segunda-feira, 6 de abril de 2015

LIVRO DE 1500 ANOS (MUITO MAIS ANTIGO QUE A BÍBLIA)

Liberte Sua Mente
 
Quem de fato morreu na cruz? LIVRO DE 1500 ANOS (MUITO MAIS ANTIGO QUE A BÍBLIA)
Trecho de 320.000 ANOS - O LIVRO Dos 80 sistemas solares sob o domínio do grupo de Anunnakis comandado por Anu, aquele que na Terra se colocou como “deus” e tam bém como “diabo”, a ordem a seus comandados foi de inverter tudo relacionado à criação aprisiona...

Trecho de 320.000 ANOS - O LIVRO Dos 80 sistemas solares sob o domínio do grupo de Anunnakis comandado por Anu, aquele que na Terra se colocou como “deus” e também como “diabo”, a ordem a seus comandados foi de inverter tudo relacionado à criação aprisionada (humanidade). É simples e extremamente eficiente inverter os valores, sentidos e significados de tudo, inclusive a visão ótica dos seres. Os humanos sofreram uma manipulação genética que inverteu a sua visão {V2P127} (reconhecido pela própria ciência humana).
As inversões, além de serem regras de manipulação, em muitas situações eram também usadas como deboche sobre as dores e valores dos humanos. Um exemplo de inversão debochada, foi com relação ao culto dos humanos sobre a imagem de Jesus crucificado. Sempre houve a manipulação da história através das religiões. As religiões, todas, sem exceção, são criações de Anu (deus) e seus comandados. Sobre a suposta imagem de Jesus na cruz, na verdade quem foi crucificado foi Judas Iscariotes. Portanto, esta inversão debochada, fez com que a humanidade cultuasse a imagem de Judas, e não a imagem de Jesus.

 A vinda do Cristo, pois o nome Jesus era apenas de uma personalidade que animava o seu corpo físico, fazia parte do plano inicial de liberação do planeta Terra. Os anunnakis, liderados por deus (Anu), quando se deram conta do nascimento de um ser (Jesus), membro da equipe da geneticista siriana responsável pela criação (humanidade), implantada no planeta Terra, eles fizeram tudo que era possível para que o desenvolvimento da primeira parte do plano fosse prejudicado. As primeiras ações foram todas as formas de perseguições a Jesus enquanto o mesmo ainda não teria “re-acessado” a sua consciência de que ele tratava-se do Cristo {V2P234}. Muitas ações contra a primeira equipe de solo foram promovidas, mas mesmo assim o que deveria ser feito, assim o foi e com louvor. Desconfiados e sem alcançar os resultados vibratórios {V2P188}, os anunnakis, que sempre tiveram cuidados com as inversões e manipulações, principalmente através das religiões, monitoraram todos os registros históricos e arqueológicos, para que a verdade sempre sofresse as suas inversões para que a humanidade jamais pudesse alcançar a verdade.
O Cristo, depois de concluir as suas missões em prol da humanidade aprisionada por deus (Anu), partiu deste planeta numa embarcação de Luz ainda usando o corpo físico que se chamava Jesus. Cientes disso, os anunnakis criaram uma “versão bem dolorosa” do ponto de vista emocional humano, pois a emoção é a maior vulnerabilidade dos humanos (inserida no cérebro reptiliano dos humanos {V2P134}), esta é a versão contada pelas religiões, a do Cristo crucificado, que na verdade foi Judas Iscariotes, o crucificado.
(continua)

Aécio deixa rombo de R$ 7,2 bilhões em Minas

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O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, apresentou nesta segunda-feira (6) o resultado de uma auditoria que identificou a real situação em que o estado foi encontrado no início de 2015, após 12 anos de gestão do PDSB. Segundo levantamento, o chamad...
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, apresentou nesta segunda-feira (6) o resultado de uma auditoria que identificou a real situação em que o estado foi encontrado no início de 2015, após 12 anos de gestão do PDSB...

Os Professores

Os Professores





Achei por muito tempo que ia ser professor. Tinha pensado em livros a vida inteira, era-me imperiosa a dedicação a aprender e não guardava dúvidas acerca da importância de ensinar. Lembrava-me de alguns professores como se fossem família ou amores proibidos. Tive uma professora tão bonita e simpática que me serviu de padrão de felicidade absoluta ao menos entre os meus treze e os quinze anos de idade.
A escola, como mundo completo, podia ser esse lugar perfeito de liberdade intelectual, de liberdade superior, onde cada indivíduo se vota a encontrar o seu mais genuíno, honesto, caminho. Os professores são quem ainda pode, por delicado e precioso ofício, tornar-se o caminho das pedras na porcaria do mundo em que o mundo se tem vindo a tornar.
Nunca tive exatamente de ensinar ninguém. Orientei uns cursos breves, a muito custo, e tento explicar umas clarividências ao cão que tenho há umas semanas. Sinto-me sempre mais afetivo do que efetivo na passagem do testemunho. Quero muito que o Freud, o meu cão, entenda que estabeleço regras para que tenhamos uma vida melhor, mas não suporto a tristeza dele quando lhe ralho ou o fecho meia hora na marquise. Sei perfeitamente que não tenho pedagogia, não estudei didática, não sou senão um tipo intuitivo e atabalhoado. Mas sei, e disso não tenho dúvida, que há quem saiba transmitir conhecimentos e que transmitir conhecimentos é como criar de novo aquele que os recebe.
Os alunos nascem diante dos professores, uma e outra vez. Surgem de dentro de si mesmos a partir do entusiasmo e das palavras dos professores que os transformam em melhores versões. Quantas vezes me senti outro depois de uma aula brilhante. Punha-me a caminho de casa como se tivesse crescido um palmo inteiro durante cinquenta minutos. Como se fosse muito mais gente. Cheio de um orgulho comovido por haver tantos assuntos incríveis para se discutir e por merecer que alguém os discutisse comigo.
Houve um dia, numa aula de História do sétimo ano, em que falámos das estátuas da Roma antiga. Respondi à professora, uma gorduchinha toda contente e que me deixava contente também, que eram os olhos que induziam a sensação de vida às figuras de pedra. A senhora regozijou. Disse que eu estava muito certo. Iluminei-me todo, não por ter sido o mais rápido a descortinar aquela solução, mas porque tínhamos visto imagens das estátuas mais deslumbrantes do mundo e eu estava esmagado de beleza. Quando me elogiou a resposta, a minha professora contente apenas me premiou a maravilha que era, na verdade, a capacidade de induzir maravilha que ela própria tinha. Estávamos, naquela sala de aula, ao menos nós os dois, felizes. Profundamente felizes.
Talvez estas coisas só tenham uma importância nostálgica do tempo da meninice, mas é verdade que quando estive em Florença me doíam os olhos diante das estátuas que vira em reproduções no sétimo ano da escola. E o meu coração galopava como se tivesse a cumprir uma sedução antiga, um amor que começara muito antigamente, se não inteiramente criado por uma professora, sem dúvida que potenciado e acarinhado por uma professora. Todo o amor que nos oferecem ou potenciam é a mais preciosa dádiva possível.
Dá-me isto agora porque me ando a convencer de que temos um governo que odeia o seu próprio povo. E porque me parece que perseguir e tomar os professores como má gente é destruir a nossa própria casa. Os professores são extensões óbvias dos pais, dos encarregados pela educação de algum miúdo, e massacrá-los é como pedir que não sejam capazes de cuidar da maravilha que é a meninice dos nossos miúdos, que é pior do que nos arrancarem telhas da casa, é pior do que perder a casa, é pior do que comer apenas sopa todos os dias.
Estragar os nossos miúdos é o fim do mundo. Estragar os professores, e as escolas, que são fundamentais para melhorarem os nossos miúdos, é o fim do mundo. Nas escolas reside a esperança toda de que, um dia, o mundo seja um condomínio de gente bem formada, apaziguada com a sua condição mortal mas esforçada para se transcender no alcance da felicidade. E a felicidade, disso já sabemos todos, não é individual. É obrigatoriamente uma conquista para um coletivo. Porque sozinhos por natureza andam os destituídos de afeto.
As escolas não podem ser transformadas em lugares de guerra. Os professores não podem ser reduzidos a burocratas e não são elásticos. Não é indiferente ensinar vinte ou trinta pessoas ao mesmo tempo. Os alunos não podem abdicar da maravilha nem do entusiasmo do conhecimento. E um país que forma os seus cidadãos e depois os exporta sem piedade e por qualquer preço é um país que enlouqueceu. Um país que não se ocupa com a delicada tarefa de educar, não serve para nada. Está a suicidar-se. Odeia e odeia-se.


in Autobiografia Imaginária, de Valter Hugo Mãe, no JL Jornal de Letras, Artes e Ideias, Ano XXII, Nº 1095, 19.09.2012 
Nota: 
sublinhados meus.

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