terça-feira, 17 de março de 2015

PELAS PROPOSTAS DE REFORMA DA INICIATIVA POPULAR

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Esta é uma ideia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.
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Lei de Reforma do Congresso de 2013 (emenda à Constituição) PEC de iniciativa popular: Lei de Reforma do Congresso (proposta de emenda à Constituição Federal)

1. Fica abolida qualquer sessão secreta e não-pública para qualquer deliberação efetiva de qualquer uma das duas Casas do Congresso Nacional. Todas as suas sessões passam a ser abertas ao público e à imprensa escrita, radiofônica e televisiva.

2. O congressista será assalariado somente durante o mandato. Não haverá ‘aposentadoria por tempo de parlamentar’, mas contará o prazo de mandato exercido para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente à sua profissão civil.

3. O Congresso (congressistas e funcionários) contribui para o INSS. Toda a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. Os senhores Congressistas participarão dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.

4. Os senhores congressistas e assessores devem pagar por seus planos de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.

5. Aos Congressistas fica vetado aumentar seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período.

6. O Congresso e seus agregados perdem seus atuais seguros de saúde pagos pelos contribuintes e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.

7. O Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo brasileiro, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna do Congresso.

8. Exercer um mandato no Congresso é uma honra, um privilégio e uma responsabilidade, não um uma carreira. Parlamentares não devem servir em mais de duas legislaturas consecutivas.

“Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem”. A hora para esta PEC - Proposta de Emenda Constitucional - é AGORA. É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO.
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Se você concorda com o exposto, REPASSE. Caso contrário, basta ignorar
e dormir sossegado. Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO
para que possamos ajudar a reformar o Brasil.
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. ¸ ¸ . • ´ ¯ `▬► Paulo Ursaia

ONU responde aos detratores de Paulo Freire

ONU responde aos elitistas golpistas detratores de Paulo Freire

Após faixa pedir um ‘basta de Paulo Freire', ONU divulga mensagem aos que dispensam ensinamentos de Paulo Freire




Em meio a uma coleção de faixas estapafúrdias que ilustraram uma parte dos protestos contra a presidente Dilma Rousseff (PT) neste domingo (15), uma chamou a atenção: “Chega de doutrinação marxista. Basta de Paulo Freire”.

Para quem não sabe, o pernambucano Paulo Freire foi um educador e filósofo brasileiro e que possui influência na educação não só no Brasil, mas em todo o mundo, tendo sido homenageado por instituições como Harvard, Cambridge e Oxford. Desde 2012, ele é considerado o Patrono da Educação Brasileira.
Conhecido pela sua ‘pedagogia da libertação’, a qual estava relacionada a uma visão marxista do Terceiro Mundo, Freire foi preso durante a ditadura militar e teve a publicação de algumas de suas obras barrada pelo regime que durou 21 anos (entre 1964 e 1985) no Brasil.
A ONU aproveitou a rejeição de parte dos manifestantes deste domingo às contribuições de Freire para publicar, em sua página do Facebook, uma frase conhecida do educador. E ela elucida bem o que ele dizia com a educação ser “um ato político”.



No Twitter, outras frases famosas de Freire também apareceram por meio de outras pessoas que não resumem as contribuições dele ao maniqueísmo da esquerda contra a direita, ou do capitalismo contra o comunismo.
Paulo Freire morreu em 2 de maio de 1997 aos 75 anos, mas sua obra não foi esquecida, seja por quem o aprecia, seja por quem não o suporta.

livros que todos deveriam ler na escola

Revista Galileu

Compartilhada publicamente 10:57
 
Perguntamos aos nossos leitores que livros eles gostariam de ter lido na escola e indicariam para estudantes hoje: http://ow.ly/Krood
  (Foto: Raul Lieberwirth/ flickr/ creative commons)
Perguntamos a nossos fãs no Facebook que livros eles gostariam de ter lido na escola - e quais deles eles indicariam para os estudantes de hoje, para estimular o gosto pela leitura. Confira aqui algumas das respostas e veja a lista completa de indicações no fim do post - vale comentar por lá e deixar a sua indicação também:
O Diário de Anne Frank, Anne Frank
O emocionante relato de uma menina judia, escrito durante a Segunda Guerra Mundial, quando se manteve escondida dos nazistas com sua família.
O Mundo de Sofia, Jostein Gaarder
'Romance filosófico', funciona como um guia básico para as principais ideias da filosofia, usando a história de Sofia Amundsen, uma garota prestes a completar 15 anos.
Fahrenheit 451, Ray Bradbury
Um romance distópico que servia como crítica à sociedade americana quando foi publicado, em plena Guerra Fria, faz uma análise interessante e atual sobre o conceito de censura e de acesso ao conhecimento.
Série Harry Potter, J.K. Rowling
As famosas aventuras do bruxinho foram apontadas por vários de nossos leitores como porta de entrada para o mundo da literatura.
O apanhador no campo de centeio, J.D. Salinger
O livro foi publicado, originalmente, para adultos - mas com o passar dos anos se tornou uma obra juvenil, por tratar de temas típicos da adolescência. O protagonista, Holden Caulfield, pode ser considerado um ícone da rebeldia da juventude.
Série Vaga-Lume, editora Ática
Publicado especialmente para o público infanto-juvenil, as aventuras da série Vaga-Lume são praticamente unanimidade entre os nossos leitores. Contém clássicos como 'O Escaravelho do Diabo' e 'A guerra do lanche'. Veja uma lista completa com todos os livros da coleção.
Orgulho e Preconceito, Jane Austen
Escrito há alguns séculos, o romance entre Elizabeth Bennet e Mr. Darcy poderia ser uma história água-com-açúcar sobre uma mocinha em busca do amor. Mas Jane Austen usa a ideia desse amor para fazer uma crítica à sociedade inglesa da época e também à construção do casamento.
As vantagens de ser invisível, Stephen Chbosky
Adaptado para os cinemas recentemente, esse novo clássico americano conta a história de Charlie, um adolescente com vários problemas e com dificuldades de fazer amigos. Através de cartas, Charlie conta como conhece Sam e Patrick e como a amizade acaba mudando sua vida. Emocionante.
O Caçador de Pipas, Khaled Hossein
Enquanto conta a história de Amir, homem atormentado pela culpa de trair o seu melhor amigo de infância, Hassan, Hossein também relata acontecimentos políticos que definiram o Afeganistão atual: a queda da monarquia na década de 70, o golpe comunista, a invasão soviética até a implantação do regime Talibã.
1984, George Orwell
Também um clássico, retrata como um regime totalitarista resulta na opressão individual. É famosos por cunhar o conceito do 'Grande Irmão', a ideia de que o governo está sempre observando, acabando com a privacidade.
Eleanor & Park, Rainbow Rowell
Apesar de ter sido publicado em 2012 (o livro mais novo da lista) o romance entre Eleanor e Park é ambientado em 1986. Durante a história, que aborda a temática do primeiro amor, os pontos de vista se alternam entre os dois protagonistas.
O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry
Se você acha que, pelo nome e pelas belas ilustrações coloridas, se trata de um livro (só) para crianças pequenas, está muito enganado. Com ideias profundas como "você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa", tem um alto teor filosófico.
Uma breve história do tempo, Stephen Hawking
Ok, é um livro de forte teor científico - mas Hawking consegue explicar a um leigo conceitos importantes da física e da cosmologia, como buracos negros e a teoria das supercordas.
Bilhões e Bilhões, Carl Sagan
Livro publicado um ano após a morte de Sagan, foi descrito como um testamento do cientista - sim, tem discussões sobre ciência e sobre sua carreira, mas também seus pensamentos em relação a questões como o aborto e até sobre sua própria morte.
A Revolução dos Bichos, George Orwell
O segundo Orwell da lista, conta como animais de fazenda se revoltam contra seu dono humano e instauram um novo regime. Uma sátira da União Soviética, mostra como a corrupção toma conta do sistema e como esse sistema logo se torna uma ditadura.
Capitães da Areia, Jorge Amado
Na Salvador dos anos 30, um grupo de meninos abandonados, liderados por Pedro Bala, rouba para sobreviver e, dentro de sua pequena comunidade, criam um sistema similar ao de uma família na falta de figuras paternas e maternas.
Meu pé de laranja lima, José Mauro de Vasconcelos
Conta a história de um menino de cinco anos chamado 'Zezé'. Criado em uma família pobre, com muitos irmãos, tem em um pé de laranja-lima seu maior confidente, contando à árvore todas as suas aventuras.
O Hobbit, J. R.R. Tolkien
A introdução ao mundo de Tolkien, que se desenrola em "O Senhor dos Anéis", conta a jornada de Bilbo Bolseiro, que sai de sua zona de conforto no Condado para ajudar um grupo de anões a recuperar seu tesouro e sua cidade, roubados por um dragão. É considerado um dos melhores romances infanto-juvenis da história.
Admirável mundo novo, Aldous Huxley
A distopia mostra uma sociedade dividida por castas (os mais bonitos/fortes são das castas principais), em que pessoas são condicionadas biologicamente e psicologicamente a obedecer a um sistema. Em meio à essa paz, chega um desconhecido, fruto de uma relação espontânea e fora do controle desse sistema, e, com ele, surgem questões sobre o estilo de vida dominante.
 
Revista Galileu
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Você acha que os livros que somos obrigados a ler na escola são os melhores para estimular o gosto pela leitura? Que outras obras - atuais ou não - você indicaria e gostaria de ter conhecido em idade escolar? Deixe sua resposta nos comentários - ela pode ser usada em uma matéria da GALILEU 

como surge o narcisismo

Revista Galileu

Compartilhada publicamente 09:57
 
A ciência mostra como surge o narcisismo http://ow.ly/Kra8f
 

A ciência mostra como surge o narcisismo

17/03/2015 - 09H03/ atualizado 09H0303 / por Fernando Bumbeers
Pintura de John William Waterhouse retrata a lenda de narciso, que se apaixonou por seu próprio reflexo em um lago (Foto: Timothy Takemoto/ flickr/ creative commons)
Em tempos de selfies, o narcisismo se torna cada vez mais recorrente - todo mundo conhece um ~narciso, que ama o próprio reflexo. E esse reflexo não precisa ser literal, pode se referir a outros tipos de amor próprio excessivo que vão além do físico.
Mas como isso acontece? Como uma pessoa se torna tão autoconfiante e apaixonada pela própria imagem - a ponto de desprezar os outros? Pesquisadores americanos foram buscar essas respostas no comportamento das crianças. Foram analisadas 565 crianças, de 7 a 11 anos de idade, e seus pais - 415 mães e 290 pais.
O resultado foi claro e objetivo: crianças superestimadas pelos pais durante este estágio de desenvolvimento são mais propensas ao narcisismo. Segundo o estudo, “superestimar” é fazer a criança achar que é melhor que seus colegas. "Quando as crianças são vistas por seus pais como sendo mais especiais do que outras crianças, eles podem internalizar a visão de que eles são indivíduos superiores, uma visão que está no cerne do narcisismo", diz o estudo.
Mas a teoria da psicanálise sugere que narcisistas são fruto de um relacionamento frio com os pais - o que poderia invalidar as ideias dos autores da pesquisa, Brad Bushman e Eddie Brummelman.
Tendo isso em mente, Bushman e Brummelman se apoiaram na Teoria da Aprendizagem Social - a ideia que todo aprendizado provém de comportamentos já moldados. Então, as crianças, na verdade, aprendem a ser narcisas com os pais. É isso: pais narcisistas geram filhos narcisistas.
O segredo do sucesso com as crianças também está no estudo: "[...] Quando as crianças são tratadas por seus pais com carinho e apreço, podem interiorizar a ideia de que eles são indivíduos valiosos, uma visão que está no cerne da auto-estima”.
Via WashingtonPost
 

‘Porteira para corrupção’ na Petrobras foi aberta com medida no governo FH

‘Porteira para corrupção’ na Petrobras foi aberta com medida no governo FH

‘Porteira para corrupção’ na Petrobras foi aberta com medida no governo FH, diz Cunha

Presidente da Câmara disse que estatal passou a seguir regulamento próprio, e não mais a lei de licitação

por


Eduardo Cunha durante programa “Roda Viva”, da TV Cultura - Reprodução/Internet
SÃO PAULO — O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse nesta segunda-feira, durante entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, que o escândalo de corrupção na Petrobras começou no governo de Fernando Henrique (1995-1998), que teria aberto “a porteira da corrupção ao ignorar a lei de licitação nº 8.666”, que teria facilitado a formação de cartel na petrolífera.

— A Petrobras passou a obedecer a um regulamento próprio, que permitia a licitação por carta-convite por empresas cadastradas previamente na própria Petrobras. É claro que é uma desculpa até palatável, pois a Petrobras precisa competir no mercado internacional, mas ao mesmo tempo abriu a porteira para a corrupção, pois o diretor podia escolher quem ele convidava e permitir que as empresas combinassem a quem se beneficiava, as empresas podiam combinar o seu preço — falou Cunha.
No primeiro mandato de Fernando Henrique, em 1988, foi publicado o decreto 2.745, que regulamentou o regime diferenciado simplificado de contratações da Petrobras.
O parlamentar negou ainda que seja adversário do Partido dos Trabalhadores (PT), mas disse que o partido o escolheu como adversário.
— O PT me escolheu como adversário, não fui eu que escolhi o PT como adversário. Também não escolhi a presidente Dilma como adversária. Estamos no meio de uma crise política e temos que resolver uma crise política — disse. Sobre o PT no poder, Cunha disparou:
— Eles fazem tudo aquilo que eles pensavam que nós fazíamos.
Cunha declarou ainda que é necessário que a presidente reveja o atual tipo de coalizão feita com os demais partidos para que manter a governabilidade.
— É preciso que ela retome a agenda do país e retome a coalizão. Eu falei coalizão, e não cooptação, mostrando para a sociedade o que precisa fazer no ajuste fiscal, o que tem hoje que vai trazer de benefícios depois.
COOPERAÇÃO DE LULA
O atual presidente da Câmara também manifestou ser favorável a que o ex-presidente Lula participe de reuniões com Dilma para “cooperar” com o governo.
— O Lula é que é o grande líder do processo político que colocou o PT no poder. O Lula é um animal político de envergadura, de visão extraordinária. Eu não vejo nada demais. Acho até que ele poderia ter ajudado mais — declarou.
Ele também defendeu o fim do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para bacharéis de direito, obrigatório para o exercício da profissão de advogado no país. Cunha reforçou ainda que é “radicalmente” contra o aborto e considera a interrupção da gravidez um “crime hediondo”.
Durante entrevista ao jornalista Mário Sérgio Conti no programa “Diálogos”, da Globo News, que será veiculado na próxima quinta-feira, Cunha rejeitou a ideia de um impeachment da presidente Dilma.
— Discussão de processo de impeachment, neste momento, com as circunstâncias que estão colocadas, beira a ilegalidade, a inconstitucionalidade, para não dizer o golpismo. Ela foi eleita legitimamente. Não há o que contestar. Se aqueles que votaram nela se arrependeram do voto, vão ter esperar quatro anos para consertar. Ela tem todo o direito de governar — argumentou.
No entanto, ao mesmo tempo em que defendeu o direito da presidente de cumprir o segundo mandato até o fim, Cunha afirmou que ela não soube perceber que não obteve “hegemonia” na disputa pela reeleição.



Comentário
Reconheço que agora este senhor fala a verdade. Mas há um problema em se aceitar sua verdade agora, e' que a verdade tem seu tempo para ser mostrada. Mostra-la fora do tempo soa como inverdade, mentira, oportunismo, tentativa de desvio e acobertamento de uma mentira posta como verdade e, ai’, aceita como verdade, porque a mentira estar sendo colocada em seu tempo certo, pois, assim como a verdade, a mentira também tem seu tempo certo. Infelizmente estar acontecendo… para cada verdade são dez mentiras sendo repetidas diuturnamente, insistentemente como verdades em detrimento de qualquer verdade que possa surgir… e como se sabe, uma mentira repetida muitas vezes torna-se verdade.


Quando se diz que “Só estar faltando leis mais rigorosas. “
Mais um problema que deixamos evoluir, tomar espaço...
Do Governo Sarney para car o Congresso Nacional acompanhado por Câmaras de Deputados nos estado e Câmaras de vereadores nos municípios passaram a produzir leis que quando de suas execuções para punir bandidos, da' no que tem dado, impunidade. Por que isso? Porque os poderes legislativos dos municípios, dos estados e o Congresso Nacional passaram a ser dominados por desonestos, corruptos, bandidos que com o poder de fazer leis, não vão fazê-las para punir a si. Não são doidos para brincarem de roleta russa, não são suicidas para colocar forca no pescoço e pular da arvore...


(Professor Negreiros) – Um brasileiro indignado com cada corrupto que aponta com veemência seu dedo em riste para outro… acusando-o de corrupto e se apresentando, colocando-se como probo, honesto, decente, ético, reto, moralista…
 

"No Brasil há uma raiva generalizada (...) ódio contra os 40 milhões (de pobres)


Terra

Compartilhada publicamente  08:30

Leonardo Boff diz que há ódio contra os pobres no Brasil

Intelectual falou sobre a atual situação política e a insatisfação de parcela dos brasileiro

atualizado às 06h46
 Foto: Eco Desenvolvimento
O teólogo Leonardo Boff disse nesta segunda-feira, durante uma visita em Montevidéu, que os protestos contra o governo brasileiro se tratam de "ódio" contra as pessoas que saíram da pobreza no País, já que,  em sua opinião, atualmente "o povo entra nos shoppings e voa em aviões".
"No Brasil há uma raiva generalizada contra o PT, que é mais induzida pelos meios de comunicação, mas não é ódio contra o PT, é ódio contra os 40 milhões (de pobres) que foram incluídos e que ocupam os espaços que eram reservados às classes poderosas", avaliou.
Mais de 1 milhão de pessoas se manifestaram ontem em dezenas de cidades do Brasil por sua indignação com a corrupção na Petrobras e com a delicada situação do país.
Indagado sobre a situação da Venezuela, Boff considerou que o país governado por Nicolás Maduro se expõe a uma "contraofensiva" por se opor diretamente "às estratégias do império". Para Boff, há ingerência dos Estados Unidos "no mundo todo, por isso espionam a todos, não por diversão, mas porque querem conhecer o que pensam os políticos, os grandes capitães da indústria e os intelectuais, para que sua intervenção seja mais efetiva".
Boff, que foi membro da Ordem dos Frades Menores da Igreja Católica, considera que o papa Francisco se distingue do discurso "equilibrista" oficial, e que está "do lado correto, que é o lado dos pobres".
"Não é elite", diz manifestante sobre atos contra governo
Antes de chegar à conferência sobre ecologia pela qual viajou para Montevidéu, o intelectual brasileiro visitou o ex-presidente uruguaio José Mujica em sua chácara e disse que ficou "muito impressionado com o encontro".
"Encontrei um homem de grande profundidade, que pensa não somente no destino do Uruguai e da América Latina, mas no destino da humanidade, para onde vamos", comentou.
Leonardo Boff é um dos fundadores da Teologia da Libertação e foi declarado ontem cidadão ilustre de Montevidéu. Mais de 600 pessoas compareceram a sua conferência sobre ecologia e novos paradigmas na sede da prefeitura da capital uruguaia.


"No Brasil há uma raiva generalizada contra o PT, (...) ódio contra os 40 milhões (de pobres) que foram incluídos e que ocupam os espaços que eram reservados às classes poderosas", avaliou.
Intelectual falou sobre a atual situação política e a insatisfação de parcela dos brasileiro

Há fundo de verdade na materia

Jornalista americano alerta que governo dos EUA estão agindo para derrubar Dilma

Jornalista americano conta como os norte-americanos agem para derrubar a presidente Dilma e buscam seus interesses perdidos após a Era FHC; intitulado de "um por todos e todos pelo Pré Sal" jornalista explica que o governo norte-americano tenta de tudo para conseguir a presidente fora do comando do governo
Por Redação
William Engdahl, norte-americano, engenheiro e jurisprudente (Princeton, EUA-1966), pós-graduado em economia comparativa (Estocolmo, Suécia-1969) escreveu um artigo em um dos jornais mais vendidos nos EUA, o New Eastern Outlook.
William alerta que o governo dos Estados Unidos estão agindo para derrubar a presidente Dilma Rousseff e conta como estão fazendo para tal.
Ele também conta que Washington apoiou até o ultimo minuto, o PSDB nas eleições de 2014. Confira o texto do jornalista norte americano traduzido pelo Portal Metrópole.
Um por todos, e todos pelo Pré-Sal

Entenda como o governo dos Estados Unidos quer reconquistar seus direitos no Brasil, perdidos no governo de Luiz Inácio Lula da Silva do Partido dos Trabalhadores e hoje age para derrubar a presidente reeleita.

Por William Engdahl

Para ganhar o segundo turno das eleições contra o candidato apoiado pelos Estados Unidos, Aécio Neves, em 26 outubro de 2014, a presidenta recém-reeleita do Brasil, Dilma Rousseff, sobreviveu a uma campanha maciça de desinformação do Departamento de Estado estadunidense. Não obstante, já está claro que Washington abriu uma nova ofensiva contra um dos líderes chave dos BRICS, o grupo não alinhado de economias emergentes – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Com a campanha de guerra financeira total dos Estados Unidos para enfraquecer a Rússia de Putin e uma série de desestabilizações visando a China, inclusive, mais recentemente, a “Revolução dos Guarda-Chuvas” financiada pelos Estados Unidos em Hong Kong, livrar-se da presidente "socialmente propensa" do Brasil é uma prioridade máxima para deter o polo emergente que se opõe ao bloco da Nova (des)Ordem Mundial de Washington.
A razão por que Washington quer se livrar de Rousseff é clara. Como presidente, ela é uma das cinco cabeças do BRICS que assinaram a formação do Banco de Desenvolvimento dos BRICS, com capital inicial autorizado de 100 bilhões de dólares e um fundo de reserva de outros 100 bilhões de dólares. Ela também apoia uma nova Moeda de Reserva Internacional para complementar e eventualmente substituir o dólar. No Brasil, ela é apoiada por milhões de brasileiros mais pobres, que foram tirados da pobreza por seus vários programas, especialmente o Bolsa Família, um programa de subsídio econômico para mães e famílias da baixa renda. O Bolsa Família tirou uma população estimada de 36 milhões de famílias da pobreza através das políticas econômicas de Rousseff e de seu partido, algo que incita verdadeiras apoplexias em Wall Street e em Washington.
Apoiado pelos Estados Unidos, seu rival na campanha, Aécio Neves, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), serve aos interesses dos magnatas e de seus aliados de Washington.
O principal assessor econômico de Neves, que se tornaria Ministro da Fazenda no caso de uma presidência de Neves, era Armínio Fraga Neto, [cidadão norte-americano e brasileiro] amigo íntimo e ex-sócio de Soros e seu fundo hedge "Quantum". O principal conselheiro de Neves, e provavelmente seu Ministro das Relações Exteriores, tivesse ele ganhado as eleições, era Rubens Antônio Barbosa, ex-embaixador em Washington e hoje Diretor da ASG em São Paulo.
A ASG é o grupo de consultores de Madeleine Albright, ex-Secretária de Estado norte-americana durante o bombardeio da Iugoslávia em 1999. Albright, dirigente do principal grupo de reflexão dos Estados Unidos, o "Conselho sobre Relações Exteriores", também é presidente da primeira ONG da “Revolução Colorida” financiada pelo governo dos Estados Unidos, o "Instituto Democrático Nacional" (NDI). Não é de surpreender que Barbosa tenha conclamado, numa campanha recente, o fortalecimento das relações Brasil-Estados Unidos e a degradação dos fortes laços Brasil-China, desenvolvidos por Rousseff na esteira das revelações sobre a espionagem norte-americana da Agência de Segurança Nacional (NSA) contra Rousseff e o seu governo.

Surgimento de escândalo de corrupção

Durante a áspera campanha eleitoral entre Rousseff e Neves, a oposição de Neves começou a espalhar rumores de que Rousseff, que até então jamais fora ligada à corrupção tão comum na política brasileira, estaria implicada num escândalo envolvendo a gigante estatal do petróleo, a Petrobras. Em setembro, um ex-diretor da Petrobras alegou que membros do governo Rousseff tinham recebido comissões em contratos assinados com a gigante do petróleo, comissões essas que depois teriam sido empregadas para comprar apoio congressional. Rousseff foi membro do conselho de diretores da companhia até 2010.
Agora, em 2 de novembro de 2014, apenas alguns dias depois da vitória arduamente conquistada por Rousseff, a maior firma de auditoria financeira dos Estados Unidos, a "Price Waterhouse Coopers" se recusou a assinar os demonstrativos financeiros do terceiro trimestre da Petrobras. A PWC exigiu uma investigação mais ampla do escândalo envolvendo a companhia petrolífera dirigida pelo Estado.
A Price Waterhouse Coopers é uma das firmas de auditoria, consultoria tributária e societária e de negócios mais eivadas de escândalos nos Estados Unidos. Ela foi implicada em 14 anos de encobrimento de uma fraude no grupo de seguros AIG, o qual estava no coração da crise financeira norte-americana de 2008. E a Câmara dos Lordes britânica criticou a PWC por não chamar atenção para os riscos do modelo de negócios adotado pelo banco "Northern Rock", causador de um desastre de grandes proporções na crise imobiliária de 2008 na Grã-Bretanha, cliente que teve que ser resgatado pelo governo do Reino Unido.
Intensificam-se os ataques contra Rousseff, disso podemos ter certeza.

A estratégia global de Rousseff

Não foi apenas a aliança de Rousseff com os países dos BRICS que fez dela um alvo principal da política de desestabilização de Washington. Sob seu mandato, o Brasil está agindo com rapidez para baldar a vulnerabilidade à vigilância eletrônica norte-americana da NSA.
Dias após a sua reeleição, a companhia estatal Telebras anunciou planos para a construção de um cabo submarino de telecomunicações por fibra ótica com Portugal através do Atlântico. O planejado cabo da Telebras se estenderá por 5.600 quilômetros, da cidade brasileira de Fortaleza até Portugal. Ele representa uma ruptura maior no âmbito das comunicações transatlânticas sob domínio da tecnologia norte-americana. Notadamente, o presidente da Telebras, Francisco Ziober Filho, disse numa entrevista que o projeto do cabo será desenvolvido e construído sem a participação de nenhuma companhia estadunidense.
As revelações de Snowden sobre a NSA em 2013 elucidaram, entre outras coisas, os vínculos íntimos existentes entre empresas estratégicas chave de tecnologia da informática, como a "Cisco Systems", a "Microsoft" e outras, e a comunidade norte-americana de inteligência. Ele declarou que:
"A questão da integridade e vulnerabilidade de dados é sempre uma preocupação para todas as companhias de telecomunicações".
O Brasil reagiu aos vazamentos da NSA periciando todos os equipamentos de fabricação estrangeira em seu uso, a fim de obstar vulnerabilidades de segurança e acelerar a evolução do país rumo à autossuficiência tecnológica, segundo o dirigente da Telebras.
Até agora, virtualmente todo tráfego transatlântico de TI encaminhado via costa leste dos Estados Unidos para a Europa e a África representou uma vantagem importante para espionagem de Washington.
Se verdadeiro ou ainda incerto, o fato é que sob Rousseff e seu partido o Brasil está trabalhando para fazer o que ela considera ser o melhor para interesse nacional do Brasil.

A geopolítica do petróleo também é chave

O Brasil também está se livrando do domínio anglo-americano sobre sua exploração de petróleo e de gás. No final de 2007, a Petrobras descobriu o que considerou ser uma nova e enorme bacia de petróleo de alta qualidade na plataforma continental no mar territorial brasileiro da Bacia de Santos. Desde então, a Petrobras perfurou 11 poços de petróleo nessa bacia, todos bem-sucedidos. Somente em Tupi e em Iara, a Petrobras estima que haja entre 8 a 12 bilhões de barris de óleo recuperável, o que pode quase dobrar as reservas brasileiras atuais de petróleo. No total, a plataforma continental do Brasil pode conter mais de 100 bilhões de barris de petróleo, transformando o país numa potência de petróleo e gás de primeira grandeza, algo que a Exxon e a Chevron, as gigantes do petróleo norte-americano, se esforçaram arduamente para controlar.
Em 2009, segundo cabogramas diplomáticos norte-americanos vazados e publicados pelo Wikileaks, a Exxon e a Chevron foram assinaladas pelo consulado estadunidense no Rio de Janeiro por estarem tentando, em vão, alterar a lei proposta pelo mentor e predecessor de Rousseff em seu Partido dos Trabalhadores, o presidente Luís Inácio Lula da Silva, ou Lula, como ele é chamado.[Foi revelado pelo Wikileaks que José Serra, o então candidato do PSDB que competia contra Dilma pela presidência, prometera confidencialmente à Chevron que, se eleito, afastaria a Petrobras do pré-sal para dar espaço às petroleiras estadunidenses].
Essa lei de 2009 tornava a estatal Petrobras operadora-chefe de todos os blocos no mar territorial. Washington e as gigantes estadunidenses do petróleo ficaram furiosos ao perderem controles-chave sobre a descoberta da potencialmente maior jazida individual de petróleo em décadas.
Para tornar as coisas piores aos olhos de Washington, Lula não apenas afastou a Exxon Mobil e a Chevron de suas posições de controle em favor da estatal Petrobras, como também abriu a exploração do petróleo brasileiro aos chineses. Em dezembro de 2010, num dos seus últimos atos como presidente, ele supervisionou a assinatura de um acordo entre a companhia energética hispano-brasileira Repsol e a estatal chinesa Sinopec. A Sinopec formou uma joint venture, a Repsol Sinopec Brasil, investindo mais de 7,1 bilhões de dólares na Repsol Brasil. Já em 2005, Lula havia aprovado a formação da Sinopec International Petroleum Service of Brazil Ltd, como parte de uma nova aliança estratégica entre a China e o Brasil, precursora da atual organização do BRICS.

Washington não gostou

Em 2012, uma perfuração conjunta, da Repsol Sinopec Brazil, Norway’s Stateoil e Petrobras, fez uma descoberta de importância maior em Pão de Açúcar, a terceira no bloco BM-C-33, o qual inclui Seat e Gávea, esta última uma das 10 maiores descobertas do mundo em 2011. As maiores [empresas] do petróleo estadunidenses e britânicas absolutamente sequer estavam presentes.
Com o aprofundamento das relações entre o governo Rousseff e a China, bem como com a Rússia e com outros parceiros do BRICS, em maio de 2013, o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, veio ao Brasil com sua agenda focada no desenvolvimento de gás e petróleo. Ele se encontrou com a presidenta Dilma Rousseff, que havia sucedido ao seu mentor Lula em 2011. Biden também se encontrou com as principais companhias energéticas no Brasil, inclusive a Petrobrás.
Embora pouca coisa tenha sido dita publicamente, Rousseff se recusou a reverter a lei do petróleo de 2009 de maneira a adequá-la aos interesses de Biden e de Washington. Dias depois da visita de Biden, surgiram as revelações de Snowden sobre a NSA, de que os Estados Unidos também estavam espionando Rousseff e os funcionários de alto escalão da Petrobras. Ela ficou furiosa e, naquele mês de setembro, denunciou a administração Obama diante da Assembleia Geral da ONU por violação da lei internacional. Em protesto, ela cancelou uma visita programada a Washington. Depois disso, as relações Estados Unidos-Brasil sofreram grave resfriamento.
Antes da visita de Biden em maio de 2013, Dilma Rousseff tinha uma taxa de popularidade de 70 por cento. Menos de duas semanas depois da visita de Biden ao Brasil, protestos em escala nacional convocados por um grupo bem organizado chamado "Movimento Passe Livre", relativos a um aumento nominal de 10 por cento nas passagens de ônibus, levaram o país virtualmente a uma paralisação e se tornaram muito violentos. Os protestos ostentavam a marca de uma típica “Revolução Colorida”, ou desestabilização via Twitter, que parece seguir Biden por onde quer que ele se apresente. Em semanas, a popularidade de Rousseff caiu para 30 por cento.