suas economias crescem em benefício da maior parte da população e a política não consegue abalar os fundamentos da vida social. As crises e os conflitos, tão naturais e recorrentes na vida política, ficam segregados, sem descer à vida das pessoas e as atividades da economia.
Nos maus momentos, desempenho irregular da economia e conflitos distributivos entre classes e setores se misturam a desentendimentos e rupturas no sistema político e à politização geral da vida. São os ciclos da existência nas sociedades livres. Os países felizes são naturalmente aqueles em que no longo prazo os bons momentos prevalecem sobre os maus, mais do que compensando as fases baixas do ciclo histórico. Infelizmente, esse não parece ser o caso do nosso país.
Vivemos um período em que a política se converteu exclusivamente na busca e conservação do poder, por meio da radicalização do discurso político e da intolerância com as diferenças de pensamento e de opinião. A idéia é vencer e impor a vontade de maiorias efêmeras, sem se importar que a democracia não é e nunca foi a tirania das maiorias, mas sim o respeito aos diferentes interesses e visões de mundo que convivem nas sociedades humanas.
Governar apenas para os seus significa deixar de lado qualquer projeto nacional que reúna a nação para um conjunto de objetivos e metas compartilhadas. Para isso são necessários governos unificadores, que compreendam as diferenças e que falem para todos, com o propósito permanente de unir e de pacificar.
Tudo isso me vem à mente ao ler um excelente trabalho do economista Roberto Macedo registrando as quatro décadas de estagnação que vivemos desde os anos 80. Usando dados históricos, ele nos mostra, por exemplo, que na década de l950 a 1959 o Brasil cresceu 7% ao ano e na década de 1960 a 1969 cresceu a 6%. Na década de 1970 a 1979, o crescimento econômico chegou a números chineses: 8,8%.
Depois de três décadas de alto crescimento, despencamos. Na década de 80, o crescimento baixou para 3%; na de 90, a taxa média caiu para 1,8% e finalmente, na de 2000 subiu para 3,4% e na década de 2010-2019 chegamos ao crescimento médio anual de apenas 1,4%.
Nesses mesmos últimos 40 anos, os chamados países em desenvolvimento ou emergentes cresceram muito mais. Numa lista de 155 países escolhidos pelo FMI, tivemos os seguintes resultados médios: 1980/89: 3,2%; 1990/99: 3,63%; 2000/09: 6,10% e 2010/19: 5,11%. Simplesmente crescemos menos que nossos pares e estamos ficando relativamente mais pobres.
Vamos a algumas reflexões. Na década de 50, tivemos dois estadistas na Presidência - Getúlio Vargas e Juscelino. Governaram em meio aos mais intensos conflitos, conflitos que não foram criados por eles e que eles suportaram, sem ferir a nação. Governaram para todos. A vida seguiu, a economia cresceu, a esperança e a confiança eram os sentimentos dominantes. Mesmo na década de 60, apesar da grave e dolorosa ferida dos governos militares, não se pode dizer que a nação esteve à beira da desintegração. Por medo, comodismo ou outro sentimento difícil de definir, a vida social e econômica seguiu seu rumo. O mesmo pode ser dito dos anos 70, os do "milagre econômico".
Depois dos 70, os erros acumulados e o prolongamento do mando militar muito além da paciência democrática da sociedade, levaram ao fracasso na economia e ao inicio da polarização política que iria se agravar logo adiante. Isso explica o mau desempenho do Brasil nesses últimos 40 anos, malgrado o esforço, ao mesmo tempo modernizador e pacificador dos dois mandatos de Fernando Henrique. Foram pontos fora da curva. O novo normal agora é o longo sectarismo petista e hoje a sua radical contraface, despertando demônios de que não suspeitávamos.
O crescimento, a igualdade e a felicidade nunca caem dos céus. São obra dos homens em sociedade. Separados, os homens não prosperam. Essa é a lei da história. Para isso, precisam de governos que semeiem a paz, a humildade e a civilização.

O BRASIL É...

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Entenda os atributos que separam os termos geográficos, políticos e territoriais de cada local


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CURIOSIDADES » CIVILIZAÇÕES

QUAL A DIFERENÇA ENTRE ESTADO, NAÇÃO E PAÍS?

Entenda os atributos que separam os termos geográficos, políticos e territoriais de cada local
ALANA SOUSA PUBLICADO EM 20/01/2020, ÀS 11H30
Bandeiras de países ao redor do mundo
Bandeiras de países ao redor do mundo - Divulgação
Existem semelhanças entre Estado, nação e país. É fato de que os termos estão ligados e remetem ao mundo político e social. Entretanto, é importante entender as particularidades de cada tópico, que, por serem similares, confundem muita gente.
Nação é o conjunto de membros em um determinado território. Sejam ligados por cultura, economia, língua ou passado histórico. A ideia de nação remete mais a um agrupamento humano do que a um poder governamental ou soberano. A Palestina é uma nação sem Estado, pois, apesar de ser formada por cerca de 7 milhões de pessoas, não há um Estado soberano.
Estado, por sua vez, diz respeito a uma autoridade soberana em tal território, que abriga os poderes administrativos e políticos que governam o povo — sua nação —. Nesses poderes podemos incluir escolas, hospitais públicos e governos locais, todos os aspectos que, juntos, exercem a força maior de uma sociedade. O Estado também abrange as leis, medidas e ordens jurídicas que regem o país. A Escócia é um modelo de país sem Estado, já que oficialmente está inserida no Estado do Reino Unido, sede do Parlamento.
Já, país, mesmo estando ligado ao conceito de Estado, difere-se um pouco em características básicas. O território, localizado na maioria das vezes dentro do Estado é chamado de país. Este termo é principalmente associado a uma designação geográfica (incluindo os atributos físicos e naturais) mesmo existindo exceções, como, por exemplo, os Cavaleiros de Malta, que são considerados um Estado sem país, por exercerem poder e não possuir um território fixo.

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