quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Evangélicos com Hitler. Evangélicos com Bolsonaro

Evangélicos com Hitler. Evangélicos com Bolsonaro
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/como-os-evangelicos-garantiram-a-vitoria-de-hitler-na-alemanha-por-hermes-fernandes-pastor/

POR HERMES FERNANDES, pastor evangélico.

Não é a primeira vez que líderes evangélicos apoiam o fascismo. Dentre os 17 mil pastores evangélicos que havia na Alemanha, nem 1% se negou a apoiar o regime nazista. Protestantes ouviram seus líderes insistindo que cooperassem com Hitler. A primeira maioria absoluta conseguida pelo Partido Nazista nas eleições estaduais aconteceu em 1932 em Oldemburgo, um distrito em que 75% da população eram protestantes. Nacionalismo, anti-comunismo e ressentimentos contra a comunidade internacional devido a tratados punitivos durante a Primeira Guerra Mundial também influenciaram as decisões dos protestantes e católicos. A vasta maioria dos que elegeram Hitler eram Evangélicos. Luteranos, batistas e outros movimentos chamados “cristãos” liderados por clérigos (pastores, reverendos, diáconos) que só foram ver a tolice que tinham feito quando suas mãos já estavam sujas de sangue de judeu.

Bolsonaro na Assembleia da ONU

Bolsonaro na Assembleia da ONU
'O que Bolsonaro fez no palco da ONU não tem precedentes', dizem embaixadores experientes
GGN24 de setembro de 2019 21:09


Bolsonaro durante discurso na abertura do Debate Geral da 74ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas. Foto: Alan Santos/PR
“Não posso acreditar no que estou ouvindo”, escreveu um diplomata ao jornalista brasileiro Jamil Chade, especialista em relações internacionais. “Ele (Bolsonaro) acabou de perder a última chance de ser respeitado”, disse outro representante que faz parte da cúpula das Nações unidas.
“Há algo mais extremo que essa visão de mundo?”, disse ainda um terceiro diplomata. “Acho que nunca começamos nosso trabalho nesse tom”, lamentou por outro lado um representante do Brasil ao colunista. “Quando será a próxima eleição?”, escreveu um experiente embaixador asiático para o repórter.
Essas foram algumas das manifestações feitas antes mesmo de o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, concluir seu discurso de pouco mais de 30 minutos que realizou nesta terça-feira na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York,
“Bolsonaro fez um discurso de guerra, repleto de termos e inimigos dos anos 60 e 70: a ameaça socialista e a necessidade de impedir que nossa soberania seja questionada”, avalia Chade.
“Mas, acima de tudo, ofendeu a muitos naquela sala. Num trecho comentado por vários diplomatas, ele alfinetou os demais governos e entidades, alertando que eles tinham aplaudido os presidentes brasileiros que, por ali, tinham passado”, completa o articulista.
“Sua insistência em citar a Bíblia, os cristãos e Deus foram vistas com cautela, num sinal de que tentará redirecionar a agenda internacional com base nesses valores. ‘Ele esqueceu que preside sobre um país diverso’, disse um diplomatas. Ele ainda chocou ao falar das vítimas entre os policiais e não citar os números de mortos pela polícia no Brasil”, prossegue Chade.
Foram vários os pontos surpreendentemente vexatórios à diplomacia brasileira no discurso de Bolsonaro. Um deles foi o fato de, entre todas as lideranças internacionais, Bolsonaro fazer elogios apenas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Ao se referir às demais nações, em um espaço criado para promover o respeito mútuo no quadro internacional, o presidente Bolsonaro dispensou ataques e, por diversas vezes, usou as palavras soberania e pátria.
O mandatário do Brasil fugiu da responsabilidade quando falou da Amazônia, insistindo que o Brasil mantém a maior parte do seu território protegido e, ainda, falou em revisar a demarcação de terras indígenas, afirmando que os índios querem desenvolvimento via exploração de minério.
Nesse momento, Bolsonaro atacou o Cacique Raoni, que desde os anos 1980 se constituiu como uma liderança indígena brasileira que luta pela preservação ambiental e direito dos povos originários.
Segundo o presidente do Brasil, Rauni é usado como “peça de manobra”. Camila Asano, coordenadora de programas da Conectas Direitos Humanos, entrevistada na coluna de Jamil Chade, disse que “Bolsonaro distorce argumentos sobre autonomia dos povos originários para negar direitos que a própria Constituição garante”.
“Categoricamente, anuncia que não promoverá novas demarcações de terras indígenas. É extremamente grave que o presidente tenha usado a Assembleia Geral da ONU como palanque para atacar uma liderança indígena e ameaçar a segurança jurídica das terras ianomâmis e Raposa Serra do Sol, que já estão demarcadas”, afirmou.
Bolsonaro atacou ainda ONGs, imprensa internacional, e o “espírito colonialista” de países que se manifestaram pela proteção da Floresta Amazônica como um bem da humanidade.
“Bolsonaro também surpreendeu com sua nova apologia às ditaduras do Cone Sul, desta vez feita sem citar nomes. Experientes embaixadores brasileiros admitiram que o que ele fez no palco da ONU não tem precedentes na era democrática do país e poderia se igualar à apologia a um torturador que ele fez em pleno Congresso Nacional, ainda quando era deputado”, destaca Jamil Chade.
“Ele justificou o Golpe de Estado de 1964 e as demais ditaduras na região, num tom radicalmente oposto ao que disse José Sarney quando falou no mesmo palco, nos anos 80. Naquele momento, ele lembrou que o Brasil ‘saiu de uma longa noite autoritária’ e se apresentava ao mundo como uma democracia”, lembra o articulista.
e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

FATO!!

FATO!!
Antes de 2100
Devastações... Desmatamentos... Queimadas... Poluições... Contaminações... Desprevenções...
Matam as águas e o que nelas têm e quem d’elas as bebe!!
Matam as matas, as florestas, os sertões e tudo o que nelas há e d’elas dependem!!
Matam a Amazônia que mata o Brasil que mata o Planeta!!
Matam todos os homens matam todas as mulheres pais e mães das devastações... Dos desmatamentos... Das queimadas... Das poluições... Das contaminações... Das dêsprevenções... Dos descuidados... Das ignorâncias propositais e irresponsáveis!!
E bem antes de 2100!!
Professor Negreiros

DISCURSO DE BOLSONARO NA ABERTURA DA ASSEMBLÉIA DA ONU

DISCURSO DE BOLSONARO NA ABERTURA DA ASSEMBLÉIA DA ONU
TODA CRITICA É PROPOSITIVA

Boa parte da imprensa disse que Bolsonaro fez um discurso crítico na abertura da assembléia da ONU. MENTIRA!!

Criticar, etimologicamente, é praticar a arte de avaliar e julgar. Portanto, a crítica, necessariamente, envolve nosso intelecto que trata de realizar a correspondente análise ou exame sobre o objeto ou sujeito em questão para finalmente oferecer um juízo a respeito, uma proposição útil.

A crítica é feita para ajudar em determinada situação/problema a corrigir erros, problemas.

Ser crítico é quando se aborda uma situação/problema e conclui-se apresentando uma solução. Bolsonaro não avaliou nem julgou; não analisou ou examinou nem ofereceu uma proposição; não apresentou problema, portanto não tinha como apresentar uma solução.

Bolsonaro foi à assembléia da ONU com um “discurso” ideológico nazi-fascista raso, leviano de um grupelho reacionário da direita extremada e inconseqüente, carregado de rancor, ódio, preconceitos ideológicos e culturais; recheado de mentiras e fake news; repleto de acusações infundadas, insultos, agressões sem sentido, intimidador, ameaçador. No seu “discurso” foi personalista, falacioso; levianamente acusou, agrediu, atacou, ofendeu, distorceu fatos, argumentos, falas; mentiu, caluniou, difamou, injuriou.

Fez um “discurso” se apresentando claramente como futuro ditador do Brasil. Disse que “a visão de um líder indígena não representa a visão de todos os índios no Brasil”, em seguida leu uma carta dizendo ser da índia calapalo presente e ser ela uma liderança dos povos indígenas, não mais Raoni (o cacique Raoni Metuktire), e que o conteúdo da carta é a vontade de todos os povos indígenas e que de agora em diante é a base de sua política indigenista.

Acusou de comunistas terem tentado no passado a tomada do poder absoluto no Brasil deixando claro que ele sim, tomou o poder agora e que é o senhor absoluto acima de todos e de tudo, que se prepara para ser impositivamente o ditador fazendo uso de falas de condenação a ditadores que ele os chama de esquerda, comunista enquanto defende, elogia, homenageia, aplaude ditadores de direita.

As falas e os poucos “discursos” desse sujeito mostram o alto grau de alienação/paranóia em que vive.

É ter nível cultural muito baixo ou é um ser mau/mal caráter para admirar e defender Bolsonaro. Os fanáticos que o seguem, tem sérios desvios de caráter, personalidade, moral e raso conhecimento cultural.

Toda critica é propositiva. Sem proposição, não é crítica.

                                                                                                             Prof. Negreiros