sábado, 21 de março de 2015

Silêncio

Silêncio
Caro(a),

boa noite.
Comunicamos que foi publicado novo texto no BLOG DA REA:

Pe. ALFREDO J. GONÇALVES, cs
À primeira vista, escrever sobre o Silêncio não deixa de parecer uma contradição. Mas logo nos damos conta que a contradição é apenas aparente, superficial. O silêncio, de fato, constitui a fonte primordial e mais cristalina da palavra: palavra viva, libertadora, criativa e autêntica. É somente no terreno fértil do silêncio que ela – a palavra – cria raízes, nasce, cresce, desenvolve-se e produz folhas, flores e frutos... LEIA NA ÍNTEGRA: https://espacoacademico.wordpress.com/2015/03/21/silencio/

Permanecemos abertos às contribuições, críticas e sugestões.
Muito obrigado.

Abraços e ótimo final de semana,

o mundo pode acabar

Conheça as três formas pelas quais o mundo pode acabar

Link to HypeScience

Posted: 20 Mar 2015 11:00 AM PDT

Enquanto sabemos que o universo vai acabar um dia, não sabemos como. Três hipóteses são mais prováveis: Grande Ruptura, Grande Congelamento e Grande Colapso Continua...
Posted: 20 Mar 2015 10:26 AM PDT

Pensamos que as coisas são do jeito que são “porque sim”. Mas, na realidade, existe uma razão – importante – para terem sido projetadas dessa forma. Confira Continua...

A lista de deputados e senadores com pendências no STF - Por que só o PT e’ o vilão?

A lista de deputados e senadores com pendências no STF - Por que só o PT e’ o vilão?

Número de parlamentares investigados bate recorde

Levantamento exclusivo da Revista Congresso em Foco mostra que tramitam no Supremo 542 inquéritos e ações contra 224 parlamentares federais. Saiba quem são eles


Ag. Senado
Com 13 acusações, Lindbergh Farias e dois deputados do DEM são os parlamentares com mais pendências no Supremo
Nunca tantos congressistas estiveram sob a mira da Justiça. De cada dez parlamentares, quatro estão pendurados no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de participação em crimes. É o que revela levantamento exclusivo, que ocupa 20 páginas da sétima edição da Revista Congresso em Foco, à venda nas principais bancas (veja onde comprar a revista em Brasília) e também disponível em versão digital (acesso gratuito para assinantes do UOL). São 224 deputados e senadores que respondem a 542 inquéritos e ações penais. Um recorde, desde que o Congresso em Foco começou a fazer, de maneira pioneira, esse tipo de pesquisa, em março de 2004. Veja a lista de deputados e senadores pendurados no Supremo
O número supera em 17% o total de congressistas apurado em nosso levantamento anterior, publicado na terceira edição da revista, em junho do ano passado. Na época, 191 parlamentares estavam sob investigação no Supremo, único foro competente para julgar crimes cometidos por deputados, senadores e outras autoridades.
O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e os deputados Paulo César Quartiero (DEM-RR) e Lira Maia (DEM-PA) são os parlamentares com mais pendências no STF atualmente. Cada um deles é alvo de 13 acusações, considerando ações penais e inquéritos. A bancada federal de sete estados – Acre, Alagoas, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima – tem mais da metade de seus integrantes sob suspeita. No caso do Mato Grosso, 91% dos parlamentares aguardam julgamento de ações ou inquéritos no Supremo. Dentre os partidos, a liderança é do PMDB: 54 dos seus cem congressistas estão às voltas com pendências criminais no STF. A pesquisa foi realizada entre 13 de junho e 14 de agosto de 2013.
Entre as acusações que recaem sobre os parlamentares, há desde crimes graves como homicídio, corrupção e envolvimento com o narcotráfico até denúncias relativas a irregularidades – por vezes, de caráter formal – em campanhas eleitorais. Além de trazer a lista completa dos senadores e deputados federais que respondem a acusações no Supremo, a reportagem traz uma série de gráficos mostrando a evolução dos processos contra congressistas desde 2005; a incidência de denúncias nas principais bancadas dos sindicalistas, ruralistas e evangélicos; e a distribuição das acusações por estados e por partido.
A reportagem também busca respostas para as causas do acúmulo de processos contra políticos no STF. O tema é analisado por juristas e cientistas políticos, que associam o fenômeno principalmente às falhas do sistema judiciário brasileiro e à ineficácia do chamado foro privilegiado, que faz do Supremo o foro exclusivo para julgar crimes de deputados e senadores. O tribunal, na opinião de um dos seus ministros, Marco Aurélio Mello (áudio, exclusivo para assinantes), “está inviabilizado” pela sobrecarga de processos judiciais.
Assine a Revista Congresso em Foco
Veja a lista de deputados e senadores acusados criminalmente
Outros textos sobre parlamentares processados



A lista de deputados e senadores com pendências no STF

Veja quem são os 224 deputados e senadores que respondem a 542 inquéritos e ações penais no Supremo Tribunal Federal

A relação abaixo traz os nomes dos senadores e deputados federais que, segundo levantamento feito pela Revista Congresso em Foco entre 13 de junho e 14 de agosto de 2013, respondiam a acusações criminais no Supremo Tribunal Federal (STF). Todos os parlamentares foram procurados, mas nem todos prestaram esclarecimentos. Veja quem são os parlamentares acusados, quais são as acusações e a íntegra de suas explicações.
Para mais informações sobre o assunto, clique aqui
Senadores
Acir Gurgacz (PDT-RO)
Alfredo Nascimento (PR-AM)
Antônio Russo (PR-MS)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Cícero Lucena (PSDB-PB)
Clésio Andrade (PMDB-MG)
Eduardo Amorim (PSC-SE)
Eduardo Braga (PMDB-AM)
Fernando Collor (PTB-AL)
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Gim Argello (PTB-DF)
Ivo Cassol (PP-RO)
Jader Barbalho (PMDB-PA)
Jayme Campos (DEM-MT)
João Ribeiro (PR-TO)
Jorge Viana (PT-AC)
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Lobão Filho (PMDB-MA)
Luiz Henrique (PMDB-SC)
Marta Suplicy (PT-SP)
Paulo Bauer (PSDB-SC)
Renan Calheiros (PMDB-AL)
Roberto Requião (PMDB-PR)
Romero Jucá (PMDB-RR)
Sérgio Petecão (PSD-AC)
Valdir Raupp (PMDB-RO)
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB)
Wellington Dias (PT-PI)

Deputados
Abelardo Camarinha (PSB-SP)
Abelardo Lupion (DEM-PR)
Ademir Camilo (PSD-MG)
Adrian (PMDB-RJ)
Aelton Freitas (PR-MG)
Afonso Florence (PT-BA)
Alexandre Roso (PSB-RS)
Alexandre Santos (PMDB-RJ)
Alfredo Kaefer (PSDB-PR)
Aline Corrêa (PP-SP)
André Moura (PSC-SE)
André Vargas (PT-PR)
Aníbal Gomes (PMDB-CE)
Anthony Garotinho (PR-RJ)
Antônia Lúcia (PSC-AC)
Antonio Bulhões (PRB-SP)
Arnon Bezerra (PTB-CE)
Arthur Lira (PP-AL)
Asdrúbal Bentes (PMDB-PA)
Assis Carvalho (PT-PI)
Assis Melo (PCdoB-RS)
Benjamin Maranhão (PMDB-PB)
Berinho Bantim (PEN-PR)
Bernardo Santana de Vasconcellos (PR-MG)
Beto Mansur (PP-SP)
Bonifácio de Andrada (PSDB-MG)
Bruno Araújo (PSDB-PE)
Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO)
Carlos Bezerra (PMDB-MT)
Carlos Magno (PP-RO)
Carlos Melles (DEM-MG)
Carlos Souza (PSD-AM)
Celso Jacob (PMDB-RJ)
César Halum (PSD-TO)
Chico das Verduras (PRP-RR)
Cláudio Puty (PT-PA)
Cleber Verde (PRB-MA)
Colbert Martins (PMDB-BA)
Dalva Figueiredo (PT-AP)
Danilo Forte (PMDB-CE)
Décio Lima (PT-SC)
Delegado Protógenes (PCdoB-SP)
Dilceu Sperafico (PP-PR)
Dimas Fabiano (PP-MG)
Domingos Neto (PSB-CE)
Dorinha Seabra (DEM-TO)
Édio Lopes (PMDB-RR)
Edson Ezequiel (PMDB-RJ)
Eduardo Barbosa (PSDB-MG)
Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
Eduardo Gomes (PSDB-TO)
Efraim Filho (DEM-PB)
Eliene Lima (PSD-MT)
Eliseu Padilha (PMDB-MG)
Emanuel Fernandes (PSDB-SP)
Erika Kokay (PT-DF)
Evandro Milhomem (PCdoB-AP)
Fábio Trad (PMDB-MS)
Fátima Pelaes (PMDB-AP)
Félix Mendonça Júnior (PDT-BA)
Fernando Jordão (PMDB-RJ)
Fernando Marroni (PT-RS)
Flávia Morais (PDT-GO)
Flaviano Melo (PMDB-AC)
Francisco Escórcio (PMDB-MA)
Francisco Tenório (PMN-AL)
Gabriel Chalita (PMDB-SP)
Genecias Noronha (PMDB-CE)
Geraldo Magela (PT-DF)
Geraldo Resende (PMDB-MS)
Geraldo Simões (PT-BA)
Giacobo (PR-PR)
Giroto (PMDB-MS)
Gladson Camelli (PP-AC)
Gorete Pereira (PR-CE)
Guilherme Campos (PSD-SP)
Henrique Oliveira (PR-AM)
Hermes Parcianello (PMDB-PR)
Homero Pereira (PSD-MT)
Hugo Napoleão (PSD-PI)
Isaías Silvestre (PSB-MG)
Izalci Lucas (PR-DF)
Jair Bolsonaro (PP-RJ)
Jairo Ataíde (DEM-MG)
Jânio Natal (PRP-BA)
Jaqueline Roriz (PMN-DF)
Jefferson Campos (PSD-SP)
Jhonatan de Jesus (PRB-RR)
Jilmar Tatto (PT-SP)
João Lyra (PSD-AL)
João Magalhães (PMDB-MG)
João Maia (PR-RN)
João Paulo Cunha (PT-SP)
João Paulo Lima (PT-PE)
Jorge Boeira (sem partido-SC)
José Augusto Maia (PTB-PE)
José Genoino (PT-SP)
José Otávio Germano (PP-RS)
José Priante (PMDB-PA)
José Stédile (PSB-RS)
Josué Bengtson (PTB-PA)
Jovair Arantes (PTB-GO)
Júlio Campos (DEM-MT)
Júlio Delgado (PSB-MG)
Júlio Lopes (PP-RJ)
Júlio Semeghini (PSDB-SP)
Leonardo Quintão (PMDB-MG)
Leonardo Vilela (PSDB-GO)
Lincoln Portela (PR-MG)
Lira Maia (DEM-PA)
Luciana Santos (PCdoB-PE)
Luís Tibé (PTdoB-MG)
Luiz Argôlo (PP-BA)
Luiz Nishimori (PSDB-PR)
Marçal Filho (PMDB-MS)
Marcelo Matos (PDT-RJ)
Márcio França (PSB-SP)
Márcio Junqueira (DEM-RR)
Márcio Macêdo (PT-SE)
Marco Feliciano (PSC-SP)
Marco Tebaldi (PSDB-SC)
Marcon (PT-RS)
Marcos Medrado (PDT-BA)
Mário de Oliveira (PSC-MG)
Mário Feitoza (PMDB-CE)
Maurício Quintella Lessa (PR-AL)
Maurício Trindade (PR-BA)
Mauro Benevides (PMDB-CE)
Miguel Corrêa (PT-MG)
Natan Donadon (PMDB-RO)
Nelson Padovani (PSC-PR)
Nelson Pelegrino (PT-BA)
Newton Cardoso (PMDB-MG)
Newton Lima (PT-SP)
Nilda Gondim (PMDB-PB)
Nilson Leitão (PSDB-MT)
Nilton Capixaba (PTB-RO)
Odílio Balbinotti (PMDB-PR)
Osmar Terra (PMDB-RS)
Osvaldo Reis (PMDB-TO)
Oziel Oliveira (PDT-BA)
Paes Landim (PTB-PI)
Paulinho da Força (PDT-SP)
Paulo Cesar Quartiero (DEM-RR)
Paulo Feijó (PMDB-RJ)
Paulo Maluf (PP-SP)
Paulo Pimenta (PT-RS)
Paulo Wagner (PV-RN)
Pedro Henry (PP-MT)
Pedro Novais (PMDB-MA)
Pedro Uczai (PT-SC)
Ratinho Júnior (PSC-PR)
Renan Filho (PMDB-AL)
Roberto Balestra (PP-GO)
Roberto Britto (PP-BA)
Roberto Santiago (PSD-SP)
Rogério Carvalho (PT-SE)
Rogério Marinho (PSDB-RN)
Ronaldo Benedet (PMDB-SC)
Sabino Castelo Branco (PTB-AM)
Sandes Júnior (PP-GO)
Sandro Mabel (PMDB-GO)
Sebastião Bala Rocha (PDT-AP)
Sérgio Moraes (PTB-RS)
Sibá Machado (PT-AC)
Silas Câmara (PSD-AM)
Sueli Vidigal (PDT-ES)
Takayama (PSC-PR)
Urzeni Rocha (PSDB-RR)
Vadão Gomes (PP-SP)
Valdemar Costa Neto (PR-SP)
Valdivino de Oliveira (PSDB-GO)
Valmir Assunção (PT-BA)
Valtenir Pereira (PSB-MT)
Vander Loubet (PT-MS)
Vilalba (PRB-PE)
Vinícius Gurgel (PR-AP)
Vitor Paulo (PRB-RJ)
Walney Rocha (PTB-RJ)
Washigton Reis (PMDB-RJ)
Wellington Fagundes (PR-MT)
Weverton Rocha (PDT-MA)
William Dib (PSDB-SP)
Wladimir Costa (PMDB-PA)
Zé Vieira (PR-MA)
Zequinha Marinho (PSC-PA)
Zoinho (PR-RJ)
Ao arquivo
Após a conclusão deste levantamento, a Procuradoria-Geral da República pediu o arquivamento das investigações contra os seguintes parlamentares, que tinham contra si uma única pendência no Supremo Tribunal Federal:
Senadores
Armando Monteiro (PTB-PE)
Blairo Maggi (PR-MT)
Em 12 de maio de 2014, a assessoria do senador enviou a seguinte mensagem: ”O Inquérito 3355 está arquivado desde 30 de agosto de 2013. O STF declinou da competência na Ação Penal 717, motivo pelo qual a investigação foi remetida à 5ª Vara Federal da Seção Judiciária de Mato Grosso em 17 de outubro de 2013. Não há, portanto, nenhuma ação contra o senador Blairo Maggi tramitando no STF.”
Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Waldemir Moka (PMDB-MS)
Deputados
Antônio Biffi (PT-MS)
Lelo Coimbra (PMDB-ES)
Mendonça Filho (DEM-MS)


Veja também:
Parlamentares pendurados no Supremo batem recorde
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Mais sobre processos contra parlamentares

Quem a corrupção vence?

É possível vencer a corrupção? Como?

http://www.contracorrupcao.org/2013/03/e-possivel-vencer-corrupcao-como.html

O artigo é, por ora, disponibilizado no intuito de enriquecer e majorar as cognições e materiais para o debate público a respeito da corrupção. A transcrição do mesmo não implica responsabilidade por parte de nosso movimento, tampouco adesão parcial ou integral às ideologias e propostas, pessoas ou pontuais, aventadas pelo autor.

   Quem diz que a corrupção sempre existiu e sempre existirá está com toda a razão. Como também está com toda a razão quem julga que a corrupção em nossos dias, e em nosso contexto, atingiu níveis alarmantes. Foi isso que as mais de trinta mil pessoas quiseram expressar em sua passeata-relâmpago no dia 7 de setembro em Brasília: chega um ponto em que aquilo tido para uns como normal, na realidade traduz patologia social. Incentivadas pelas redes sociais, outras passeatas deverão ocorrer em breve e em muitos lugares.  
   Todos temos muito presente os vários mensalões; todos igualmente sabem exatamente o nome dos que se aproveitaram de certas circunstâncias para se apoderar daquilo que é bem público. As provas de que os desvios de verbas são simplesmente monstruosos aparecem em toda parte: nas mais do que precárias condições de saneamento básico; nas igualmente precárias condições de hospitais e postos de saúde; nas muitas rodovias intransitáveis; na área da educação, sobretudo básica; nas marcas vivas de tragédias ocorridas há meses e anos, onde as prometidas verbas nunca chegam... 
   Nesta altura a questão já não se coloca, portanto, na existência ou não de corrupção; também não se coloca neste ou naquele setor da sociedade; nem mesmo se confunde com conhecidos rostos marcados pelo cinismo de quem nada esconde e nem julga necessário esconder, pois não só goza de imunidade como até mesmo de declarada impunidade. 
  Alguns, até pelo contrário, transformaram vícios em virtudes. A discussão ganha nova dimensão, ou seja, a corrupção já se transformou numa espécie de subcultura que afeta, de maneira mais ou menos profunda e generalizada, todas as camadas sociais e todos os setores da sociedade. 
 
   Claro que isso não significa que não haja mais quem “ganhe o pão com o suor do seu rosto”, nem que deixaram de existir pessoas e segmentos da sociedade que sonham e lutam por mudança radical. Significa apenas que está na hora de levantar a bandeira erguida no dia 7 de setembro no outro lado do desfile oficial. Essa bandeira não tinha propriamente uma cor determinada, muito menos se confundia com partido político. Ainda bem, porque a corrupção se reveste de todas as cores, e de maneira acentuada naquelas mais intensas. Era simplesmente a expressão de milhares de pessoas indignadas que tiveram a coragem de expor o grito sufocado de milhões que não têm voz ou não têm ousadia para tanto: está na hora de partir para ações concretas que cheguem à raiz dos males.

   Ao nos referirmos aos “males”, no plural, o fazemos para deixar claro que a corrupção não diz respeito apenas a aspectos ligados às negociatas e à manipulação de pequenas ou vultosas somas em dinheiro. A corrupção na área financeira é apenas o rosto horroroso que se apresenta no momento, mas não o único. Ela se esconde em inúmeras situações nas quais a palavra “ética” ou se tornou vazia ou mudou de sentido, consagrando-se uma inversão de valores. 
 
   Por isso mesmo as esperanças de uma “virada histórica” apontam tanto para a punição dos que se autodefendem nos cargos que ocupam, em compadrio incestuoso, quanto na mudança urgente do sistema eleitoral. Tal mudança pressupõe, antes de mais nada, tomada de consciência do Art. I, par. 1 da Constituição Federal: “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de “representantes eleitos ou diretamente”, nos termos desta Constituição”. Concretamente isto significa a necessidade urgente de que o povo retome a consciência de que ele mesmo é o detentor do poder e que apenas o delega provisoriamente enquanto isto for para o bem de todos. O recobrar desta consciência, certamente facilitada pelo voto distrital e uma vigilância constante sobre a maneira de proceder dos simples delegados, haveria tanto de exterminar dinastias quanto conhecidos “fixas sujas”. 
 
   Em suma, estamos vivendo um momento importante de nossa história, em que o cultivo da consciência ética no sentido mais amplo e profundo da palavra se impõe também como dever cívico primordial. Sem isso, as anunciadas reformas nunca passarão de palavras vazias e a corrupção não apenas se perpetuará, como também se aprofundará, prosseguindo em sua caminhada devastadora. Se, ao contrário, essa consciência ética encontrar formas operativas, com certeza não faltarão recursos para atender às necessidades básicas de todos, mormente no que se refere à segurança, à saúde e à educação. Apelar para outras “fontes” de recursos é colocar “remendo novo em roupa velha”. Colocar mais combustível em motor velho é alimentar o que já deveria ter sido jogado no lixo há muito tempo: a gula insaciável de mecanismos que, quanto mais acumulam verbas, menos as aplicam para as finalidades às quais se diz estarem sendo destinadas.


 Prof. Dr. Frei Antonio Moser
Fonte: http://www.antoniomoser.com/site/index.php?option=com_content&view=article&id=122:e-possivel-vencer-a-corrupcao-como&catid=34:artigos&Itemid=41

História da corrupção no Brasil

MCC - Movimento Contra Corrupção

http://www.contracorrupcao.org/ 

Breve história da corrupção no Brasil

Imagem: Antonio Cruz/Abr
Os primeiros registros de práticas de ilegalidade no Brasil, que temos registro, datam do século XVI no período da colonização portuguesa. O caso mais freqüente era de funcionários públicos, encarregados de fiscalizar o contrabando e outras transgressões contra a coroa portuguesa e ao invés de cumprirem suas funções, acabavam praticando o comércio ilegal de produtos brasileiros como pau-brasil, especiarias, tabaco, ouro e diamante. Cabe ressaltar que tais produtos somente poderiam ser comercializados com autorização especial do rei, mas acabavam nas mãos dos contrabandistas. Portugal por sua vez se furtava em resolver os assuntos ligados ao contrabando e a propina, pois estava mais interessado em manter os rendimentos significativos da camada aristocrática do que alimentar um sistema de empreendimentos produtivos através do controle dessas práticas.
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Um segundo momento refere-se a extensa utilização da mão-de-obra escrava, na agricultura brasileira, na produção do açúcar. De 1580 até 1850 a escravidão foi considerada necessária e, mesmo com a proibição do tráfico, o governo brasileiro mantinha-se tolerante e conivente com os traficantes que burlavam a lei. Políticos, como o Marquês de Olinda e o então Ministro da Justiça Paulino José de Souza, estimulavam o tráfico ao comprarem escravos recém-chegados da África, usando-os em suas propriedades. Apesar das denúncias de autoridades internacionais ao governo brasileiro, de 1850 até a abolição da escravatura em 1888, pouco foi feito para coibir o tráfico. Isso advinha em parte pelos lucros, do suborno e da propina, que o tráfico negreiro gerava a todos os participantes, de tal forma que era preferível ao governo brasileiro ausentar-se de um controle eficaz. Uma fiscalização mais rigorosa foi gradualmente adotada com o compromisso de reconhecimento da independência do Brasil. Um dos países interessados em acabar com o tráfico escravo era a Inglaterra, movida pela preocupação com a concorrência brasileira às suas colônias açucareiras nas Antilhas.

Com a proclamação da independência em 1822 e a instauração do Brasil República, outras formas de corrupção, como a eleitoral e a de concessão de obras públicas, surgem no cenário nacional. A última estava ligada à obtenção de contratos junto ao governo para execução de obras públicas ou de concessões. O Visconde de Mauá, por exemplo, recebeu licença para a exploração de cabo submarino e a transferiu a uma companhia inglesa da qual se tornou diretor. Prática semelhante foi realizada por outro empresário brasileiro na concessão para a iluminação a gás da cidade do Rio de Janeiro, também transferida para uma companhia inglesa em troca de 120 mil libras. O fim do tráfico negreiro deslocou, na República, o interesse dos grupos oligárquicos para projetos de grande porte que permitiriam manter a estrutura de ganho fácil.
A corrupção eleitoral é um capítulo singular na história brasileira. Deve-se considerar que a participação na política representa uma forma de enriquecimento fácil e rápido, muitas vezes de não realização dos compromissos feitos durante as campanhas eleitorais, de influência e sujeição aos grupos econômicos dominantes no país (salvo raras exceções). No Brasil Império, 1822-1889, o alistamento de eleitores era feito a partir de critérios diversificados, pois somente quem possuísse uma determinada renda mínima poderia participar do processo. A aceitação dos futuros eleitores dava-se a partir de uma listagem elaborada e examinada por uma comissão que também julgava os casos declarados suspeitos. Enfim, havia liberdade para se considerar eleitor quem fosse de interesse da própria comissão. A partir disso ocorria o processo eleitoral, sendo que os agentes eleitorais deveriam apenas verificar a identidade dos cidadãos que constava na lista previamente formulada e aceita pela comissão.

Com a República, proclamada em 1889, o voto de “cabresto” foi a marca registrada no período. O proprietário de latifúndio apelidado de “coronel” impunha coercitivamente o voto desejado aos seus empregados, agregados e dependentes. Outra forma constante de eleger o candidato era o voto comprado, ou seja, uma transação comercial onde o eleitor “vendia” o voto ao empregador. A forma mais pitoresca relatada no período foi o voto pelo par de sapatos. No dia da eleição o votante ganhava um pé do sapato e somente após a apuração das urnas o coronel entregava o outro pé. Caso o candidato não ganhasse o eleitor ficaria sem o produto completo. Deve-se considerar que a maior parte das cidades não possuía número de empregos suficiente que pudessem atender a oferta de trabalhadores, portanto a sobrevivência econômica do eleitor/empregado estava atrelada a sujeição das vontades do coronel.

Outro registro peculiar desse período é o “sistema de degolas” orquestrado por governadores que manipulavam as eleições para deputado federal a fim de garantir o apoio ao presidente, no caso Campos Sales (presidente do Brasil de 1898 a 1902). Os deputados eleitos contra a vontade do governo eram simplesmente excluídos das listas ou “degolados” pelas comissões responsáveis pelo reconhecimento das atas de apuração eleitoral. Todos os governos, até 1930, praticavam degolas.

Uma outra prática eleitoral inusitada ocorreu em 1929, durante as disputas eleitorais à presidência entre os candidatos Júlio Prestes (representante das oligarquias cafeicultoras paulistas) e Getúlio Vargas (agregava os grupos insatisfeitos com o domínio das oligarquias tradicionais). O primeiro venceu obtendo 1 milhão e 100 mil votos e o segundo 737 mil. Entretanto os interesses do grupo que apoiava Getúlio Vargas, acrescido da crise da Bolsa de Nova York, que levou à falência vários fazendeiros, resultou numa reviravolta do pleito eleitoral. Sob acusações de fraude eleitoral, por parte da aliança liberal que apoiava o candidato derrotado, e da mobilização popular (Revolução de 30), Getúlio Vargas tomou posse como presidente do país em 1930. Talvez essa tenha sido uma das mais expressivas violações dos princípios democráticos no país onde a fraude eleitoral serviu para a tomada de poder.

Durante as campanhas eleitorais de 1950, um caso tornou-se famoso e até hoje faz parte do anedotário da política nacional: a “caixinha do Adhemar”. Adhemar de Barros, político paulista, era conhecido como “um fazedor de obras”, seu lema era “Rouba, mas faz!”. A caixinha era uma forma de arrecadação de dinheiro e de troca de favores. A transação era feita entre os bicheiros, fornecedores, empresários e empreiteiros que desejavam algum benefício do político. Essa prática permitiu tanto o enriquecimento pessoal, para se ter uma idéia, em casa, Adhemar de Barros costumava guardar para gastos pessoais 2,4 milhões de dólares, quanto uma nova forma de angariar recursos para as suas campanhas políticas.

O período militar, iniciado com o golpe em 1964, teve no caso Capemi e Coroa- Brastel uma amostra do que ocultamente ocorria nas empresas estatais. Durante a década de 80 havia um grupo privado chamado Capemi (Caixa de Pecúlios, Pensões e Montepios), fundado e dirigido por militares, que era responsável pela previdência privada. O grupo era sem fins lucrativos e tinha como missão, gerar recursos para manutenção do Programa de Ação Social, que englobava a previdência e a assistência entre os participantes de seus planos de benefícios e a filantropia no amparo à infância e à velhice desvalida. Este grupo, presidido pelo general Ademar Aragão, resolveu diversificar as operações para ampliar o suporte financeiro da empresa. Uma das inovações foi a participação em um consórcio de empresas na concorrência para o desmatamento da área submersa da usina hidroelétrica de Tucuruí (empresa estatal). Vencida a licitação pública em 1980 deveria-se, ao longo de 3 anos, concluir a obra de retirada e de comercialização da madeira. O contrato não foi cumprido e o dinheiro dos pensionistas da Capemi dizia-se que fora desviado para a caixinha do ministro-chefe do Sistema Nacional de Informações (SNI), órgão responsável pela segurança nacional, general Otávio Medeiros que desejava candidatar-se à presidência do país. A resultante foi a falência do grupo Capemi, que necessitava de 100 milhões de dólares para saldar suas dívidas, e o prejuízo aos pensionistas que mensalmente eram descontados na folha de pagamento para a sua, futura e longínqua, aposentadoria. Além do comprometimento de altos escalões do governo militar o caso revelou: a estreita parceria entre os grupos privados interessados em desfrutar da administração pública, o tráfico de influência, e a ausência de ordenamento jurídico.

Em 1980 o proprietário da Coroa-Brastel, Assis Paim, foi induzido pelos ministros da economia Delfim Netto, da fazenda Ernane Galvêas e pelo presidente do Banco Central, Carlos Langoni, a conceder à Corretora de Valores Laureano um empréstimo de 180 milhões de cruzeiros. Cabe ressaltar que a Coroa-Brastel era um dos maiores conglomerados privados do país, com atuações na área financeira e comercial, e que o proprietário da Corretora de Valores Laureano era amigo pessoal do filho do chefe do SNI Golbery do Couto e Silva.

Interessado em agradar o governo militar, Paim concedeu o empréstimo, mas após um ano o pagamento não havia sido realizado. Estando a dívida acumulada em 300 milhões de cruzeiros e com o envolvimento de ministros e do presidente do Banco Central, a solução encontrada foi a compra, por Paim, da Corretora de Valores Laureano com o apoio do governo. Obviamente a corretora não conseguiu saldar suas dívidas, apesar da ajuda de um banco estatal, e muito menos resguardar o prestígio dos envolvidos.

A redemocratização brasileira na década de 80 teve seu espaço garantido com o fim do governo militar (1964-1985). Em 1985 o retorno dos civis à presidência foi possível com a campanha pelas Diretas-Já, que em 1984 mobilizou milhares de cidadãos em todas as capitais brasileiras pelo direito ao voto para presidente. Neste novo ciclo político o Impeachment do presidente Collor constitui um marco divisor nos escândalos de corrupção.

Durante as eleições para presidente em 1989 foi elaborado um esquema para captação de recursos à eleição de Fernando Collor. Posteriormente, foi revelado que os gastos foram financiados pelos usineiros de Alagoas em troca de decretos governamentais que os beneficiariam. Em abril de 1989, após aparecer seguidamente em três programas eleitorais, Collor já era um nome nacional. Depois que Collor começou a subir nas pesquisas, foi estruturado um grande esquema de captação de dinheiro com base em chantagens e compromissos que lotearam previamente a administração federal e seus recursos. Esse esquema ficou conhecido como “Esquema PC”, sigla baseada no nome do tesoureiro da campanha, Paulo César Farias, e resultou no impeachment do presidente eleito. Segundo cálculos da Polícia Federal estima-se que este esquema movimentou de 600 milhões a 1 bilhão de dólares, no período de 1989 (campanha presidencial) a 1992 (impeachment).

Nossa breve história da corrupção pode induzir à compreensão que as práticas ilícitas reaparecem como em um ciclo, dando-nos a impressão que o problema é cultural quando na verdade é a falta de controle, de prestação de contas, de punição e de cumprimento das leis. É isso que nos têm reconduzido a erros semelhantes. A tolerância a pequenas violações que vão desde a taxa de urgência paga a funcionários públicos para conseguir agilidade na tramitação dos processos dentro de órgão público, até aquele motorista que paga a um funcionário de uma companhia de trânsito para não ser multado, não podem e não devem mais ser toleradas. Precisamos decidir se desejamos um país que compartilhe de uma regra comum a todos os cidadãos ou se essa se aplicará apenas a alguns. Nosso dilema em relação ao que desejamos no controle da corrupção é esquizofrênico e espero que não demoremos muito no divã do analista para decidirmos.
Profa. Dra. Rita Biason
Departamento de Relações Internacionais
UNESP - Campus Franca
Voto Consciente

políticos acusados ou condenados por corrupção - Por que só o PT e’ o vilão?

MCC - Movimento Contra Corrupçãohttp://www.contracorrupcao.org/2013/04/lista-da-corrupcao.htmlLista de 

políticos acusados ou condenados por corrupção e outros crimes



A seguir, lista com alguns políticos e respectivos crimes nos quais estariam envolvidos.

Observação: e
Como asserido no cabeçalho, tal lista engloba tanto acusados (respondendo a processos) quanto condenados. Ademais, casos específicos não adstritos a estas categorias são assim referidos.
Desse modo, cumpre salientar que a inserção na mesma não implica certeza da culpa ou condenação com trânsito em julgado.

No entanto, formaram-se evidências suficientes, após investigação, para que o Ministério Público formulasse uma acusação formal, encetando um processo. Para maiores detalhes, busque o nome do candidato e a acusação em sistemas de pesquisa virtual ou procure os órgãos responsáveis, fazendo uso das garantias previstas na Constituição Federal, em seu artigo 5º, inciso XXXIII, bem como na Lei de Acesso à Informação (Lei 12527/2011).
Isto posto, a informação é um direito do cidadão. Informar-se para o exercício do sufrágio é um dever. 
Estão inclusos aqueles que apenas respondem a processos sobretudo em razão da morosidade da Justiça (bem como, não raro, pela impunidade). Dessa maneira, permite-se ao cidadão que, tendo tais nomes em tela, pesquise mais informações a respeito, conformando opiniões, juízos e posições, de modo a exercer, de modo pleno, a sua cidadania.
Sugere alguma adição, remoção ou revisão da lista? Entre em contato pelos comentários. 
Participe. Conheça a lista. Estude-a. Divulgue. Compartilhe. Vote de forma consciente.

Exerça a cidadania.   

http://www.contracorrupcao.org/2013/04/lista-da-corrupcao.html 

NOME
CARGO
PARTIDO
ACUSAÇÃO OU CRIME A QUE RESPONDE/RESPONDEU
Carlos Dunga
Deputado
PTB-PB
Participação no esquema das sanguessugas
Cícero Lucena Filho
Senador
PMDB-PB
Crime de responsabilidade contra prefeito, por apropriar-se de bens ou rendas públicas, ou desviá-los em proveito próprio ou alheio
Demóstenes Torres
Senador
DEM-GO
Ligações com "Carlinhos Cachoeira" (envolvimento com o jogo do bicho)
Benício Tavares
Deputado
PMDB-DF
Abuso de poder econômico e captação ilícita de votos
ABELARDO CAMARINHA (José Abelardo Guimarães Camarinha)
Deputado
PSB-SP
Uso de dinheiro público em benefício próprio (renunciou para evitar a cassação)
ABELARDO LUPION
Deputado
PFL-PR
Sonegação Fiscal
ADEMIR PRATES
Deputado
PDT-MG
Falsidade Ideológica
AELTON FREITAS
Senador
PL-MG
Crime de Responsabilidade e Estelionato
AIRTON ROVEDA
Deputado
PPS-PR
Peculato
ALBÉRICO FILHO
Deputado
PMDB-MA
Apropriação Indébita
ALCESTE ALMEIDA
Deputado
PTB-RR
Peculato e Formação de Quadrilha, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
 ALEX CANZIANI
Deputado
PTB-PR
Peculato
ALMEIDA DE JESUS
Deputado
PL-CE
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
ALMIR MOURA
Deputado
PFL-RJ
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
AMAURI GASQUES
Deputado
PL-SP
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
ANDRÉ ZACHAROW
Deputado
PMDB-PR
Improbidade Administrativa
ANÍBAL GOMES
Deputado
PMDB-CE
Improbidade Administrativa
ANTERO PAES DE BARROS
Senador
PSDB-MT
Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha
ANTÔNIO CARLOS PANNUNZIO
Deputado
PSDB-SP
Crime de Responsabilidade
ANTÔNIO JOAQUIM
Deputado
PSDB-MA
Improbidade Administrativa
BENEDITO DE LIRA
Deputado
PP-AL
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
BENEDITO DIAS
Deputado
PP-AP
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
BENJAMIN MARANHÃO
Deputado
PMDB-PB
Crime Eleitoral
BISPO WANDERVAL
Deputado
PL-SP
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
CABO JÚLIO (JÚLIO CÉSAR GOMES DOS SANTOS)
Deputado
PMDB-MG
Crime Militar, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
CARLOS ALBERTO LERÉIA
Deputado
PSDB-GO
Lesão Corporal
CELSO RUSSOMANNO
Deputado
PP-SP
Crime Eleitoral, Peculato e Agressão
CHICO DA PRINCESA (FRANCISCO OCTÁVIO BECKERT)
Deputado
PL-PR
Crime Eleitoral
CIRO NOGUEIRA
Deputado
PP-PI
Crime Contra a Ordem Tributária e Prevaricação
CLEONÂNCIO FONSECA
Deputado
PP-SE
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
CLÓVIS FECURY
Deputado
PFL-MA
Crime Contra a Ordem Tributária
CORIALANO SALES
Deputado
PFL-BA
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
DARCÍSIO PERONDI
Deputado
PMDB-RS
Improbidade Administrativa
DAVI ALCOLUMBRE
Deputado
PFL-AP
Corrupção Ativa
DILCEU SPERAFICO
Deputado
PP-PR
Apropriação Indébita
DOUTOR HELENO
Deputado
PSC-RJ
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
EDSON ANDRINO
Deputado
PMDB-SC
Crime de Responsabilidade
EDUARDO AZEREDO
Senador
PSDB-MG
Improbidade Administrativa
EDUARDO GOMES
Deputado
PSDB-TO
Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
EDUARDO SEABRA
Deputado
PTB-AP
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO
Deputado
PRONA-SP
Falsidade Ideológica
EDIR DE OLIVEIRA
Deputado
PTB-RS
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
EDNA MACEDO
Deputado
PTB-SP
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
ELAINE COSTA
Deputada
PTB-RJ
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)



ENIVALDO RIBEIRO
Deputado
PP-PB
Crime Contra a Ordem Tributária, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
ÉRICO RIBEIRO
Deputado
PP-RS
Crime Contra a Ordem Tributária e Apropriação Indébita
FERNANDO ESTIMA
Deputado
PPS-SP
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
FERNANDO GONÇALVES
Deputado
PTB-RJ
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
GARIBALDI ALVES
Senador
PMDB-RN
Crime Eleitoral
GIACOBO (FERNANDO LUCIO GIACOBO)
Deputado
PL-PR
Crime Contra a Ordem Tributária e Seqüestro
GONZAGA PATRIOTA
Deputado
PSDB-PE
Apropriação Indébita
GUILHERME MENEZES
Deputado
PT-BA
Improbidade Administrativa
INALDO LEITÃO
Deputado
PL-PB
Crime Contra o Patrimônio, Declaração Falsa de Imposto de Renda
INOCÊNCIO DE OLIVEIRA
Deputado
PMDB-PE
Crime de Escravidão
IRAPUAN TEIXEIRA
Deputado
PP-SP
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
IRIS SIMÕES
Deputado
PTB-PR
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
ITAMAR SERPA
Deputado
PSDB-RJ
Crime Contra o Consumidor, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
ISAÍAS SILVESTRE
Deputado
PSB-MG
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
JACKSON BARRETO
Deputado
PTB-SE
Peculato e Improbidade Administrativa
JADER BARBALHO
Deputado
PMDB-PA
Improbidade Administrativa, Peculato, Crime Contra o Sistema Financeiro e Lavagem de Dinheiro
JAIME MARTINS
Deputado
PL-MG
Crime Eleitoral
JEFERSON CAMPOS
Deputado
PTB-SP
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
JOÃO BATISTA
Deputado
PP-SP
Falsidade Ideológica, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
JOÃO CALDAS
Deputado
PL-AL
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
JOÃO CORREIA
Deputado
PMDB-AC
Declaração Falsa de Imposto de Renda, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
JOÃO HERRMANN NETO
Deputado
PDT-SP
Apropriação Indébita
JOÃO MAGNO
Deputado
PT-MG
Lavagem de Dinheiro, Mensalão
JOÃO MENDES DE JESUS
Deputado
PSB-RJ
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
JOÃO PAULO CUNHA
Deputado
PT-SP
Mensalão, Corrupção Passiva, Lavagem de Dinheiro e Peculato
JOÃO RIBEIRO
Senador
PL-TO
Peculato e Crime de Escravidão
JORGE PINHEIRO
Deputado
PL-DF
Crime Ambiental
JOSÉ DIVINO
Deputado
PRB-RJ
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
Roberto Cavalcanti
Ex-Senador
PRB-PB
Escândalo da Fazenda Nacional (sonegação de milhões de reais em impostos)
JOSÉ LINHARES
Deputado
PP-CE
Improbidade Administrativa
JOSÉ MENTOR
Deputado
PT-SP
Corrupção Passiva
JOSÉ MILITÃO
Deputado
PTB-MG
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
JOSÉ PRIANTE
Deputado
PMDB-PA
Crime Contra o Sistema Financeiro
JOVAIR ARANTES
Deputado
PTB-GO
Improbidade Administrativa
JOVINO CÂNDIDO
Deputado
PV-SP
Improbidade Administrativa
JÚLIO CÉSAR
Deputado
PFL-PI
Peculato, Formação de Quadrilha, Lavagem de Dinheiro e Falsidade Ideológica
JÚLIO LOPES
Deputado
PP-RJ
Falsidade Ideológica
JÚNIOR BETÃO
Deputado
PL-AC
Declaração Falsa de Imposto de Renda, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
JUVÊNCIO DA FONSECA
Deputado
PSDB-MS
Improbidade Administrativa
LAURA CARNEIRO
Deputada
PFL-RJ
Improbidade Administrativa e Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
LEONEL PAVAN
Senador
PSDB-SC
Contratação de Serviços Públicos Sem Licitação e Concussão
LIDEU ARAÚJO
Deputado
PP-SP
Crime Eleitoral
LINO ROSSI
Deputado
PP-MT
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
LÚCIA VÂNIA
Senadora
PSDB-GO
Peculato
LUIZ ANTÔNIO FLEURY
Deputado
PTB-SP
Improbidade Administrativa
LUPÉRCIO RAMOS
Deputado
PMDB-AM
Crime de Aborto
MÃO SANTA
Senador
PMDB-PI
Improbidade Administrativa
MARCELINO FRAGA
Deputado
PMDB-ES
Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
MARCELO CRIVELA
Senador
PRB-RJ
Crime Contra o Sistema Financeiro e Falsidade Ideológica
MARCELO TEIXEIRA
Deputado
PSDB-CE
Sonegação Fiscal
MÁRCIO REINALDO MOREIRA
Deputado
PP-MG
Crime Ambiental
MARCOS ABRAMO
Deputado
PP-SP
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
MÁRIO NEGROMONTE
Deputado
PP-BA
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
MAURÍCIO RABELO
Deputado
PL-TO
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
NÉLIO DIAS
Deputado
PP-RN
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
NELSON BORNIER
Deputado
PMDB-RJ
Improbidade Administrativa
NEUTON LIMA
Deputado
PTB-SP
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
NEY SUASSUNA
Ex-Senador
PMDB-PB
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
NILTON CAPIXABA
Deputado
PTB-RO
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
OSMÂNIO PEREIRA
Deputado
PTB-MG
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
OSVALDO REIS
Deputado
PMDB-TO
Apropriação Indébita
PASTOR AMARILDO
Deputado
PSC-TO
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
PAULO AFONSO
Deputado
PMDB-SC
Peculato, Crime Contra o Sistema Financeiro e Improbidade Administrativa
PAULO BALTAZAR
Deputado
PSB-RJ
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
PAULO FEIJÓ
Deputado
PSDB-RJ
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
PAULO JOSÉ GOUVEIA
Deputado
PL-RS
Porte Ilegal de Arma
PAULO LIMA
Deputado
PMDB-SP
Extorsão e Sonegação Fiscal
PAULO MAGALHÃES
Deputado
PFL-BA
Lesão Corporal
PEDRO HENRY
Deputado
PP-MT
Mensalão, formação de Quadrilha, Lavagem de Dinheiro e Corrupção Passiva, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
PROFESSOR IRAPUAN
Deputado
PP-SP
Crime Eleitoral
PROFESSOR LUIZINHO
Deputado
PT-SP
Mensalão, lavagem de Dinheiro
RAIMUNDO SANTOS
Deputado
PL-PA
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
REGINALDO GERMANO
Deputado
PP-BA
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
REINALDO BETÃO
Deputado
PL-RJ
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
REINALDO GRIPP
Deputado
PL-RJ
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
REMI TRINTA
Deputado
PL-MA
Estelionato e Crime Ambiental
 RENAN CALHEIROS 

RIBAMAR ALVES
Senador

Deputado
PMDB-AL

PSB-MA
 Peculato, Falsidade Ideológica, Documentos Falsos

Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
RICARDO BARROS
Deputado
PP-PR
Sonegação Fiscal
RICARTE DE FREITAS
Deputado
PTB-MT
Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
RODOLFO TOURINHO
Senador
PFL-BA
Gestão Fraudulenta de Instituição Financeira
ROMERO JUCÁ
Senador
PMDB-RR
Improbidade Administrativa
ROMEU QUEIROZ
Deputado
PTB-MG
Mensalão, Corrupção Ativa, Corrupção Passiva e Lavagem de Dinheiro
RONALDO DIMAS
Deputado
PSDB-TO
Crime Eleitoral
SANDRO MABEL
Deputado
PL-GO
Crime Contra a Ordem Tributária
SUELY CAMPOS
Deputada
PP-RR
Crime Eleitoral
TATICO (JOSÉ FUSCALDI CESÍLIO)
Deputado
PTB-DF
Crime Contra a Ordem Tributária, Declaração Falsa de Imposto de Renda e Sonegação Fiscal
TETÉ BEZERRA
Deputado
PMDB-MT
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
THELMA DE OLIVEIRA
Deputada
PSDB-MT
Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha
VADÃO GOMES
Deputado
PP-SP
Improbidade Administrativa e Crime Contra a Ordem Tributária
VALDIR RAUPP
Senador
PMDB-RO
Peculato, Uso de Documento Falso, Crime Contra o Sistema Financeiro, Crime Eleitoral e Gestão Fraudulenta de Instituição Financeira
VALMIR AMARAL
Senador
PTB-DF
Apropriação Indébita
VANDERLEI ASSIS
Deputado
PP-SP
Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
VIEIRA REIS
Deputado
PRB-RJ
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
VITTORIO MEDIOLI
Deputado
PV-MG
Sonegação Fiscal
WANDERVAL SANTOS
Deputada
PL-SP
Corrupção Passiva
WELLINGTON FAGUNDES
Deputada
PL-MT
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
ZÉ GERARDO
Deputado
PMDB-CE
Crime de Responsabilidade
ZELINDA NOVAES
Deputada
PFL-BA
Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)
Ângela Guadagnin
Deputada
PT-SP
Dançarina do Plenário da Câmara, comemorando absolvição de corrupto
Antônio Palocci
Ex-Ministro
PT-SP
Quebra de Sigilo Bancário
Carlos Rodrigues (Bispo Rodrigues)
Ex-Deputado
PL-RJ
Mensalão
Delúbio Soares
Tesoureiro
PT-GO
Mensalão (Ex Tesoureiro do PT)
José Dirceu
Ex-Deputado
PT-SP
Coordenador do Mensalão
José Genoíno
Ex-Deputado
PT-SP
Mensalão, Dólares na Cueca
José Nobre Guimarães
DeputadoEst.
PT-CE
Dólares na Cueca (Agora Candidato a Dep. Federal)
Josias Gomes
Deputado
PT-BA
Mensalão, CPI dos Correios
Luiz Gushiken
Ex-Ministro
PT-SP
CPI dos Correios
Paulo Salim Maluf
Ex-Deputado
PPB-SP
Corrupção, Falcatruas, Improbidade Administrativa, Desvio de Dinheiro Público, Lavagem de dinheiro
Paulo Pimenta
Deputado
PT-RS
Compra de Votos, Mensalão, CPI Correios
Pedro Corrêa
Ex-Deputado
PP-PE
Cassado em associação ao Escândalo do Mensalão, Compra de Votos
Roberto Brant
Deputado
PFL-MG
Crime Eleitoral, Mensalão, CPI Correios
Roberto Jefferson
Ex-Deputado
PTB-RJ
Mensalão
Severino Cavalcanti
Ex-Deputado
PP-PE
Escândalo do Mensalinho (Renunciou para evitar a cassação)
Silvio Pereira
Secretário
PT
Mensalão
Valdemar Costa Neto
Ex-Deputado
PL-SP
Mensalão (renunciou para evitar a cassação)
Lindbergh Farias
Senador
PT-RJ
improbidade administrativa
José Borba
Ex-Deputado
PP-PR
Mensalão e Improbidade administrativa (renunciou para evitar a cassação)
Paulo Rocha
ex-deputado
PT
Mensalão
Bernardo Carli
Deputado
PSDB-PR
Crime eleitoral
Cássio Cunha Lima
Senador
PSDB-PB
Abuso de poder econômico e político
Cássio Taniguchi
Deputado
DEM-PR
Crime de responsabilidade, por mau uso de dinheiro público
*O Partido PL virou PR, e o PFL virou DEM. Mantemos o nome dos antigos partidos, pois condizem com o período em que foram acusados. Fonte: naovote.com.br