segunda-feira, 23 de março de 2015

campanha de morte do governo Dilma

publicação em andradetalis

Plano de saúde HapVida faz campanha de morte do governo Dilma

by Talis Andrade
Para derrubar a CPI dos Planos de Saúde, uma campanha vem sendo realizada contra o Governo Dilma Rousseff.
No monopólio dos Associados no Nordeste, adquirido pela HapVida, rádios, televisões e jornais do grupo pregam abertamente o golpe militar.
Manchete de hoje
DP

No jornalismo on line, a HapVida divulga memes que são cartazetes de propaganda política.

pesquisa do se
Eis o tipo de pesquisa safada, divulgada por um jornal de propriedade de um plano de saúde interessado no golpe, que faz a apologia da ditadura militar.
SE a eleição fosse hoje, Lula derrotaria Fernando Collor (eleito em 1989), derrotaria Fernando Henrique (eleito em 1994), derrotaria, novamente, Fernando Henrique (eleito em 1998).
Pesquisa do SE é jornalismo rasteiro, para fazer propaganda duvidosa.
SE Chatô não tivesse criado o sistema de condomínio, os Associados continuariam sendo o maior império jornalístico da América Latina - o Diário de Pernambuco não teria sido vendido, a preço de banana, para o Grupo HapVida.
SE Aécio não fosse acionista do Estado de Minas, o faturamento
do jornal não teria sido tão lucrativo nos governos de Aécio e Anastasia. Quantos milhões investidos?
A Confederação Nacional dos Transportes, que pagou a pesquisa do SE, patrocinou, este mês, um boicote promovido por frotas de caminhões de carga, para desestabilizar o governo de Dilma.
Veja o titulo escandaloso do DP da HapVida:
Avaliação do governo Dilma é negativa para 64,8% dos brasileiros aponta pesquisa
O governo da presidente Dilma Rousseff atingiu a pior avaliação positiva medida pela pesquisa Confederação Nacional dos Transportes (CNT)/MDA desde outubro de 1999. Segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (23), o governo da petista é avaliado positivamente por 10,8% dos entrevistados, em comparação a 8% alcançados no segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
Apenas 1,9% considerou o governo Dilma como "ótimo" e 8,9% dos entrevistados o avaliaram como "bom". Para 23,6% dos entrevistados, a administração Dilma é "regular", de acordo com a CNT/MDA.
A mesma pesquisa mostra que a avaliação negativa do governo Dilma está em 64,8%. Esse é o índice mais elevado desde setembro de 1999.
Dos consultados pela pesquisa atual, 19,2% disseram que o governo Dilma é "ruim" e 45,6% afirmaram que ele é "péssimo". A porcentagem dos entrevistados que não souberam ou não responderam é de 0,8%. Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 137 municípios do País, entre os dias 16 e 19 de março de 2015.
Já quando se trata da situação política atual, se a eleição presidencial fosse hoje, 55,7% das pessoas entrevistadas teriam votado em Aécio Neves no 2º turno, 16,6% em Dilma Rousseff e 22,3% teriam votado em branco ou nulo.
Também houve aumento expressivo da desaprovação do desempenho pessoal da presidente Dilma à frente do Palácio do Planalto. A desaprovação atingiu 77,7% e a aprovação está em 18,9%. Dentre os entrevistados, 3,4% não souberam ou não responderam.
O último levantamento CNT/MDA sobre a popularidade da presidente foi feito em setembro do ano passado. À época, a avaliação positiva do governo estava em 41% e a negativa, em 23,5%. Já o desempenho pessoal da petista era aprovado por 55,6% dos consultados e desaprovado por 40,1%.
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ser ou não ser

ser ou não ser

A aceitação de provas ilícitas: ser ou não ser

A Operação Castelo de Areia foi anulada porque a Justiça aceitou a tese do fruto contaminado: uma prova obtida de maneira ilegal. Advogados insuspeitos, que estudaram o processo, garantem que a operação foi tecnicamente perfeita. Começou com uma denúncia anônima mas, depois, foi inteiramente fundamentada em outros elementos de prova. Prevaleceu o julgamento subjetivo do tribunal.
 
Segundo pessoas que manusearam o inquérito, havia abundância de provas de contribuições políticas e até de acertos com empreiteiras para livrar os principais executivos da responsabilização pelo buraco do Metrô.
 
Agora, o pacote anticorrupção do Ministério Público Federal (MPF) propõe que provas obtidas de forma ilegal possam ser consideradas, dependendo do benefício que trouxerem para a sociedade. Mais uma vez, a aferição desse benefício dependerá da análise subjetiva do juiz.
 
Atualmente, o conceito de ilegalidade de prova é tão elástico que pode ser manobrado contra a acusação. Agora pretende-se que essa elasticidade possa ser utilizada contra os réus. É evidente que hoje em dia existe uma distorção, mas pretende-se trocá-la por outra, com sinal contrário.
 
Seria mais razoável propor uma caracterização menos drástica para o conceito do fruto proibido, de maneira a não servir de álibi para manobras da defesa.
 
O MPF tem a gana do acusador - e tem que ser assim. Mas a Lava Jato mostra desprezo em relação a princípios básicos de direitos individuais, com o uso abusivo do chamado clamor das ruas, inconcebível em um operador do direito.
 
As parcerias com os grupos de mídia, sabendo-se que representam interesses comerciais e políticos, mostra uma falta de filtro sobre os procuradores e um estímulo ao ativismo político e midiático - algo que se pensava superado desde os tempos de Luiz Francisco e Guilherme Schelb. 
 
Dotá-lo de um poder ilimitado - com a aceitação indiscriminada de provas ilícitas - não será bom para se fazer justiça. Da mesma maneira que não é bom para a justiça esse conceito tão elástico de ilegalidade de provas.

NÃO RESPEITO MEU ÓDIO, PORQUE RESPEITARIA O SEU?

proprietário

 
NÃO RESPEITO MEU ÓDIO, PORQUE RESPEITARIA O SEU?
Não tem coisa que mais me irrite que esse odiozinho nefasto que a TV em especial a RG, e os pais de meninos mimados colocaram na cabeça das pessoas contra a esquerda, não se enganem, é isso mesmo: Na década de 80 e 90, e ainda hoje, qualquer organização, entre elas os partidos trabalhistas e socialistas, além de outros, no qual eu estava incluído, fazia uma greve ou manifestação, o meios de comunicação de um modo geral, distorcia tudo e botava imagens de pessoas que nada tinham haver fazendo arruaça. Quando começa a registrar imagens das manifestações, a primeira que vem é de uma bomba, e muitas vezes nem é da mesma manifestação. Odeio mentira, odeio jornalismo tendencioso,e isso não é de hoje, ja escrevi coisas sobre isso. Estive no manifesto dos professores na frente da Secretaria da Educação. na Republica, onde uns mendigos tacaram uma pedra em Mario Covas, e a policia, mesmo sabendo disso, prendeu o professor que liderava a manifestação, e vi a reportagem manipulada depois. Fiquei morrendo de raiva. Não duvidaria muito se esses não foram recrutados para isso em troca de umas refeições...
Não se enganem, quando você procura informações para reforçar esse ódio e não se importa se são verídicas ou não, e divulga, está sendo manipulado. Se dá vazão ao preconceito da generalização, sem conhecer as pessoas, dizendo que petistas são lixo, comunistas são lixo, pode ficar certo, como geralmente esse ódio faz com que PT, ESQUERDA, COMUNISMO, E HUMANISTAS SEJAM A MESMA COISA e está me deixando com uma bela pulga, alias um PULGÃO atras da orelha...já vou te olhar meio torto..depois vem alguma coisa relacionada sempre, mas sempre, a Invasão Comunista, Bolsonaro Presidente, Direitos Humanos apoiam bandidos, etc...E não me admira que você odeie tanto o PT e queira tanto que ele saia poder, que comece a ter idéias saudosistas a favor do REGIME MILITAR. E comece, só porque não concordo com você, depois de ler isso, a achar que eu sou petista sendo que não votei na Dilma.
Eu respeito opiniões contrárias e pontos de vistas diferentes, mas não respeito o ódio. Se nem o meu próprio ódio eu respeito, porque respeitaria o seu? Não respeito esse tipo de ponto de vista, porque não é ponto de vista, é estupidez. A mesma estupidez que faz um amigo deixar de gostar do outro, mesmo que esse o ajude e o apoie quando precisa. Não respeito que chamem petistas de lixo, comunistas de lixo, porque isso É ÓDIO e indiretamente fazem referência a esquerda, e eu SOU DE ESQUERDA! Claro que não generalizo, também critico o PT, mas atitudes de qualquer partido, tanto é que não deixo políticos corruptos pra atacar políticos limpos só porque são do PT ou PSDB, porque não odeio o PSDB nem o PT, por exemplo, não fico colocando posts de ódio ao PSDB, não chamo as pessoas que conheço de PSDBISTAS, chamo pelo NOME!. Porque as respeito!
Me irrita porque é só eu colocar alguma coisa referente a direitos humanos ou apoio as minorias, que convém com a linha de raciocínio humanista, que ja me chamam de petista. PO...será que as pessoas não estudam não? Agora claro, eu ODEIO a ditadura, odeio o exército e odeio corrupção, mas uma coisa são os partidos, outras as pessoas que o apoiam. Colocar tudo no mesmo barco ´É ESTUPIDEZ!
Petistas não são corruptos, nem todos, assim como os que apoiam o PSDB, mas tem ai uns caras com ficha suja, não é só o Genuíno não, esse ta preso, mas tem o Maluf, e bater em cachorro morto É ESTUPIDEZ, GENUÌNO E DIRCEU JÁ ESTÃO PRESOS! LULA E FHC NÃO TEM ACUSAÇÕES E KCT MALUF AINDA NÃO FOI PRESO!
Se você é tão doente de ódio contra o PT, a ponto de apoiar Maluf e a Ditadura, eu te recomendo um bom psicólogo, saia desse micro e arranje uma namorada ou namorado, ame sua mãe, porque apoiar as mortes e torturas daquelas pessoas, muitas delas que eu conheci ,eram de boa índole e meu queridos e falecidos amigos, em razão dessas torturas, achando que isso fez bem ao pais, É COISA DE GENTE CRUEL E INSENSÍVEL!
Marcos Pereira

Será que a blindagem irá continuar?

Será que a blindagem irá continuar?????
A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público de São Paulo e iniciou uma nova ação contra 11 empresas acusadas de formar um cartel para obter contratos da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A ação diz respeito a contratos de 2000 a 2007, período em que o estado foi governado pelos tucanos Mário Covas, Geraldo Alckmin, e José Serra. Além de Claudio Lembo, à época no PFL.
A decisão é do juiz Marcos Pimentel Tamassia. A CPTM também vai responder ao processo. Em nota, a companhia afirmou que vai aguardar a decisão final da Justiça para se pronunciar. Os promotores analisaram três contratos para a manutenção preventiva de trens da CPTM. De acordo com a investigação, as multinacionais se uniram para fraudar licitações.
O MP diz que o esquema das fraudes era simples. Quando a licitação era lançada, as empresas negociavam entre elas qual o consórcio ou empresa venceria a disputa. E, para isso, os demais competidores se comprometiam a apresentar propostas com preços maiores. Ao todo, 30 executivos de empresas suspeitas foram denunciados em ações diferentes.
A Promotoria pede nesta ação que os escritórios de todas as empresas envolvidas sejam fechados no Brasil porque elas não agiam de boa-fé na execução dos contratos. O MP também quer que as empresas paguem uma indenização de quase R$ 2,5 bilhões ao Estado.
“Nós entendemos que essas empresas, essas sociedades empresárias, não cumprem o seu papel social. [Elas] Se formaram apenas para atividades ilícitas e para forjar contratos e ganhar contratos através de fraudes licitatórias”, explicou o promotor Marcelo Mikani.
São rés as empresas Siemens, Alstom, Bombardier, Mitsui, Temoinsa, Tejofran, MPE, MGE, Ttrans e CAF (a espanhola e sua filial brasileira).
(…)
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/justica-aceita-denuncia-contra-cartel-de-trens-em-sao-paulo/
20:31
Nem sonhando é possível acreditar que a blindagem vai acabar. Entendam: os homens são do PSDB, são brancos mesmo não sendo branco, tem até extinto sorbonista.

O que vocês acham?

A pergunta que não quer calar:
PORQUE Aécio, Álvaro Dias e todos os senadores do PSDB não assinaram CPI do HSBC


Algumas (na verdade muitas) pessoas julgaram barato perder suas dignidades em processos históricos passados, presentes e futuros.Mas viver sem dignidade é muito difícil. O tempo passa e as cobranças se avolumam. O que dirão nossos filhos e netos dos esforços dos políticos conservadores atuais para derrubar a democracia? "Fora Dilma" parece ser mais uma frase solta no meio do caos. Mas não é. "Fora Dilma! significa "fora 52% dos cidadãos votantes". Significa fora a Constituinte conquistada a duras penas em 1988. Significa ignorar a escuridão que uma ditadura significa. Tirar Dilma do poder significaria a guerra. Por isso os principais partidos da oposição são contra o impeachment. Eles sabem que numa guerra todos podem perder. Alguns mais que outros.
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novo papel do professor como tendência

novo papel do professor como tendência

Grandes professores: talento natural ou treinamento?

Debate no SXSWEdu, nos EUA, questiona se ensinar é algo que se aprende ou deve ser feito por quem tem habilidade natural
Um bom professor é aquele que nasceu com dom para lecionar ou para exercer a profissão com louvor é preciso aprender a ensinar? Essas duas visões dividiram o palco principal do evento sobre inovações educacionaisSXSWEdu, em Austin, nos Estados Unidos, nesta terça-feira (10) na sessão “Great Instructors: Are They Born or Built?” (“Grandes Professores: eles já nascem sabendo ou são construídos?”, em livre tradução). Para apimentar o debate que mobiliza educadores e tomadores de decisão naquele país, uma dupla com casamento marcado – mas visões bem distintas – expôs suas convicções, como se tivessem tendo uma conversa na cozinha de casa, cada um tentando convencer não apenas o outro, mas toda a audiência do seu ponto de vista.
Elizabeth Green, cofundadora da Chalkbeat, uma ONG americana de jornalismo que trata de mudanças educacionais e autora do best-seller “Building a Better Teacher” (“Construindo um professor melhor”, em livre tradução), acredita que ninguém nasce sabendo ser um grande professor. Para ela, bons educadores dominam a ciência da empatia, uma vez que além da resposta correta, devem saber o que faz o aluno errar. “Professores são como médicos, que diagnosticam erros, mas eles não têm apenas um aluno por vez. Achar que eles nascem sabendo isso não é apenas um erro, mas uma temeridade, porque os deixa solitários nessa tarefa”, afirmou.
SXSWEdu Professorescrédito kbuntu / Fotolia.com

De outro lado, o seu namorado, David Epstein, repórter da ProPublica e também autor de um best-seller, o “The Sports Gene” (“O gene do esporte”), defende que pessoas com facilidade nata para tarefas difíceis, como ensinar, naturalmente melhoram suas habilidades mais rapidamente. Sua teoria ficou famosa aplicada ao esporte a partir de seu livro, em que ele questiona a “regra das 10.000 horas”, segundo a qual qualquer pessoa que praticar uma habilidade por todo esse tempo vai se tornar uma especialista. Para o jornalista, algumas pessoas aprendem mais em menos horas. “O seu hardware não faz nada sem o software certo, mas se você tem esse software, o seu hardware faz uma diferença enorme”, afirmou.
O debate bem humorado teve alguns momentos propositalmente combativos, passou por questões filosóficas, econômicas, educacionais e relacionadas a políticas públicas dos Estados Unidos, sugerindo bons pontos de reflexão para o desafio de qualificar professores brasileiros. Enquanto Epstein diz que “professores mais inteligentes formam alunos mais inteligentes”, Green, que é mais ligada à área da educação, tentou conquistar a simpatia da plateia composta em maioria por educadores explicando que nem sempre um matemático ensina melhor que um professor que conhece menos da ciência dos números, mas mais da ciência de ensinar. Também defendeu que do ponto de vista de políticas públicas essa tese não se sustenta.
Segundo ela, existem 3,8 milhões de professores nos EUA, número superior ao de advogados, jornalistas, médicos e engenheiros, por exemplo.  “Abrir mão dos piores professores não resolve o problema dos que estão na média e dos que vão entrar no mercado”, afirmou. Ela ainda acrescentou que uma experiência do programa Teach for America, que buscou recrutar há 20 anos os melhores alunos do ensino médio para se tornarem professores, não surtiu resultados significativos. “Eles não se tornaram melhores professores”, afirmou.
“O que importa não é quem é o professor, mas o que acontece quando ele chega na sala de aula”
No Brasil, a baixa atratividade da carreira faz com que muitos jovens que procuram a profissão sejam oriundos de classes baixas com defasagem em sua formação, o que preocupa gestores da área, que assim como David Epstein acreditam que para melhorar a qualidade da educação é preciso contratar os profissionais com melhor formação cognitiva e melhores condições de ensinar, como ocorre em países como a Finlândia e a Coreia do Sul, cujos alunos se saem bem em testes de aprendizado. Ele também apoiou o uso da tecnologia para que bons professores impactem mais alunos.
Contra esse argumento, Green lamenta que a educação utilize inspirações equivocadas de outras áreas, como esporte. Para ela, os educadores não precisam se tornar heróis como são os grandes esportistas, mas é preciso dar a mesmo suporte para a inovação que é fornecido aos atletas. Para ilustrar, usou o exemplo do Japão, onde “o que importa não é quem é o professor, mas o que acontece quando ele chega na sala de aula”. “Ao contrário daqui [EUA], em que ensinar é um ato privado, lá é público. Professores são observados por mentores e colegas, e boas práticas são compartilhadas e melhoradas constantemente”, contou, após uma hora de troca de opiniões, que se não serviram para convencer ou mudar a ideia dos presentes, pelo menos ajudaram a reforçar convicções com bons dados. Uma última pergunta da plateia ao casal ainda mostrou que talvez nem eles não estejam em lados tão opostos: “Não seria o caso de contratar os melhores e dar o melhor treinamento a eles?”.
A editora do Porvir, Tatiana Klix, acompanha o SXSWedu de Austin.

Mapa secreto de los 63 pueblos donde se experimentan nuevos cultivos transgénicos

Amigos de la Tierra ha hecho pública la localización exacta de los campos donde se ha solicitado experimentar con cultivos transgénicos en España en 2010, unos datos hasta ahora secretos.
Son en total más de cien parcelas repartidas en 63 municipios donde multinacionales como Monsanto, Syngenta, Bayer o Pioneer tienen planeado realizar experimentos con maíz, remolacha y algodón transgénico para ver qué tal funcionan. Amigos de la Tierra considera que los agricultores, vecinos y ayuntamientos tienen derecho a conocer su localización exacta, aunque resulte imposible poder protegerse de una contaminación genética e invisible cada vez más generalizada.
Decían que iban a respetar los espacios protegidos, pero era mentira. Varios experimentos de Monsanto con maíces transgénicos se encuentran en la Reserva de la Biosfera de la Mancha Húmeda, en Daimiel, mientras que Syngenta pretende probar fortuna con remolacha transgénica en una ZEPA (Zona Especial de Protección de Aves) de Castilla y León.
Según la asociación ecologista, España acoge el 42% de todos los experimentos con transgénicos al aire libre realizados en la Unión Europea en los últimos años. Dicho de otra manera, nuestro país se ha convertido en el campo de pruebas favorito de las multinacionales.
Hasta ahora la localización de los campos experimentales con transgénicos era confidencial. Pero una reciente sentencia del Tribunal Europeo de Justicia ha amparado el derecho a que esta información esté a disposición pública.
A continuación puedes ver un listado y un mapa de los municipios en los que se ha solicitado experimentar, el transgénico que se quiere cultivar y los datos para localizarlo (provincia, municipio, polígono y parcela). Si quieres situar la parcela exacta en un mapa, sólo tienes que introducir estos datos en el programa de identificación de parcelas agrícolas del Ministerio (SIGPAC)
Importante: El Ministerio facilita las parcelas propuestas inicialmente por las empresas, pero advierte de que luego suelen elegirse sólo algunas de ellas. Por lo tanto, lo que se recoge en este mapa son las previstas, no las finalmente utilizadas.
¿Aparece tu pueblo en la lista?
Además de estos ensayos experimentales, España sigue cultivando 76.000 hectáreas del maíz transgénico MON 810 de forma comercial, sin que tengamos posibilidad de saber dónde se cultivan ni dónde acaban. Otra razón más para que no me gusten los transgénicos.¿Cuántas más hacen falta para poner fin a esta irresponsabilidad?

A maldade humana não ter limites: Prostituição Animal.

PROSTITUIÇÃO ANIMAL. A maldade humana parece não ter limites: fêmeas de orangotango estão sendo usadas como escravas sexuais na Ásia. Segundo os relatos da Borneo Orangutan Survival (BOS), uma organização não governamental que resgata animais vítimas de maus tratos, os traficantes matam as mães para pegar os filhotes, selecionam as fêmeas, que são levadas e cuidadas até que atinjam a idade para “trabalhar”.

Um dos casos mais famosos aconteceu em 2012, quando uma fêmea de orangotango chamada Pony foi resgatada de um bordel. O resgate foi bastante tumultuado e cerca de 30 policias precisaram fazer parte da operação, haja vista a resistência e violência dos donos do estabelecimento, para evitar que a “prostituta” fosse levada.
(Pony no bordel e na ilha Bangamat)
Pony foi encontrada amarrada na cama, com os pêlos raspados, de banho tomado, com batom nos lábios e com bastante perfume. A fêmea sofria abusos diários e ficava à disposição dos clientes em uma casa de prostituição no centro de Bornéu, território da Indonésia. É a zoofilia em seu estágio de "evolução".

Após o resgate, Pony foi morar em uma ilha chamada Bangamat, onde aos poucos foi se readaptando ao novo (e merecido) habitat.

"a orgulhosa vanguarda do atraso"

O domínio da elite paulista ou "a orgulhosa vanguarda do atraso", por Luciano Martins Costa


  A Folha de S. Paulo, em 22/12/14, traz resultado de pesquisa Datafolha segundo a qual os paulistanos são vistos por um número crescente de brasileiros como invejosos, egoístas e orgulhosos.

OLHAR SOBRE SÃO PAULO

A orgulhosa vanguarda do atraso

Por Luciano Martins Costa em 22/12/2014 na edição 829 do Observatório da Imprensa
Os dois jornais paulistas que dominam a cena da imprensa escrita no Brasil voltam a atenção para o território onde têm suas bases. O Estado de S. Paulo publica, na edição de segunda-feira (22/12), um novo painel sobre o aumento da criminalidade na capital e no interior. A Folha de S. Paulo, por sua vez, traz resultado de pesquisa Datafolha segundo a qual os paulistanos são vistos por um número crescente de brasileiros como invejosos, egoístas e orgulhosos.
As duas reportagens se cruzam em alguns pontos, mas os textos e gráficos publicados reduzem a perspectiva do leitor a aspectos formais dos temas abordados, evitando um olhar para questões mais profundas, tanto do aumento da violência como da deterioração da imagem dos paulistas. Embora a Folha cite, de passagem, que a polarização das últimas eleições possa ter afetado a visão que o resto do país tem dos habitantes de São Paulo, faltou penetrar um pouco mais fundo nas causas dessa polarização.
No que se refere ao problema da criminalidade e da violência, mais uma vez a imprensa é conduzida por estatísticas oficiais, sem investir em dados paralelos que permitiriam mensurar o fenômeno num campo mais amplo do que aquele determinado pela ação de delinquentes ou pelos confrontos entre os criminosos e agentes públicos. Ficam parcialmente fora das análises os atos violentos praticados por cidadãos sem histórico de delitos, o que seria importante para o estudo da violência na rotina da sociedade.
Visto das estatísticas que apenas levam em conta boletins de ocorrência de assaltos, furtos, homicídios e latrocínios, o quadro se limita a contabilizar a atividade do crime contumaz ou organizado, que tem sempre um importante fator de sazonalidade. Por exemplo, em determinadas épocas aumenta o roubo de carga, em outros períodos cresce o furto de telefones celulares, e o assalto a bancos pode aumentar quando se intensifica a repressão ao tráfico de drogas.
Sem essa abordagem complexa, o noticiário apenas reproduz os gráficos da polícia que, como admitem as próprias autoridades, são distorcidos por fatores banais, como a isenção de taxa para a emissão de documentos em caso de roubo ou furto: supõe-se que muita gente registra boletins falsos para não ter que pagar pela emissão de uma nova carteira de identidade.
Perfil reacionário
No caso da pesquisa Datafolha, segundo a qual a imagem dos paulistas piorou, nos últimos onze anos, do ponto de vista dos outros brasileiros, a análise se concentra no fato de que o estado de São Paulo tem perdido importância relativa com o processo de redução das desigualdades regionais. A capital paulista cresce num ritmo menor do que o Nordeste, por exemplo, e isso a torna menos atraente, enquanto a melhoria das condições de vida em outras regiões reduz a necessidade de migrar em busca de bem-estar.

Folha de S. Paulo se refere ao perfil político que foi diferenciando os paulistas dos outros brasileiros nos últimos anos, mas não faz uma relação entre a questão das escolhas eleitorais e a realidade criada pelas políticas nacionais de redução da pobreza. “Pelo menos desde 2006, o comportamento eleitoral dos paulistas – e mais fortemente, dos paulistanos – destoa do comportamento dos eleitores do Nordeste. Enquanto São Paulo consolidou-se como maior reduto do PSDB, os Estados nordestinos firmaram-se como celeiro de votos do PT”, diz o jornal.
O que não está dito é que uma parcela importante do eleitorado paulista, e, como reflexo disso, da própria sociedade paulista, vem se tornando mais conservadora, e essa característica define um comportamento que é visto, de outras regiões, como sinal de egoísmo e arrogância.
À medida que se comprovam os resultados econômicos de políticas sociais que reduzem as diferenças regionais pela diminuição da pobreza, quebra-se a histórica hegemonia de São Paulo sobre o resto do país e surgem os dois sentimentos presentes na percepção dos brasileiros: os paulistas se tornam ressentidos e reagem com manifestações de desprezo e preconceito.
O estudo do Datafolha mostra com clareza que os demais brasileiros notam o recrudescimento de um sentimento de superioridade dos paulistas, que foi bastante manifestado após a eleição presidencial. Mas a pesquisa passa ao largo de um ponto importante: ao omitir, durante anos, os benefícios da política econômica de interesse social, e ao se comportar como um partido político conservador, a mídia tradicional tem contribuído para forjar esse perfil justamente na região onde tem mais influência.
Não estranha que milhões de reacionários com elevado grau de educação formal e alta renda se mostrem tão orgulhosos de compor a vanguarda do atraso.