quinta-feira, 4 de julho de 2019

MORREU PARA ISSO?!

MORREU PARA ISSO?!
MORREU PARA ISSO?!
NÃO! NÃO FOI!!

Minha mãe sofreu e morreu no fim dos anos setenta em conseqüência do que ela creditava: de sua luta em defesa de um povo, de uma nação, de um país digno de sua liberdade, de sua independência/autonomia, de sua educação, de sua religiosidade, de sua criticidade, de sua integridade, de sua pobridade, de sua honestidade, de sua soberania mental, emocional e lógica, além da soberania nacional internacional conquistada respeitosamente... Infelizmente o que temos hoje é um povo, uma nação, um país sob o domínio da ideologia do ódio e governado por teocratas nazi-fascistas, porque assim o quer, democraticamente, um terço do “povo brasileiro”.

A mãe, o pai, a Irmã, o irmão, o parente de milhares de brasileiros e até de não brasileiros sofreu e morreu em conseqüência do que ela, do que ele acreditava: de sua luta em defesa de um povo, de uma nação, de um país digno de sua liberdade, de sua independência/autonomia, de sua educação, de sua religiosidade, de sua criticidade, de sua integridade, de sua pobridade, de sua honestidade, de sua soberania mental, emocional e lógica, além da soberania nacional internacional conquistada respeitosamente... Infelizmente o que temos hoje é um povo, uma nação, um país sob o domínio da ideologia do ódio e governado por teocratas nazi-fascistas, porque assim o quer, democraticamente, um terço do “povo brasileiro”.

Milhares que sofreram e morreram nas lutas, nas revoltas-e-revoluções, nas rebeliões, nas guerras-e-guerrilhas, nos conflitos, nos movimentos econômicos, sociais, políticos e de libertação ocorridos ao longo de cinco séculos de historia no Brasil, em conseqüência do que creditavam: de sua luta em defesa de um povo, de uma nação, de um país digno de sua liberdade, de sua independência/autonomia, de sua educação, de sua religiosidade, de sua criticidade, de sua integridade, de sua pobridade, de sua honestidade, de sua soberania mental, emocional e lógica, além da soberania nacional internacional conquistada respeitosamente... Infelizmente o que temos hoje é um povo, uma nação, um país sob o domínio da ideologia do ódio e governado por teocratas nazi-fascistas, porque assim o quer, democraticamente, um terço do “povo brasileiro”.

Sofreram e morreram acreditando na luta pela nossa soberania nacional, na defesa de nossas riquezas naturais, na preservação do nosso meio ambiente, na construção de nossa consciência de classes! Da formação cultural e política do proletariado.

Lutaram, sofreram e morreram para convencer os desempregados que eles devem lutar por empregos e aposentadorias reais e dignos.

E, agora, infelizmente, PRECISAMOS LUTAR, mas, primeiro, para que ao menos os dois terços aparentemente livres da maléfica influencia teocrática nazi-fascista dominante, conquistem sua soberania mental, emocional e lógica pare retomar as lutas em defesa de um povo, de uma nação, de um país digno de sua liberdade, de sua independência/autonomia, de sua educação, de sua religiosidade, de sua criticidade, de sua integridade, de sua pobridade, de sua honestidade, de sua soberania mental, emocional e lógica, além da soberania nacional internacional conquistada respeitosamente...

PS.:
VEJA:

Revoltas Nativistas no Brasil Colonial - resumo, história

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Lista de lutas e rebeliões no Brasil

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Lutas e revoluções no Brasil
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Professor Negreiros-04-07-2019

Vaza jato

Vídeo: Gilmar Mendes humilha Merval Pereira e seus colegas de GloboNews em aula brilhante sobre Vaza Jato
revistaforum2 de julho de 2019 10:10


O ministro do STF, Gilmar Mendes, em entrevista ao programa Central Globo News na última quarta-feira (26), comentou as conversas vazadas entre o ex-juiz federal Sérgio Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol, deixando sem reação o time de jornalistas da GloboNews, comandados por Merval Pereira.
Na entrevista, Gilmar Mendes disse que o conteúdo do Vaza Jato “não é normal” e elencou em diversas ocasiões casos concretos e arbitrariedades da operação Lava Jato e de Sergio Moro.
“Se essas conversas são normais, vamos ver quantas tem com o [Cristiano] Zanin? Veja como era o tratamento que dava nas sessões. Esse modelo de juiz e promotor ficarem trocando figurinha é errado, porque o juiz é órgão de controle, não é sócio da investigação”, disse em trechos do programa.
O ministro ainda comparou a divulgação dos diálogos com os vazamentos de documentos pela Procuradoria. “Vazamento de documento oficial é crime. Não quero justificar hackeamento, e nem sei o que realmente se deu”, afirmou.
Uma edição da entrevista, que circula nas redes sociais, faz um resumo das declarações do ministro, que deixa os repórteres estupefatos. Assista

É fato: Teocracia do "escolhido" governa o Brasil

É fato: Teocracia do "escolhido" governa o Brasil
Brasil é refém da paralisia mental do dogmatismo evangélico, diz Delfim Netto
paulopes1 de julho de 2019 21:45


O cérebro de Bolsonaro
e seus aliados evangélicos
só funciona em um lado
[opinião] O economista Delfim Netto (foto abaixo), 91, escreve um artigo criticando o presidente Jair Bolsonaro por se deixar seduzir pela corrente evangélica que hoje está sob o comando do “inteligente” deputado federal Pastor Marco Feliciano (Podemos).
O resultado disso, segundo ele, é que “estamos ameaçados por uma nova ideologia: o dogmatismo religioso de inspiração evangélica que sofre de hemiplegia mental”.
“Hemiplegia” é um termo da literatura médica que deriva do grego. Significa paralisia cerebral que atinge um lado completo do corpo, ou o direito ou o esquerdo, impossibilitado parte dos movimentos do corpo.
Assim, argumenta Delfim, o presidente Bolsonaro “só é capaz de pensar um lado e é imune à acumulação gigantesca de evidências empíricas contra seus preconceitos”.
Ex-ministro lamenta a
ausência da Igreja Católica
na política partidária
Delfim Netto afirma que o ativismo evangélico, nas últimas décadas, tem a ver com a recusa da Igreja Católica de participar da vida político-partidária do país.
“Há alguns anos a Igreja Católica, sabe-se lá por que, proibiu a participação de seus sacerdotes na política partidária”, escreve.
“Ninguém mais lembra do comportamento de seus deputados. Eram oradores brilhantes e intelectuais esclarecidos.”
O que Delfim Netto diz nas entrelinhas é que os bem preparados padres que participavam da política foram substituídos por pastores, como o Marco Feliciano, que sofrem de “hemiplegia mental”.
O ponto de vista da laicidade de Estado, Delfim Netto está equivocado, porque o problema não foi a retiradas dos sacerdotes católicos da política, mas, sim, a entrada dos evangélicos.
Delfim Netto é um pensador, mas a sua credibilidade, como defensor de valores humanos e democráticos, sempre será questionada, porque ele foi ministro de governos militares e é um dos signatários do AI-5, que impôs a censura ao país.
Mas ainda assim a sua argumentação, nesse caso, é válida, porque alguém poderá dizer: “Olha, até Delfim está criticando Bolsonaro”.