quarta-feira, 17 de junho de 2015

A riqueza é uma qualidade do ser

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Liberte Sua Mente
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" Você tem de ser rico, mas não próspero.
Riqueza é outra coisa. Um mendigo pode ser rico, e um imperador pode ser pobre. A riqueza é uma qualidade do ser.
Alexandre, o Grande, encontrou Diógenes, que era um mendigo, nu, com apenas uma lamparina, seu único bem.
E ele mantinha sua lamparina acesa até durante o dia. Obviamente ele se comportava de maneira estranha; o próprio Alexandre teve de lhe perguntar: "Por que você mantém essa lamparina acesa durante o dia?"
Ele levantou a lamparina, olhou para o rosto de Alexandre e disse: "Estou procurando pelo verdadeiro homem dia e noite, e não o encontro".
Alexandre ficou chocado porque um mendigo nu falara daquela maneira com ele, o conquistador do mundo.
Mas percebeu que Diógenes era muito belo em sua nudez.
Seus olhos eram tão silenciosos, sua face tão pacífica, suas palavras tinham tanta autoridade, sua presença era tão calma, tranquila e suave que, embora Alexandre se sentisse insultado, não pôde retrucar.
A presença do homem era tanta que o próprio Alexandre pareceu um mendigo a seu lado.
Em seu diário ele escreveu: "Pela primeira vez senti que a riqueza era algo mais do que ter dinheiro. Vi um homem rico".
A riqueza é sua autenticidade, sua sinceridade, sua verdade, seu amor, sua criatividade, sua sensibilidade, sua meditatividade. Essa é sua verdadeira prosperidade."
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GRITO DA TERRA!!

E Você NÃO OUVE!! Quando ouvir! Se chegar a ouvir! Será muito tarde!!
 
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O grito da Terra - (NOVO)

O grito da Terra! .. “Envenenar a Terra, é o mesmo que envenenar a Placenta, que está alimentando teu filho”. Transição automática dos slides


GRITO DA  AMAZÔNIA

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AMAZÔNIA
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Greenpeace Brasil
Tá difícil explicar pro seus amigos a importância das florestas? Vem cá com a gente! participe do Desafio Salve As Florestas, descubra como explicar para as pessoas a importância de proteger as florestas e ainda de quebra concorrer a uma viagem para a Amazônia ➢➣ http://bit.ly/1Cb5FnT
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ONU Brasil
'Se não mudarmos a forma como usamos a nossa terra, vamos ter de converter uma área do tamanho da Noruega em solo arável a cada ano para atender às necessidades futuras', disse Ban Ki-moon.

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No Dia de Combate à Desertificação, ONU cobra ação para proteger cada hectare de terra fértil
'Se não mudarmos a forma como usamos a nossa terra, vamos ter de converter uma área do tamanho da Noruega em solo arável a cada ano para atender às...



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Ciência e fé do mesmo lado: com sua encíclica sobre mudanças climáticas, Para Francisco se torna mais um líder religioso a defender a ação pelo clima, destacando que toda a sociedade tem a ganhar com isso - e criticando governantes e outros atores que freiam avanços em defesa de seus interesses privados. Confira a encíclica do Papa Francisco: http://bit.ly/1TxyxRU
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DW: Papa pede ação rápida para salvar planeta e critica consumismo
Na primeira encíclica papal dedicada ao meio ambiente, Francisco defende fim da "cultura do consumo descartável" e chama aquecimento global de um dos principais desafios da humanidade. DW - 18/06/2015 O papa Francisco apresentou nesta quinta-feira (18/06) a...

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DW: Papa pede ação rápida para salvar planeta e critica consumismo
Na primeira encíclica papal dedicada ao meio ambiente, Francisco defende fim da "cultura do consumo descartável" e chama aquecimento global de um d...

DW: Papa pede ação rápida para salvar planeta e critica consumismo

Na primeira encíclica papal dedicada ao meio ambiente, Francisco defende fim da "cultura do consumo descartável" e chama aquecimento global de um dos principais desafios da humanidade.
O papa Francisco apresentou nesta quinta-feira (18/06) a primeira encíclica dedicada ao meio ambiente, na qual exige dos líderes globais uma ação rápida para salvar o planeta da destruição e defende uma mudança no que chamou de "cultura do consumo descartável" dos países desenvolvidos.
Na encíclica Laudato si – Sobre o cuidado da casa comum, Francisco defende "ações decisivas, aqui e agora," para interromper a degradação ambiental e o aquecimento global e apoia explicitamente os cientistas que afirmam que o planeta está se aquecendo principalmente por causa da ação humana.

Ele afirma que se baseia "nos resultados da melhor investigação científica disponível" e chama o aquecimento global de "um dos principais desafios que a humanidade enfrenta em nossos dias", destacando que os países pobres são os mais afetados.
"A humanidade é chamada a reconhecer a necessidade de mudanças de estilo de vida, produção e consumo, a fim de combater este aquecimento ou, pelo menos, as causas humanas que o produzem ou agravam", afirma.
Sacrifício dos mais ricos
Francisco defende que os países ricos devem sacrificar parte do seu crescimento e assim liberar recursos necessários aos países mais pobres. "Chegou a hora de aceitar crescer menos em algumas partes do mundo, disponibilizando recursos para outras partes poderem crescer de forma saudável", escreveu o papa.
Ele apela às potências mundiais para salvarem o planeta, considerando que o consumismo ameaça destruir a Terra – transformada num "depósito de porcarias" – e denunciando o egoísmo econômico e social das nações mais ricas. "Hoje, tudo o que é frágil, como o ambiente, está indefeso em relação aos interesses do mercado divinizado, transformado em regra absoluta."
No texto, Francisco critica um sistema econômico que aposta na mecanização para reduzir custos de produção e faz com que "o ser humano se vire contra si próprio", defendendo que o valor do trabalho tem que ser respeitado numa "ecologia integral".
Ele rejeita o argumento de que a tecnologia vai resolver todos os problemas ambientais (e que) a fome e a pobreza serão eliminadas simplesmente pelo crescimento do mercado. "Uma vez mais, temos de rejeitar uma concepção mágica de mercado, que sugere que problemas possam ser resolvidos simplesmente por meio de um aumento nos lucros de empresas ou indivíduos."
O papa estabelece uma relação íntima entre os pobres e a fragilidade do planeta. "A convicção de que tudo está estreitamente interligado no mundo, a crítica do paradigma que deriva da tecnologia, a busca de outras maneiras de entender a economia e o progresso, o valor próprio de cada criatura, o sentido humano da ecologia, a grave responsabilidade da política, a cultura do descartável e a proposta de um novo estilo de vida são os eixos desta encíclica, inspirada na sensibilidade ecológica de Francisco de Assis", lê-se no 16.º parágrafo do documento papal.
Energias renováveis e transgênicos
O papa também aborda diretamente alguns dos principais tópicos ambientais. Ele defende que o consumo de combustíveis fósseis seja banido o mais depressa possível em favor das energias renováveis. Essa mudança, porém, não será possível sem que os países mais ricos aceitem ajudar os mais pobres, escreve.
Francisco alerta para o perigo de dar o controle da água às multinacionais, manifestando-se contra a privatização do que chama de direito humano básico. "Enquanto se deteriora constantemente a qualidade da água disponível, em alguns lugares avança a tendência para privatizar este recurso escasso, convertido numa mercadoria que se regula pelas leis do mercado", critica.
O líder da Igreja Católica refere-se ainda aos "pulmões do planeta", repletos de biodiversidade, como a Amazônia, a bacia hidrográfica do Congo e outros grandes rios ou os glaciares, todos eles lugares importantes para "todo o planeta e para o futuro da humanidade".
Francisco propõe ainda que se comece uma "discussão científica e social responsável e ampla" sobre o desenvolvimento e a utilização dos organismos geneticamente modificados para alimentação ou medicina.
"Embora não haja provas definitivas sobre eventuais malefícios dos cereais transgênicos para os seres humanos e estes tenham provocado um crescimento econômico que ajudou a resolver problemas, há dificuldades importantes" sobre o uso destes organismos que não podem ser esquecidas, alerta.
Segundo ele, o uso de transgênicos levou a que haja "concentração de terras produtivas nas mãos de poucos e o progressivo desaparecimento de pequenos produtores, que, tendo perdido as suas terras, tiveram que se retirar" da agricultura.
O papa também critica o uso excessivo das redes sociais. "A verdadeira sabedoria, produto da reflexão, do diálogo e do encontro generoso entre as pessoas, não se consegue com uma mera acumulação de dados que acabam em saturação e embaçamento, numa espécie de poluição mental", escreve.
O pronunciamento papal mais controverso em meio século já despertou a ira de setores conservadores, incluindo vários candidatos presidenciais republicanos dos Estados Unidos, que criticaram Francisco por se aprofundar em questões científicas e políticas. O apelo papal, porém, ganhou amplos elogios de cientistas, das Nações Unidas e de ativistas ambientais.

MAIS SOBRE ESTE ASSUNTO

Em artigo escrito para a DW, o teólogo Leonardo Boff comenta a encíclica "verde" escrita pelo papa Francisco. Brasileiro destaca que documento é inspirado em teólogos latino-americanos que ficaram ao lado dos pobres. (18.06.2015)

"O modus operandi das sociedades do capital, baseia-se nitidamente num pensamento reducionista e padronizador. O que provoca uma tentativa constante de silenciar algumas coletividades humanas que se afastam do paradigma hegemônico delineado..."

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carta aberta à humanidade
Quando paramos de nos perceber como iguais? Como humanos e indivíduos integrais? Será que a racionalização nos empurrou para um estágio a menos na ...





Carta aberta à humanidade



Quando paramos de nos perceber como iguais? Como humanos e indivíduos integrais? Será que a racionalização nos empurrou para um estágio a menos na cadeia evolutiva? Nos aceitar enquanto qualidade de bicho-homem-mulher, talvez, seja a única saída pra nos tirar desse vale escuro pelo qual tem caminhado a humanidade.

Os operários.jpg
Bom dia a todos os seres humanos, habitantes deste planeta azul.
Juntos, hoje em dia, somamos mais de 7 bilhões de pessoas ao redor do mundo. Imaginar isso, até nos dá um certo grau de segurança, estabilidade e confiança, desperta-nos um sentimento de pertencimento, como se sentíssemos que os espaços estão sempre sendo preenchidos e que ao mesmo tempo a solidão de existir é compartilhada com tantos outros indivíduos de nossa espécie. Ledo engano.
Mesmo compreendendo (ou buscando compreender) que fazemos parte de um mesmo clã, nesta grande aldeia global, há forças obscuras que nos impelem a desaproximação. Os espaços de convivência e relacionamento estão povoados por um senso de diferenciação. Ao homo sapiens não é bastante o fato de ser bicho homem, de pertencer a uma massa uníssona; carregar um único título – o de ser: ser humano – é pouco demais pra sua elevada capacidade “racionalista”. Eis que surgem os nomes, números, rótulos, cargos, cores, gêneros e o dinheiro como parâmetros qualificadores.
Assim, pertencer a um determinado grupo, reunir características físicas e seguir um tipo de doutrinamento, passa para os demais entes vivants uma ideia de importância.
Tolice! Não é preciso muito conhecimento para ver que essa maquete que montamos para nos mesmos, isso que chamamos de civilização, nada mais é do que um jogo de luzes, teatro, cena, ilusionismo. Que nos bastidores há controladores, que os poderes estão nas mãos de poucas pessoas e que os fios que movimentam as marionetes são parte de uma estrutura malévola. Então, não adianta se achar especial por atender aos requisitos desses padrões que estão estabelecidos por aí. Não há nada de especial neles. Foram forjados por anos e anos de dominação, joguetes políticos, corrupção, sujeira e sangue.
Dizer que não existem diferenças, que vivemos num mundo monocromático e que todos os seres humanos são genuinamente idênticos, seria não apenas uma ingenuidade, como também, uma mentira absurda. Porém, o ponto de vista sobre as diferenças é que dá o eixo do pensamento. Pois, é a partir do momento em que usamos essas diferenças como artifícios para depreciar, humilhar, segregar e subjugar o outro, é que corrompemos a beleza da diversidade e destruímos os laços universais que nos unem. Pondo em xeque os vínculos supremos que a natureza nos impôs.
O modus operandi das sociedades do capital, baseia-se nitidamente num pensamento reducionista e padronizador. O que provoca uma tentativa constante de silenciar algumas coletividades humanas que se afastam do paradigma hegemônico delineado, buscando reduzir as diversidades (simbólicas, religiosas, culturais) a um padrão único e narcisista.
Boa parte dos choques que vemos hoje em dia são decorrentes do confronto entre os polos opostos dessa disputa insensata, em que as minorias são obrigadas a resistir e lutar bravamente pelos seus espaços e direitos e os opressores se impõem cada vez mais, sempre com novas armas, instrumentos e ferramentas (a internet, inclusive, é uma das mais violentas e sanguinárias).
É uma verdadeira máquina de coisificar pessoas, as suas engrenagens trabalham dia e noite, com o propósito de transformar a natureza em produto, a comunidade em mercado e o outro em si mesmo. Um rito devorador, que carrega em seu jugo uma imensa trama de paradoxos e contradições.
E como se freia essa máquina?
Diminuindo-se os usos diários de adjetivos sujos, qualificadores depreciativos, olhares pejorativos, dedos ridicularizadores, piadinhas nefastas, socos em becos escuros, tiros gratuitos e principalmente tirando esse maldito espelho que temos na frente das nossas caras. Precisamos começar a enxergar os outros, nas suas individualidades, completos, inteiros, não parcelados ou embalados por um rótulo fabricado pela indústria dos preconceitos. Somos vermelhos, pretos, mulheres, amarelos, homens, índios, gays, meninos, pardos, brancos, castanhos, meninas, crespos, lisos, morenos, loiros, ondulados, ricos, gordos, altos, pobres, bonitos, magros, baixos, feios, mas, antes de qualquer coisa, bem antes de qualquer adjetivo, qualificativo ou pedaço: somos humanos (em nossa integralidade). É tudo gente, tudo povo, massa pronta, feita de água e carbono.
Nossa existência temporal representa só alguns minutos, diante de todo o tempo do planeta terra. Somos muita coisa. Poeira cósmica, por que não? O universo é muito maior que nossos umbigos. Então, por que perder tanto tempo com discriminação, com ódio, xingamentos e massacres?
Há tantas tragédias diárias acontecendo, a cada segundo alguém é morto ou vítima de algum tipo de violência e vilipendiosidade. Acho que um mínimo de reflexão nos faria repensar: “Será que eu também quero ser protagonista desse grande horror?”. Se a resposta for não, então, peço que sejamos humanizados, humanitários ou só humanos mesmo, já seria suficiente para pisar no freio do mal.
Um abraço, de um terráqueo, incrustado na litosfera da vida. 

Noédson Santos

Acadêmico em Direito pela Universidade Federal da Bahia, em Regime de Dupla Titulação com a Universidade de Coimbra (Portugal). Vivo entre o chão e o céu. Jogo a vida com calma. Brinco de ser sério. Nego as certezas, eu ando na pista..
Saiba como escrever na obvious.




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Valorizemos nossa língua!

Maria José Nia
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LÍNGUA BRASILEIRA, A MELHOR E MAIS RICA LÍNGUA DO MUNDO, A ÚNICA QUE REÚNE TODAS AS LÍNGUAS DO PLANETA ! LÍNGUA BRASILEIRA UNIVERSAL!!!
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REPENSAR HÁBITOS...;

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Maria José Nia
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REPENSE SEUS HÁBITOS...; LIMPE SEUS PENSAMENTOS...; LIBERTE SUA MENTE...; DESPERTE!
 
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Quem é o animal que se diz humano

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REVENDO O CRIACIONISMO. #LiuCaldas  
Liu Caldas
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Bolsonaro diz "Sou discriminado"

Wanderley Liberato compartilhou uma postagem.
BBC: Com 25 anos de Congresso, Bolsonaro consegue aprovar 1ª emenda; "Sou discriminado"
Ricardo Senra - @ricksenra Da BBC Brasil em Londres - 17/06/2015 - 15:15 "Alguns projetos eu dou para (outro) deputado apresentar porque, se pintar meu nome, não vai para frente", alega o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) acaba de completar 25 anos ininterrup...
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BBC: Com 25 anos de Congresso, Bolsonaro consegue aprovar 1ª emenda; "Sou discriminado"
Ricardo Senra - @ricksenraDa BBC Brasil em Londres - 17/06/2015 - 15:15 "Alguns projetos eu dou para (outro) deputado apresentar porque, se pintar...

Doações em queda

http://oglobo.globo.com/

Saúde


 
Doações de nações ricas para saúde de países pobres tem estagnação e queda desde 2010. http://glo.bo/1N24Wvv

Relatório mostra que ajuda humanitária aumentou a partir de 2000, mas caiu nos últimos anos

por

Foto: AP
A menina somali Aden Salaad, de dois anos, olha para a mãe enquanto é banhada em hospital da instituição Médicos Sem Fronteiras em campo de refufgiados no Quênia, em 2011: guerras, fome e falta de assistência à saúde provocam milhares de vítimas na África Subsaariana - AP/Rebecca Blackwell
RIO – Os investimentos das nações ricas em programas de saúde nos países pobres e em desenvolvimento atingiram quase meio trilhão de dólares desde 1990, mostra o relatório “Financing Global Health 2014”, publicado nesta terça-feira no periódico científico “Jama”, editado pela Associação Médica Americana. Segundo o levantamento, o sexto do tipo realizado pelo Instituto de Métricas de Avaliação em Saúde (IHME, na sigla em inglês), sediado em Seattle, nos EUA, esta forma de ajuda humanitária internacional já vinha aumentando a partir do fim do século XX, mas experimentou um forte crescimento principalmente depois de 2000, quando a Organização das Nações Unidas estabeleceu as chamadas Metas de Desenvolvimento do Milênio (MDM). O relatório mostra, porém, que nos últimos cinco anos este volume passou por estagnação e queda.

- Mesmo que o crescimento dos investimentos tenha parado nos últimos anos, está claro que a ajuda em apoio às Metas de Desenvolvimento do Milênio cresceu a uma taxa excepcional na primeira década em que elas estiveram em vigor – comenta Joseph Dieleman, professor do IHME e principal autor do relatório.
Depois de rápido crescimento de 2000 a 2010, investimento em saúde global ficou estagnado e, de 2013 a 2013, teve queda de 1,6%. Em 2014, o volume total foi de US$ 35,9 bilhões. Se o ritmo continuasse o mesmo da primeira década deste século, US$ 38,4 bilhões a mais em ajuda humanitária teriam sido disponibilizados nos últimos quatro anos.
De acordo com o estudo, entre 1990 e 2014 os países ricos, em geral por meio de seus governos ou instituições filantrópicas, liberaram um total de US$ 458 bilhões para projetos de manutenção ou melhoria dos serviços de saúde das nações mais pobres no planeta. Deste volume, quase 60% dos recursos foram direcionados a áreas relativas a três das oito MDM relacionadas a questões de saúde – saúde infantil, saúde das mães e doenças infeciosas -, distribuídos da seguinte forma: 28% a programas que atendem mães, bebês e crianças; 23,2% para pesquisa, prevenção e tratamento de HIV/Aids; 4,3% para malária; 2,8% para tuberculose; e 1,5% para doenças não comunicáveis.
Diante disso, a África Subsaariana, região do planeta que concentra alguns dos países mais pobres do mundo, foi o principal destino da ajuda para alcançar os objetivos das MDM entre 2000 e 2012 (último ano para o qual o relatório tem os números fechados), com US$ 80,6 bilhões, seguida pela América Latina e Caribe (US$ 22 bilhões), Sul da Ásia (US$ 21,4 bilhões) e Leste da Ásia e Pacífico (US$ 19,6 bilhões). Já outros US$ 33,5 bilhões foram destinados a iniciativas globais, enquanto US$ 106 bilhões não puderam ser alocados para uma região, país ou destinação específica.
De acordo com o relatório, o governo dos EUA foi o maior doador deste tipo de ajuda, fornecendo US$ 143,1 bilhões, ou 31,2% do total, entre 1990 e 2014. Em segundo lugar ficaram instituições filantrópicas privadas lideradas por nomes como a Fundação Bill & Melinda Gates, com US$ 69,9 bilhões, seguidas pelo governo do Reino Unido, com US$ 32,6 bilhões no mesmo período. Assim, um dos principais problemas identificados pelo relatório é excesso de dependência dos programas à ajuda vinda dos EUA, seja governamental ou privada, em especial nas áreas de HIV/Aids e malária.
- À medida que a era das MDM chega ao fim, a mortalidade maternal e infantil, HIV/Aids, tuberculose e malária continuam entre as maiores ameaças à saúde na África Subsaariana – destaca Christopher Murray, coautor do relatório e integrante do Centro para Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês), também sediado nos EUA. - Como o governo dos EUA é o principal financiador da ajuda para o desenvolvimento em HIV/Aids e malária, os investimentos no combate a estas doenças estão mais vulneráveis a mudanças políticas e econômicas do que a assistência à saúde maternal e infantil, que se beneficia um uma base de doadores mais ampla.
Assim, os autores do relatório ressaltam a importância de estudos como este para identificar os potenciais e as vulnerabilidades dos mecanismos de ajuda humanitária na área de saúde, permitindo um melhor conhecimento e entendimento sobre suas fontes, os canais pelos quais ela passa e seus destinos prioritários, “auxiliando a identificar onde as lacunas no financiamento persistem e onde intervenções de maior custo-benefício podem salvar vidas”, concluem.

Cuidado com a "religião" que te vendem!

E tu compras!! 

O Perigo da Religião
Liberte Sua Mente



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Liberte Sua Mente

Compartilhada publicamente  -  23 de fev de 2015

Religião significa uma luta contra a vida, pela figura inexistente. Comumente ela significa que "Deus" é a meta e a vida tem que ser negada e enfrentada. A vida tem que ser sacrificada e "Deus" tem que ser alcançada.
Essa religião comum não é religião. Essa religião só é uma parte da mente comum, violenta e agressiva.


Liberte Sua Mente

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O SALVADOR DA PÁTRIA
O SALVADOR DA PÁTRIA "Lá vou eu de novo, um tanto assustado com Ali-Baba e os 40 ladrões..." - Raul Seixas Você já se perguntou por que ninguém reage antes de uma onda infame de opressão e abuso de todos os tipos que estão sofrendo? Não é desconcertante que...
O SALVADOR DA PÁTRIA "Lá vou eu de novo, um tanto assustado com Ali-Baba e os 40 ladrões..." - Raul Seixas Você já se perguntou por que ninguém reage antes de uma onda infame de opressão e abuso de todos os tipos que e...



Liberte Sua Mente

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A VERDADEIRA FACETA DO PROTESTANTISMO RELIGIOSO

http://perigoreligioso15.blogspot.com.br/…/a-verdadeira-fac…
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