quinta-feira, 26 de setembro de 2019

CRISE CLIMÁTICA

CRISE CLIMÁTICA
VIVEMOS UMA CRISE CLIMÁTICA!!

Crise Climática
é da
Crise Ambiental
que é da
Crise do Homem
causa primeira do surgimento das
Crises!!
..........
Como eliminá-la?!
Elimina-se o CausAdor!!
E quem vai eliminá-lo?!
Antes de chegar a dois mil e cem
A Crise Climática!!
                            Prof. Negreiros

Manifestações feitas a discurso de Bolsonaro

Manifestações feitas a discurso de Bolsonaro


'O que Bolsonaro fez no palco da ONU não tem precedentes', dizem embaixadores experientes
GGN24 de setembro de 2019 21:09






Bolsonaro durante discurso na abertura do Debate Geral da 74ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas. Foto: Alan Santos/PR
“Não posso acreditar no que estou ouvindo”, escreveu um diplomata ao jornalista brasileiro Jamil Chade, especialista em relações internacionais. “Ele (Bolsonaro) acabou de perder a última chance de ser respeitado”, disse outro representante que faz parte da cúpula das Nações unidas.
“Há algo mais extremo que essa visão de mundo?”, disse ainda um terceiro diplomata. “Acho que nunca começamos nosso trabalho nesse tom”, lamentou por outro lado um representante do Brasil ao colunista. “Quando será a próxima eleição?”, escreveu um experiente embaixador asiático para o repórter.
Essas foram algumas das manifestações feitas antes mesmo de o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, concluir seu discurso de pouco mais de 30 minutos que realizou nesta terça-feira na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York,
“Bolsonaro fez um discurso de guerra, repleto de termos e inimigos dos anos 60 e 70: a ameaça socialista e a necessidade de impedir que nossa soberania seja questionada”, avalia Chade.
“Mas, acima de tudo, ofendeu a muitos naquela sala. Num trecho comentado por vários diplomatas, ele alfinetou os demais governos e entidades, alertando que eles tinham aplaudido os presidentes brasileiros que, por ali, tinham passado”, completa o articulista.
“Sua insistência em citar a Bíblia, os cristãos e Deus foram vistas com cautela, num sinal de que tentará redirecionar a agenda internacional com base nesses valores. ‘Ele esqueceu que preside sobre um país diverso’, disse um diplomatas. Ele ainda chocou ao falar das vítimas entre os policiais e não citar os números de mortos pela polícia no Brasil”, prossegue Chade.
Foram vários os pontos surpreendentemente vexatórios à diplomacia brasileira no discurso de Bolsonaro. Um deles foi o fato de, entre todas as lideranças internacionais, Bolsonaro fazer elogios apenas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Ao se referir às demais nações, em um espaço criado para promover o respeito mútuo no quadro internacional, o presidente Bolsonaro dispensou ataques e, por diversas vezes, usou as palavras soberania e pátria.
O mandatário do Brasil fugiu da responsabilidade quando falou da Amazônia, insistindo que o Brasil mantém a maior parte do seu território protegido e, ainda, falou em revisar a demarcação de terras indígenas, afirmando que os índios querem desenvolvimento via exploração de minério.
Nesse momento, Bolsonaro atacou o Cacique Raoni, que desde os anos 1980 se constituiu como uma liderança indígena brasileira que luta pela preservação ambiental e direito dos povos originários.
Segundo o presidente do Brasil, Rauni é usado como “peça de manobra”. Camila Asano, coordenadora de programas da Conectas Direitos Humanos, entrevistada na coluna de Jamil Chade, disse que “Bolsonaro distorce argumentos sobre autonomia dos povos originários para negar direitos que a própria Constituição garante”.
“Categoricamente, anuncia que não promoverá novas demarcações de terras indígenas. É extremamente grave que o presidente tenha usado a Assembleia Geral da ONU como palanque para atacar uma liderança indígena e ameaçar a segurança jurídica das terras ianomâmis e Raposa Serra do Sol, que já estão demarcadas”, afirmou.
Bolsonaro atacou ainda ONGs, imprensa internacional, e o “espírito colonialista” de países que se manifestaram pela proteção da Floresta Amazônica como um bem da humanidade.
“Bolsonaro também surpreendeu com sua nova apologia às ditaduras do Cone Sul, desta vez feita sem citar nomes. Experientes embaixadores brasileiros admitiram que o que ele fez no palco da ONU não tem precedentes na era democrática do país e poderia se igualar à apologia a um torturador que ele fez em pleno Congresso Nacional, ainda quando era deputado”, destaca Jamil Chade.
“Ele justificou o Golpe de Estado de 1964 e as demais ditaduras na região, num tom radicalmente oposto ao que disse José Sarney quando falou no mesmo palco, nos anos 80. Naquele momento, ele lembrou que o Brasil ‘saiu de uma longa noite autoritária’ e se apresentava ao mundo como uma democracia”, lembra o articulista.
e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Relatório Reservado

Relatório Reservado
O pensamento estratégico das Forças Armadas subiu à tribuna da ONU
Brasil Agro26 de setembro de 2019 10:06


O pensamento estratégico das Forças Armadas subiu à tribuna da ONU
Se havia alguma percepção de dubiedade nas relações entre o presidente Jair Bolsonaro e as Forças Armadas, tudo se cala diante do seu pronunciamento, ontem, na Assembleia Geral da ONU. O discurso de Bolsonaro deu transparência ao pensamento dos militares, levando para o púlpito das Nações Unidas a visão do Exército, Aeronáutica e Marinha em relação às questões mais sensíveis no atual xadrez geopolítico mundial.
As fontes do RR permitem afirmar enfaticamente: o presidente falou pelas e para as lideranças militares do país - além, é claro, do seu próprio eleitorado. Os mentores palacianos são os de sempre: o ministro-chefe do GSI, general Augusto Heleno, e seu assessor e ex-comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas. Ambos foram os arquitetos intelectuais do discurso proferido por Bolsonaro em Nova York.
As Forças Armadas concordaram tacitamente com o teor do pronunciamento. Até porque é o que pensam. De acordo com a mesma fonte, os generais de Exército Valério Stumpf e Tomás Ribeiro Paiva foram dois importantes interlocutores entre o Palácio do Planalto e os oficiais da ativa no processo de articulação do pronunciamento presidencial. Ambos têm estreitos laços pessoais com os generais Heleno e Villas Bôas.
Até três meses atrás, o general Stumpf era o chefe de gabinete do ministro do GSI. Por sua vez, o general Tomás foi chefe de gabinete do general Villas Bôas no comando do Exército. Ressalte-se que os dois foram promovidos a quatro estrelas simultaneamente, em junho, “caroneando” o então porta-voz do Palácio do Planalto, general Rêgo Barros, que automaticamente perdeu a vaga no Alto-Comando e foi para a reserva. O ‘making of’ do discurso de Jair Bolsonaro foi mais uma demonstração da desimportância do Itamaraty.
O ministro Ernesto Araújo esteve presente na ONU como figurante de um teatro de marionetes. Passou ao largo da formulação da estratégia que ditou a apresentação de Bolsonaro. Mesmo porque o que se ouviu ontem na ONU não poderia mesmo ser um pronunciamento esculpido na instância das Relações Exteriores. Talvez no mais agressivo ‘speech’ de um presidente brasileiro na Assembleia Geral, Bolsonaro relançou, na tribuna das Nações Unidas, a "Guerra Fria" em sua versão latina.
Ao abrir fogo contra o socialismo – palavra seis vezes citada –, reagir à “guerra informacional” das grandes potências em sua investida sobre a Amazônia e defender com veemência a soberania nacional, Bolsonaro deu uma nova dimensão ao acordão ideológico com o governo Trump. De certa forma, pode-se dizer que a coalizão não envolve apenas o Palácio do Planalto e a Casa Branca.
Passa também pelo Forte Apache, em Brasília, e pelo Pentágono, em Washington, em função do entrelaçamento de interesses geopolíticos e na área de Defesa entre os dois países. Por mais que o afinamento ideológico entre Trump e Bolsonaro seja carregado de excessos de parte a parte, se há uma área que pode se beneficiar do entrosamento entre Brasil e Estados Unidos é o setor de Defesa.
As Forças Armadas brasileiras vislumbram importantes oportunidades na reaproximação com os norte-americanos, após um período relações insossas na gestão petista. As expectativas vão da transferência de tecnologia e parcerias em torno de importantes projetos militares no país – a exemplo do Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras) – ao reconhecimento do Brasil como um aliado militar estratégico dos Estados Unidos fora do âmbito da Otan.
Na categoria do Olimpo, o sonho dos sonhos seria a vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU, uma questão, sabe-se, bastante complexa e de difícil probabilidade. Talvez o prêmio de uma submissão tão larga esteja barato, diante da notória assimetria de contrapartidas entre os dois países. A ver o que ainda está por vir (Relatório Reservado, 25/5/19)

Negócio que só é feito entre receptador e o ladrão

Negócio que só é feito entre receptador e o ladrão
http://aepet.org.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/3014-bolsonaro-vai-tirar-areas-da-petrobras-de-r-3-2-trilhoes-e-vender-por-r-100-bi

“O governo pretende leiloar o excedente da Cessão Onerosa, obrigando a Petrobrás a repassar ao cartel internacional do petróleo quase 21 bilhões de barris descobertos por ela”, observou Siqueira. “Com a entrega, o Planalto espera arrecadar no máximo R$ 100 bilhões a título de bônus”, diz ele.

“Só que esses 21 bilhões de barris, ao custo de US$ 65 o barril, e com um custo total de produção por barril de US$ 25, renderá cerca de US$ 800 bilhões a quem se apoderar do petróleo, ou seja, ao câmbio de hoje, o lucro das multinacionais com a comercialização deste produto poderá chegar a R$ 3,2 trilhões”, explicou o engenheiro.

A velha estratégia insiste

A velha estratégia insiste

DISCURSO DO MANDATÁRIO BRASILEIRO NA ONU

É preciso estar num nível cultural muito baixo para admirar o lider do regime autoritário brasileiro.

Não é a toa que a esmagadora maioria dos FANÁTICOS que o seguem, tem sérios desvios de caráter, moral e raso conhecimento cultural.

O discurso desse sujeito mostra o grau de paranóia que ele se encontra. O 'presidente patriota' do Brasil fez um discurso escrito sob as orientações de Steve Bannon.

Esse sujeito que fez fortuna com o tráfico internacional de armas e que agora encontrou uma nova forma de ganhar dinheiro, montando organizações criminosas de direita (PSL), com orientação nazi-fascistas pelo mundo.

É impressionante perceber o como a mente desse regime autoritário é consumida pela ideologia. Não se vê absolutamente NADA de CONCRETO em suas palavras a não ser falácias de campanha eleitoral.

A velha estratégia persiste... não discuta, não converse, não proponha, não se exponha ao debate de ideias... apenas bata, bata, agrida, acuse, aponte o dedo.

Repita... fale... de novo... até os FANÁTICOS aceitarem que a culpa é do papagaio, do gato, é dos índios, é das ongs, do Macron, do Demétrio, da mídia... NÃO IMPORTA SE É VERDADE... NAO IMPORTA NADA... APENAS FALE... ATÉ CANSAR...

CULPE A TODOS E NÃO ASSUMA A RESPONSABILIDADE!

JOGUE O QUEIJO E OS RATOS VIRÃO!

NENHUM PROJETO
NENHUM PRAZO
NENHUMA DATA
NENHUM DADO SOBRE NADA
NENHUMA IDEIA
SÓ IDEOLOGIA E PALAVRAS VAZIAS PARA UMA PLATÉIA PARANÓICA

Um ator cínico e hipócrita falando para o seu público sobre o completo VAZIO!!!

Demétrio Melo