terça-feira, 31 de dezembro de 2019

FELICIDADES MUITAS

FELICIDADES MUITAS

O ano de 2019 foi bom para você?!
MEUS PARABÉNS!!
O ano foi ruim para você?!
DÊ GRAÇAS A DEUS QUE JÁ FINDOU!!
Agora...
Por todo este ano de 2020 que se inicia seja tão bom como os outros tão bons e, que os outros tão bons como você!!
No fim teremos um ano tão bom como fomos tão bons durante todo o ano!!
PARA ISSO
O amor que é mais falado do que vivido e, por isso vivermos um tempo de secreta angústia, SEJA MAIS VIVIDO e menos falado em 2020. Com isso deixemos de vivermos num mundo de secreta angústia e passemos a viver um ano na mais explicita felicidade!!
ALEGRIAS DE MAIS!!
FELICIDADE MUITAS
Em 2020
ACREDITE!!!!!!

Num canto, de um lugar qualquer, em 31 de Dezembro de 2019.
Professor (de Professar...), Pedagogo, Filósofo e Radio-Jornalista

DEFENSOR E ATIVISTA AMBIENTAL

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Múmias

Múmias
Mamute Yuka encontrado em Yakútia, na costa do mar de Laptev, Rússia

Como se estivessem vivos: os animais pré-históricos encontrados no permafrost russo

CIÊNCIA E TECNOLOGIA
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Após inúmeras falhas na tentativa de isolar o DNA completo de restos de animais pré-históricos bem preservados, os cientistas acreditam que outras criaturas encontradas na região russa de Yakútia poderiam fornecer material suficiente para extrair informação genética.
O primeiro mamute congelado foi descoberto na república de Yakútia em 1799. Posteriormente, a comunidade que vivia no rio siberiano Lena descobriu o fóssil de um enorme mamute lanoso, cujos restos preservados se encontram agora no museu Kunstkamera em São Petersburgo.

Mamutes bem preservados

Dezenas de descobertas semelhantes a essa foram feitas durante este período. A múmia mais bem conservada de uma jovem fêmea Mammuthus primigenius, que viveu há 28 mil anos, foi descoberta em 2011 na costa sul do mar de Laptev, também em Yakútia.
O animal tinha 1,65 metros de altura e o seu corpo, desde a base da tromba até à cauda, tinha pouco mais de dois metros de comprimento. Sua lã era vermelha, e sua pele, tecidos moles e até mesmo o cérebro estavam praticamente intactos.
Subsequentemente, os cientistas encontraram estruturas com componentes proteicos nucleares na medula óssea e nos tecidos moles do mamute, a que chamaram Yuka. A análise revelou que os núcleos das células musculares estavam mais bem preservados. Os pesquisadores transplantaram-nos para óvulos de camundongos e cinco deles mostraram "sinais de atividade biológica".
Mamute Yuka encontrado em Yakútia, na costa do mar de Laptev, Rússia
© SPUTNIK / VITALY ANKOV
Mamute Yuka encontrado em Yakútia, na costa do mar de Laptev, Rússia
Os cientistas esperam que, se for possível detectar núcleos celulares de melhor qualidade, o experimento possa ser repetido.

Leões das cavernas

Há milhares de anos, em Yakútia viviam enormes leões das cavernas Panthera leo spelaea, que pesavam cerca de 260 quilos e atingiam dois metros de comprimento.
Os dois primeiros leões, recém-nascidos, foram encontrados em 2015 na margem do rio Uyandina, na Rússia. Entretanto, outros dois foram descobertos em setembro de 2017 e em 2018 perto da bacia do rio Indigirka.
Os primeiros felinos estiveram enterrados 47 mil anos, mas graças ao frio até os seus órgãos internos ficaram preservados. Depois de analisados, os cientistas não encontraram quaisquer nutrientes, particularmente o leite materno, nos seus organismos, o que indicaria que a leoa muito provavelmente abandonou as crias logo após o nascimento.
Filhotes de leão mumificados encontrados em 2017-2018 em Yakútia, na Rússia
© SPUTNIK / VITALY BELOUSOV
Filhotes de leão mumificados encontrados em 2017-2018 em Yakútia, na Rússia
Os outros dois leões, de 43 e 28 mil anos respectivamente, morreram com duas ou três semanas de idade.

Clone de espécie extinta

Em 2018, no distrito de Verkhoyansk, em Yakútia, escavaram uma carcaça completa do cavalo de Lena, desaparecido há muitos séculos, que estava no permafrost há 42 mil anos. Segundo os cientistas, o potro viveu cerca de duas semanas. No seu estômago foi encontrada muita lama e lodo, que ele engoliu antes de morrer. A mistura congelou rapidamente, por isso o corpo ficou bem preservado.
Os cientistas conseguiram extrair amostras de sangue líquido dos vasos do coração. Eles esperavam isolar células viáveis que pudessem ser usadas para sequenciar o genoma e clonar a espécie extinta.

Lobo ou cão?

Três múmias de cães pré-históricos foram encontradas no permafrost na mesma região russa. Duas descobertas foram feitas em 2011 e 2015 na margem do rio Salakh, perto da povoação de Tumat. São cachorros da mesma ninhada que viveram no máximo três meses e morreram muito provavelmente como resultado de um deslizamento de terra.
Os animais perfeitamente preservados estiveram no solo congelado durante 12,5 mil anos. Graças a uma ressonância magnética, os cientistas viram o cérebro intermediário, o cerebelo e a glândula pituitária.
​​Nós agora temos algumas novidades sobre o filhote de lobo ou cachorro de 18 mil anos. Análise do genoma revelou que é um macho, então pedimos aos colegas russos que deem um nome. Sendo assim, o nome do filhote é Dogor! Dogor é uma palavra de Yakútia que significa "amigo", o que parece muito apropriado
Em 2018, no distrito de Aby, em Yakútia, os habitantes locais encontraram o corpo de um filhote de cachorro de cerca de 18 mil anos de idade. Os pesquisadores não conseguiam perceber pela aparência se o animal pré-histórico era um lobo ou um cão.

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Tags:
YakútiaRússiapermafrostpré-históricoleãomamutefósseis
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