quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

A Verdadeira Revolução

 
A Verdadeira Revolução: A observação de nós mesmos
J. Krishnamurti -   A Verdadeira Revolução - A observação de nós mesmos
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origem ao europeu moderno

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Revista Galileu

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Três tribos da antiguidade deram origem ao europeu moderno http://ow.ly/Jfm5Y
Principais populações eram de caçadores de pele escura e olhos azuis e de fazendeiros de pele clara e olhos castanhos
 
 

Três tribos da antiguidade deram origem ao europeu moderno

23/09/2014 - 09H09/ atualizado 09H0909 / por André Jorge de Oliveira
Concepção artística dos caçadores de pele escura e olhos azuis (Foto: Reprodução)
Pode parecer estranho, mas um estudo genético publicado recentemente na revista Nature descobriu que o genoma da população europeia moderna foi forjado a partir da mistura entre o material genético de apenas três tribos antigas. A riqueza de características físicas encontradas atualmente no continente teve origem através da miscigenação entre fazendeiros do Oriente dotados de pele clara e cabelos castanhos que migraram para a região há cerca de 7,5 mil anos e uma tribo de caçadores que já habitava a Europa há muito mais tempo e tinha traços exóticos para os padrões atuais – que inclusive contrariam a imagem que se tinha do europeu daquele período.
PELE DO EUROPEU TERIA FICADO MAIS CLARA DEPOIS DA AGRICULTURA
"Eles tinham uma combinação de pele escura e olhos azuis que não existe mais nos dias de hoje", disse à BBC David Reich, um dos autores da pesquisa. Durante a Era do Gelo, esta tribo habitou a região do Mediterrâneo, tendo se espalhado pelo território quando a temperatura voltou a subir. Apesar de o genoma ter se perdido ao longo da evolução humana, os genes desta população permanecem principalmente no DNA de habitantes do norte e do leste europeu. Os pesquisadores acreditam que este fenótipo desapareceu pois não era favorável a sociedades agrícolas.
A hipótese tem a ver com a vitamina D: enquanto os caçadores conseguem obtê-la através de sua alimentação, os fazendeiros precisam produzir uma quantidade muito maior através da exposição ao sol. "Uma vez que o caçador se torna agricultor, ele não tem mais tanto acesso a esse tipo de vitamina, então, existe uma seleção natural que 'clareia' a pele da população”, explica Reich.
O estudo foi feito a partir da análise do genoma de sete caçadores que viveram no que hoje é a Escandinávia e de um de Luxemburgo, além de um fazendeiro encontrado na região de Stuttgart, na Alemanha. No entanto, ao comparar as informações obtidas com a de 2.345 europeus modernos, os pesquisadores se depararam com uma lacuna que indicava que deveria haver uma terceira tribo no mosaico genético do continente – até 2013, ela ficou conhecida como “população fantasma”.
O elo foi a descoberta do esqueleto de um garoto que viveu há 24 mil anos na região da Sibéria. Em seu DNA, foram encontradas semelhanças genéticas tanto com europeus quanto com nativos americanos, o que sugere que o menino pertenceu a um grupo que participou da primeira empreitada de migração e povoamento das Américas, há cerca de 15 mil anos. Depois disso, a tribo migrou também para a Europa, misturando seus genes aos das duas populações que já haviam se estabelecido no território.
Via BBC

Carl Rogers, o humanismo em Psicologia

Carlos Antonio Fragoso Guimarães

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O posicionamento filosófico de Rogers, e sua perspectiva e visão do ser humano foram bastante avançadas para a sua época, pois apresentam e representam um entendimento altamente holista, existencialista e sistêmico do homem,
Texto de Carlos Antonio Fragoso Guimarães   Destacado pioneiro no desenvolvimento da chamada Psicologia Humanista, ou Terceira Força em Psicologia - seguindo a classificação de Abraham Maslow -, Carl R. Rogers ...
 
 
 

Carl Rogers, o humanismo em Psicologia e a Abordagem Centrada na Pessoa


Texto de

Carlos Antonio Fragoso Guimarães






  Destacado pioneiro no desenvolvimento da chamada Psicologia Humanista, ou Terceira Força em Psicologia - seguindo a classificação de Abraham Maslow -, Carl R. Rogers (1902-1987) foi um dos principais responsáveis - embora quase nunca se fale nisso - pelo acesso e reconhecimento dos psicólogos ao universo clínico, antes dominado pelapsiquiatria médica e pela psicanálise - que, nos EUA, era exercida exclusivamente por médicos até bem pouco tempo atrás. Sua postura enquanto terapêuta sempre esteve apoiada em sólidas pesquisas e observações clínicas, podendo-se, sem sombra de dúvida, dizer que o campo de pesquisas objetivas voltadas para o referencial teórico da Abordagem Centrada na Pessoa é formado por um número considerável de trabalhos e estudos, indo mesmo além  do número de pesquisas feitas sobre muitas outras abordagens, incluindo a psicanálise (Rogers & Kinget, 1977; Hart & Tomlinson,1970; Hall & Lindzey, 1993).

  Nascido em Oak Park, Ilinois, EUA, em 8 de janeiro de 1902, Carl Ranson Rogers era o filho do meio de uma grande família protestante de vertente fundamentalista - vertente esta que Rogers iria romper e criticar -, onde os valores tradicionais e religiosos, juntamente com oincentivo ao trabalho duro eram amplamente cultivados. Aos doze anos,Rogers e sua família mudam-se para uma fazenda, onde, em terreno tão fértil eestimulante, passou a se interessar por agricultura e ciências naturais.

  Posteriormente, na universidade, Rogers se dedicaria, inicialmente,   ao aprofundamento de seus estudos em ciências físicas e biológicas. Logo após graduar-se na Universidade de Wisconsin, em 1924, Rogers passou, como era de se esperar diante das espectativas de sua família, a frequentar o Seminário Teológico Unido, em Nova York, onde, felizmente, recebeu uma liberal visão mais filosófica que fundamentalista da religião. 

  Transferindo-se para o Teachers College da ColumbiaUniversity, foi introduzido no estudo da psicologia. Nesta mesma universidade obteveseus títulos de Mestre, 1928, e Doutor, 1931. Suas primeiras experiências clínicas, calcadas de início na tradição behaviorista e, ainda mais, psicanalista, foram feitas como interno do Institute for Child Guidance, onde sentiu a forte ruptura entre o pensamento especulativo freudiano e o mecanicismo medidor, interventivo e estatístico do behaviorismo. 

  Depois de receber seu título de Doutor, Rogers passou a fazer parte da equipe do Rochester Center, do qual passaria a ser diretor. Neste período, Rogers muito  havia aprendido e sido provocado pelas idéias e exemplos de Otto Rank, um clínico e teórico que havia se separadoda linha ortodoxa de Freud.

  Foi trabalhando em Rochester que Rogers atingiu novos insights e percepções do tratamento psicoterpêutico, o que lhe liberou da forte amarra acadêmica e concentual que havia (e ainda há) no ensino e prática da psicologia nas universidades:


“A equipe era eclética, constituída de elementos de várias procedências, e nossas discussões sobre métodos de tratamento baseavam-se na nossa experiência pessoal diária com nossos clientes (crianças, jovens e adultos). Era o princípio de um esforço transdisciplinar que muito significou para mim, e com o qual podíamos descobrir a ordem que existe em nossas experiências ao trabalhar compessoas (...)" (Rogers, 1977).

  Em 1939, Rogers passou a ocupar a cátedra de Psicologia da Universidade de Ohio. Por ter passado muito tempo envolvido diretamente coma clínica, a passagem para o meio acadêmico foi muito dura para ele. Ficou claro que, durante seu trabalho ativo com clientes, ele tinha atingido novas formas de pensar a prática psicoterapêutica que eram muito diferentes das abordagens acadêmicas convencionais e sua postura intelectualista. De todo modo, as críticas iniciais a que foi submetido e o interesse que os estudantes demonstravam em sua teoria compeliu-o a explanar melhor seus pontos de vista, resultando uma sériede livros, principalmente seu Counseling and psychoterapy (1942).

  Em 1945, Carl Rogers tornou-se professor de Psicologia na Universidade de Chicago e secretário executivo do Centro de Aconselhamento Terapêutico, quando elaborou e definiu ainda mais seu método de terapia centrada no cliente, a partir do legado de outros teóricos, principalmente Kurt Goldstein (c.f. a home page Psicologia Holística), formulando uma original teoria da personalidade e, ainda mais importante para o destaque de seu trabalho, conduzindo pesquisas sobre psicoterapia, o que muito pouco era feito comrelação à abordagem do momento, a Psicanálise (Hall & Lindzey, 1993;Rogers, 1951; Rogers & Dymond, 1954).

  A partir de 1957, Rogers passa a ensinar na Universidade em que se graduou, Winconsin, onde permanecerá até 1963. Durante esses anos, ele liderou um grupo de pesquisadores que realizou um brilhante estudo intensivo e controlado, utilizando a psicoterapia centrada com pacientes esquizofrênicos, obtendo, em alguns pontos, muito material sobre a relação terapêutica e muitos outro sdados de interesse científico, em termos estatísiticos, com estes pacientes e com seus familiares.  Foi o início de uma abordagem mais humana junto aos pacientes hospitalares e o início de um movimento de questionamento das técnicas padrão de tratamento manicomial.

 Em 1964, Rogers associa-se ao Centro de Estudos da Pessoa, em La Jolla, Califórina, entrando em contato com outros teóricos humanistas, como Abraham Maslow, e filósofos, como Buber e outros. 

Rogers passou a ser agraciado por muitos psicólogos pelo seu trabalho científico, e atacado por outros, que viam nele e em sua teoria uma abordagem tola e/ou perigosa para o status e o poder que tinham, principalmente nos meios médicos que se viram forçados a reconhecer, à custas das inúmeras pesquisas sérias levantadas por Rogers eseus auxiliaraes, que o psicólogo pode ter tanto ou mais sucesso no tratamento piscoterapêutico quanto um psiquiatra ou psicanalista... É duro para a medicina perder um espaço que lhe diminui o poder político e mítico sobre a visão que dela têm as pessoas comuns. Rogers foi, por duas vezes, eleito presidente da Associação Americanade Psicologia e recebeu desta mesma associação os prêmios de Melhor Contribuição Científica e o de Melhor Profissional.

  Carl Rogers morreu ativo, em 1987, aos 85 anos de idade.

 
O posicionamento filosófico de Rogers, e sua perspectiva e visão do ser humano foram bastante avançadas para a sua época, pois apresentam e representam um entendimento altamente holista, existencialista e sistêmico do homem, que fica extremamente claro em seus livros, e, em resumo, nesta passagem de Liberdade para aprender:


 “Sinto pouca simpatia pela idéia bastante generalizada de que ohomem é, em princípio, fundamentalmente irracional e que os seusimpulsos, quando não controlados, levam à destruição de si e dosoutros. O comportamento humano é, no seu conjunto, extremamenteracional, evoluindo com uma complexidade sutil e ordenada para osobjetivos que o seu organismo, como um todo sistêmico, se esforça poratingir. A tragédia, para muitos de nós, deriva do fato de que as nossasdefesas internas nos impedirem de surpreender essa racionalidade maisprofunda, de modo que estamos conscientemente a caminhar numadireção, enquanto organicamente caminhamos em outra".

  A Visão Sistêmica de Rogers
  

   É extremamente interessante que Rogers se refira à lógica do organismo como um  todo vivo, em processo de desenvolvimento contínuo, intuindo um tipo de racionalidade orgânica-holística que é muito mais sutil e mais profunda que o tipo de racionalidade intelectual, analítica e linear que, ordinariamente, se põe como a única coisa digna deste termo, racionalidade, eque, via de regra, se resume à capacidade de reter algumas informações ouhabilidades técnicas, adestradas a partir da educação formal. Nisto, podemos lembrar a célebre citação de Pascal de que "O Coração possui razões que aprópria razão desconhece".
  
   É este tipo de sabedoria interna ao organismo que se expressa noequilíbrio ecológico de todo o sistema vital encontrado no planeta. Assim como no amplo espectro do leque natural, a mesma racionalidade implícita à vida se expressano homem, como tendência à auto-atualização, que é a tendência natural doorganismo para atingir um grau de maior harmonia dinâmica interna e externa,exercitando suas potencialidades adaptivas de acordo com o seudesenvolvimento global junto ao meio em que vive. 

 Escreve Rogers: 


"É este impulsoque é evidente em toda vida humana e orgânica - expandir-se, estender-se,tornar-se autônomo, desenvolver-se, amadurecer - a tendência a expressar eativar todas as capacidades do organismo na medida em que tal ativação valoriza o organismo ou o self" (c.f. Fadiman &Frager, 1986, p. 229).

 Desta forma, Rogers e sua teoria está inteiramente conforme à nova visão holística, ecológica, organísmica e sistêmica, dentro dos novos paradigmas orgânicos que surgem nas ciências físicas e biológicas, indo muito além do reducionismo simplista do Behaviorismo, ou do determinismo mecanicista da psicanálise e seu modelo hidráulico da psique humana, ainda muito aceito e comentadodevido à mística da abordagem mecanicista na cultura acadêmica, sempre a última a se abrir aos avanços do pensamento humano. Assim mesmo, convém lembrar que Rogers sempre concordou com pontos importantes destas duas escolas, e via em Freud um grande teórico, embora consideressa seu escopo e visão de homem, restritivo.

  A Escola Humanista

  Rogers, juntamente com outros teóricos, como Maslow, Goldenstein e outros, está convencido de que, tal como ocorre com uma planta que, mesmo em locais insalubres, luta em busca do sol e da vida, embora os meios lhe sejam adversos, nós, os seres humanos, temos um impulso inerente ao organismocomo um todo para nos direcionarmos ao desenvolvimento de nossascapacidades tanto quanto for possível, quer sejam físicas, intelectuais oumorais, em conjunto. 

  Embora Rogers não tenha incluido formalmente umadimensão espiritual ou transcendente em sua formulação da Tendência à Auto-Atualização, ele deixa claro suas percepções de um nível transpessoal em seusúltimos livros, particularmente em seu livro "Um Jeito de Ser", e a grande aproximação entre seus insights do contato profundo e transcendente no encontroterapêutico com a nova visão de mundo da Física Moderna, que é um ponto comum à Psicologia Transpessoal, a abordagem mais sofisticada emtermos de psicoterapia, atualmente. De qualquer forma, outros autores, comoCampbell e McMahon estederam a teoria rogeriana para descrever algunsaspectos da experiência de percepção transcendental.

  De um modo geral, as escolas humanistas de psicologia, na qual se insere o trabalho de Rogers e Maslow, opõem-se às concepções fragmantadoras da visão de homem de outras escolas. É por isso que elas criticam à psicanálise ortodoxa, por esta ter como visão de homem uma concepção semi-animalizada, onde a pessoa é movida muito mais por forças pulsionais ou, como na tradição anglo-saxônica, instinitvas de prazer eagressão, ao qual só por meio de muitas restrições culturais se pode, quandomuito, aplicar um certo verniz de civilização e socialização precária, com uminevitável preço de frustrações e de Mal estar na Civilização. Maslow, especialmente, criticou vementemente a psicanálise ortodoxa freudiana porgeneralizar suas conclusões sobre o ser humano a partir da observação clínicade indivíduos emocionalmente perturbados, do que resultou uma visãopessimista da natureza humana (Maslow, 1993). 

  Os humanistas também se recusam a aceitar a visão do behaviorismo radical de Skinner, que identifica o homem ao robô ou marionete do meio, cuja natureza comportamental é moldada, manipulada e controlada pelo condicionamento ambiental (idéia cara ao capitalismo e à propaganda homogeneizante). Seria um crasso erro, segundo os humanistas, a tendência exagerada a generalizar conclusões obtidas a partir de experimentos - muitos deles crueis e extremamente artificiais - realizados comanimais; ou mesmo quando, ao se fazer experimentos com pessoas, ao fato dese reduzir (por princípio de visão de mundo) a aspectos fisiológicos ou outrosmecanicistas, perdendo a dimensão psicológica propriamente dita. Os psicólogos humanistas preferem o estudo do homem em seupotencial mais positivo e a abordar a Psicologia a partir do prisma da saúde e do crescimento psicológico.

  Além deste aspecto teórico altamente positivo, a contribuição de Rogerspara a psicoterapia é constituída pelos princípios de sua experiênciaterapêutica denominado propriamente de "Terapia Centrada na Pessoa", onde é de fundamental importância a ênfase na experiência atual, relacionado aomaterial trazido pelo cliente no momento do encontro terapêutico, e que éligado à totalidade da experiência subjetiva vivenciada, o que se liga,igualmente, ao amplo oceano fluido e corrente dos sentimentos mais íntimos.Ela se refere ao que se é sentido imediatamente e que é implicitamentesignificativo para o sentimento que o sujeito experimenta ao ter umaexperiência. 

  O terapêuta, assim, age como um facilitador e um espelho para ossentimentos e pensamentos do cliente, que passa a tomar maior consciência econtato com o seu material vivencial, "percebendo" aspectos de suapersonalidade e de seus comportamente que lhe escapavam anteriormente.Daí, o cliente, auxiliado pela ajuda terapêutica, acaba por modificar ouamadurecer o conceito que tem de si e, consequentemente, a reavaliar suasestratégias de vida e visão de mundo. No fundo, todo o processo, em seuandamente, é fruto da ação do próprio cliente, de sua imersão ou não noprocesso terapêutico e de seu grau de investimento no mesmo. Daí o nome "Abordagem Centrada no Cliente ou na Pessoa".

  Sendo assim, os principais aspectos da abodagem rogeriana são:

  Atenção ao impulso sutil, mas sempre existente, em direção ao crescimento, à saúde e ao ajustamento. A terapia nada mais é que a ajuda para a libertação do cliente em sua busca natural para o crescimento e o desenvolvimento normais.

  Maior ênfase aos aspectos afetivos e existenciais, que são muito maispotentes que os intelectuais.

   Maior ênfase ao material trazido pelo cliente e à sua situação imediatado que ao passado.

  Ênfase no relacionamento terapêutico em si mesmo, que constitui um tipo de entidade orgânica que se forma a partir do encontro entreterapêuta e cliente e que, em si, traz uma forte força para a experiência decrescimento de ambos, cliente e terapeuta. 


   Muito apropriadamente, Rogers usa a palavra "cliente" ao invés do termo "paciente", carregado do ranço mecanicista da abordagem biomédica. Um paciente é visto como alguém doente, que se submete passivamente à ação ativa de profissionais formados, que são mais "sábios" e competentes que ele mesmo. Um cliente é alguém que deseja um serviço que não pode executar sozinho,mas que está mais em pé de igualdade e, por isso, é menos "incompetente"que o paciente, ou seja, o cliente é visto como uma pessoa inerentementecapaz de entender e atuar sobre a sua própria situação. Há uma igualdade implícita no modelo terapêuta-cliente, hoje, terapeuta-pessoa, que não existe na abordagemmecanicista médico-paciente:

    "O indivíduo tem dentro de si a capacidade, aomenos latente, de compreender os fatores de sua vida que lhe causaminfelicidade e dor, e de reorganizar-se de forma a superar tais problemas".Rogers, portanto, entende a terapia como um processo que leva uma pessoa adescobrir as nuances de seu próprio dliema com o mínimo de ação por partedo terapêuta, que funciona como um espelho para o cliente. A terapia é "aliberação de capacidades já presentes em estado latente (...). Tais opiniões seopõem diretamente à concepção da terapia como uma manipulação, por umespecialista, de um organismo mais ou menos passivo" (Rogers & Kinget,1977, p. 192).

  Tal aspecto é fundamentalmente diferente da abordagens ondeo terapêuta é visto como o "mecânico" apto a "consertar" o problema do"paciente".

   Outra extraordinária contribuição de Rogers à psicoterapia foi sua dedicação à dinâmica da psicoterapia de grupo. Rogers compreendeu profundamente que os indívíduos em um grupo deixam-se envolver mais fortemente por um clima terapêutico, e que o grupo, em si, é um organismo, um sistema auto-regulador, onde cada indívíduo é parte fundamental constituinte do todo, ao mesmo tempo que também é um todo em si. Caracteristicamente, todos os grupos de encontro possuem um clima de segurança psicológica queencoraja a expressão de sentimentos à estímulos dos membros do próprio grupo, e abrange sempre o envolvimento afetivo como um todo. O modo como se dá o desenvolvimento do grupo é, quase sempre, imprevisível, mas segue, via de regra, um percurso auto-reguldor e auto-dirigente de uma criatividadeimpressionante, levando eficazmente a uma atuação terapêutica e cartáticagrupal, ligando os indíviduos do organismo coletivo, mesmo que haja um amplo amálgama de sentimentos díspares em momentos críticos do encontro coletivo.

   Por tudo isso, está claro que o legado de Rogers é de extremaimportância e atualidade, não podendo certos representantes da correnteracionalista dominante, por uma questão simplória de poder, defini-lo comoultrapassado ou superficial. Diante das mazelas de nossa época tecnocrata,onde as coisas estão cada vez pipores em termos de qualidade de vida, nãopode alguém que se diz representante de uma abordagem com 102 anos searvorar como sabedor de toda a verdade, pois, apesar dela, o mundo está cadavez pior. Neste momento, o aspecto existencial e otimista da PsicoterapiaCentrada no Cliente parece ser um método altamente positivo para nossasaúde psíquica. Cabe ao tempo, enfim, confirmar ou não tudo isso.

 

Golpes sim



Carlos Antonio Fragoso Guimarães está em um círculo assinado por você. Mais informações
Compartilhada publicamente15:48

Estranha "coincidência".... tem muitas notas nessa orquestração....
17:25
Não se trata de 'Estranha "coincidência"' nem insinuação, e' ação intervencionista direta mesmo dos interesses dos USA

Golpes na Argentina, Venezuela e Brasil?

Há algo muito estranho ocorrendo em três países decisivos na geopolítica da América do Sul. A Venezuela, rica em petróleo, enfrenta uma onda permanente de desestabilização — com sabotagem no abastecimento de produtos básicos, choques violentos nas ruas e ameaças de golpes militares contra o presidente Nicolás Maduro. Na Argentina, segunda economia da região, está em curso um processo de judicialização da política que pode desembocar na cassação da presidenta Cristina Kirchner. Já no Brasil, a principal força no tabuleiro político do subcontinente, a direita mais suja do que pau de galinheiro se traveste de vestal da ética, bravateia a tese do impeachment e incentiva as marchas dos grupelhos fascistas. O que explica esta sinistra coincidência? Os EUA, que sempre trataram a região como o seu quintal, têm algo a ver com esta onda nitidamente golpista?

Os três países têm vários traços em comum. Em todos eles, a direita partidária sofreu duras derrotas eleitorais nos últimos anos. Forças contrárias ao neoliberalismo, com suas nuances e ritmos diferenciados, chegaram ao governo — e não ao poder. Fragilizada, a elite colonizada foi substituída no seu ódio ao campo popular pela mídia monopolista e manipuladora. Na Venezuela, Argentina e Brasil, os jornalões, as revistonas e as emissoras de rádio e tevê fazem oposição diariamente — jogam no pessimismo da sociedade, difundem a visão fascista da negação da política, tentam impor sua agenda neoliberal derrotada nas urnas e apostam na desestabilização dos governos progressistas. Nos três países, os barões da mídia hoje lideram as forças golpistas e estão cada dia mais agressivos. Nada mais contém a sua sanha conservadora e entreguista, pró-império.

Além da mídia monopolista, outros aparatos de disputa de hegemonia também servem aos interesses das oligarquias nativas e alienígenas. Na Argentina e no Brasil, boa parte do corrompido poder Judiciário está nas mãos das elites. O suspeito caso da morte do promotor Alberto Nisman, responsável pelo inquérito sobre o atentado terrorista a um centro judaico em Buenos Aires, tem servido para atiçar a campanha pela deposição da presidenta Cristina Kirchner. Já o escândalo da Petrobras, com vazamentos seletivos e técnicas de tortura do Ministério Público e da Polícia Federal — outros dois aparatos de hegemonia —, alimenta o sonho da oposição demotucana de sangrar e, se possível, de derrubar a presidenta Dilma Rousseff. Na Venezuela, focos golpistas voltaram a aparecer nas Forças Armadas e se unem aos empresários sabotadores da economia.

Diante desta onda reacionária, os governantes dos três países são chamados a enfrentar a “guerra da comunicação” e derrotar os aparatos de hegemonia da elite colonizada. Na semana passada, o chefe de gabinete da Casa Rosada, Jorge Capitanich, acusou explicitamente a mídia e a Justiça de tramarem um golpe. “É uma estratégia de golpismo judicial ativo. No mundo, a disputa é entre democracia e grupos obscuros vinculados a poderes econômicos”. Ele inclusive citou o Brasil, no qual “Dilma Rousseff sofre ataques com pedidos de julgamento político”. Já o secretário-geral da Presidência da República, Aníbal Fernández, falou em “manobra de desestabilização democrática” e conclamou os setores populares a irem às ruas para defender a continuidade do mandato de Cristina Kirchner.

Também na semana passada, o presidente Nicolás Maduro acusou novamente o governo dos EUA de orquestrar um golpe na Venezuela. Na última quinta-feira (12), ele anunciou a prisão de 14 civis e militares, entre eles de um general da reserva. Segundo as investigações, o grupo pretendia causar tumultos e mortes num ato agendado pela direita local. Em rede de televisão, o líder bolivariano afirmou que “os EUA pagaram [os sabotadores] em dólares e lhes deram vistos com data de 3 de fevereiro. A Embaixada dos EUA lhes disse que, em caso de fracasso, poderiam entrar no território americano”. A grave denúncia foi, como sempre, ridicularizada pela mídia venezuelana e mundial — a mesma que apoiou efusivamente o golpe fracassado de abril de 2002. Já a Casa Branca considerou as acusações “ridículas”. Afinal, o império nunca apoiou golpes e ditaduras!

Já no Brasil, a “guerra da comunicação” anunciada por Dilma Rousseff na primeira reunião ministerial, no início de janeiro, ainda não saiu do papel. Nenhum ministro teve a coragem de denunciar “a estratégia de golpismo judicial ativo” — que deverá ficar ainda mais agressiva no pós-Carnaval com a nova fase da midiática Operação Lava-Jato. A presidenta Dilma Rousseff também ainda não ocupou a rede nacional de rádio e televisão para criticar os setores que pretendem destruir a Petrobras e entregar o Pré-Sal — um antigo desejo dos EUA. Num contexto bastante explosivo na região, aonde as coincidências golpistas são estranhas e os interesses imperiais são violentos, é preciso reagir rapidamente! O fantasma do retrocesso assombra a América do Sul.

Altamiro Borges

SURICATINA: O orgulho e a dignidade de um povo não se negoceia...

SURICATINA: O orgulho e a dignidade de um povo não se negoceia...: O líder do Syriza começou por constatar que “após cinco anos de um resgate bárbaro o nosso povo não aguenta mais”, acrescentando que...





O orgulho e a dignidade de um povo não se negoceiam






O líder
do Syriza começou por constatar que “após
cinco anos de um resgate bárbaro o nosso povo não aguenta mais”, acrescentando
que “nos últimos dias sentimos que o nosso orgulho foi restaurado. É nosso
dever não desiludir. A decisão irreversível do nosso governo é aplicar
totalmente as promessas eleitorais feitas”.




Alexis Tsipras não foi comedido nas palavras dirigidas ao executivo anterior,
formado por conservadores e socialistas, acusando-o de “ter aceitado uma série
de políticas que estavam votadas ao fracasso e deixaram o governo seguinte de
mãos atadas”.



“Os nossos parceiros queriam uma extensão de seis meses do programa, mas o
anterior governo pediu apenas uma extensão de dois meses. O anterior governo
queria que o seu sucessor, mas também a Grécia, falhassem”, o prazo finda a 28
de fevereiro.



Por isso, o primeiro-ministro helênico assumiu que o esforço de reconstrução do
“país será longo e precisará de apoio popular”, estando consciente “das
dificuldades e das responsabilidades”.



Temos um plano realista e uma
tática de negociação forte. Não servimos
outros interesses que não sejam os dos gregos”.




O mais jovem chefe de governo da história do país, realçou que a “a Grécia quer
cumprir com a sua dívida” e “se os seus parceiros também o quiserem, vamos
sentar-nos à mesa e discutir”.  A dívida grega “chegou aos 180%. [A Grécia]
não pode fazer face a esta. E isso não é apenas uma questão técnica”.



Não pretendemos ameaçar os equilíbrios
na Europa mas sim que os equilíbrios sejam repostos
”, recusando
liminarmente uma extensão do programa da troika, porque não “pode pedir que
haja uma extensão de um erro”.



Tsipras alertou a Europa a não “cometer os mesmos erros do passado” e exigiu
dos credores e da Europa um “acordo de transição até ao verão”, o que
considerou, “apesar das dificuldades”, ser “possível”. Realçou, ainda, que o
novo executivo, que junta Syriza e Gregos Independentes, tem “um plano pronto e
propostas” que “são realistas”.



Prioridade na resposta à crise humanitária



Alexis Tsipras assegurou que a partir desta quarta-feira a “prioridade será dar uma resposta para fazer
face à crise humanitária”, recontratando “funcionários públicos que foram
despedidos de forma ilegal”, isentar do pagamento de impostos quem aufira até
12 mil euros anualmente, aumentar até 2016 o salário mínimo grego para 751
euros e proibir penhoras de primeiras habitações.



“A competitividade da economia grega não pode assentar em mão de obra barata e
sem direitos. Precisa de inovação, tecnologia”.



O primeiro-ministro, que uma vez mais se apresentou sem gravata, realçou que as
medidas anunciadas fazem parte de “uma primeira fase” do programa governativo
que pretende responder aos principais desafios do país “nos próximos seis
meses”.



O executivo grego compromete-se também a “não
aumentar a idade da reforma ou reduzir as pensões". “Pagaremos ainda um
extra, a partir do final de 2015, aos pensionistas com reformas mais baixas”.
Anunciou ainda a criação “de um fundo nacional de saúde e de segurança social
para financiar o sistema de pensões com receitas vindas dos recursos naturais”
e a alteração do “atual imposto sobre a propriedade para os grandes
proprietários”.



Em matéria de política de imigração, foi criada “uma pasta para a imigração que
garanta a cidadania aos filhos de imigrantes nascidos no país”.



“Guerra contra o sistema de corrupção que minou o sistema político”



Alexis Tsipras declarou que criou “uma
pasta especial para monitorizar a luta contra a corrupção e a evasão fiscal” e
que vai solicitar a investigação de todas as pessoas ligadas às listas
“Lagarde” e “Liechtenstein”.



“Vamos organizar equipas nas alfândegas para travar o contrabando de tabaco e
combustível e mudar a lei que dá
imunidade judicial aos membros do fundo de privatizações
”.



“[Vamos] prosseguir a guerra contra o
sistema de corrupção que minou o sistema político”.



O chefe de governo anunciou ainda “o
corte de metade da frota dos 7500 carros dos ministérios, vendendo veículos que
custem mais de 700 mil euros”, e um dos três aviões do governo.



"Vou reduzir o pessoal do gabinete
do primeiro-ministro em 50% e a segurança num terço" e modificar a lei “de
avaliação de funcionários públicos e mudar a forma como são nomeados os
diretores das Administrações, para cortar ligações a partidos políticos”.




Revertendo a decisão polêmica do ex-primeiro-ministro Antónis Samaras, o
encerramento da televisão pública ERT, Tsipras prometeu a criação de “de um
novo canal a partir da ERT e usar para isso apenas o dinheiro dos impostos
atuais, criando um novo processo de licenças de emissão”.



O líder da esquerda grega avançou ainda que vão ser formadas “unidades de
polícia de proximidade e melhorado o treino dos agentes” e alterado o nome dos
serviços secretos de “Serviço de Informações Nacional para Serviço de Proteção
da Soberania”.



Negociações na Europa



Na quarta-feira desta semana reúne extraordinariamente o Eurogrupo, em
Bruxelas, onde os ministros dos países da zona euro vão discutir a situação
grega, e, na quinta-feira, é a vez dos chefes de governo da União Europeia se
encontrarem no Conselho Europeu sobre a mesma matéria.



“As negociações com os parceiros da União Europeia devem levar a um acordo
porque os objetivos fiscais são muito apertados, alimentam a deflação e a
recessão", afirmou Tsipras.



“Precisamos de um programa que não se
centre apenas no défice
, como os nossos parceiros italianos e franceses
também concordam”.  Alexis Tsipras saudou o apoio às negociações
manifestado pelo governo do Chipre, o primeiro país que visitou na qualidade de
primeiro-ministro grego.



“Vender ativos nacionais para pagar uma
dívida que é insustentável é um crime. Não venderemos as nossas riquezas
naturais, infraestruturas e redes. Mas consideraremos usar esses ativos para o
nosso interesse nacional”.




No encerramento do seu discurso deixou um apelo, “pedimos a todos aqueles que
não votaram em nós, que nos apoiem nas negociações, que apoiem a Grécia”.



“Não negociaremos o orgulho e a
dignidade do nosso povo. Esta é uma luta pelo nosso povo, para que recupere a
esperança e a dignidade”,
concluiu.
In
http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Internacional/-Nao-negociaremos-o-orgulho-e-a-dignidade-do-nosso-povo-/6/32837






Nota: 

sublinhados da minha autoria.







principal articulador da Ditadura Militar

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Olá, JusBrasileiro
Documentos dizem que Roberto Marinho (Rede Globo) foi principal articulador da Ditadura Militar

Documentos dizem que Roberto Marinho (Rede Globo) foi principal articulador da Ditadura Militar

Publicado por Wagner Francesco - 6 horas atrás
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Em telegrama ao Departamento de Estado norte-americano, embaixador Lincoln Gordon relata interlocução do dono da Globo com cérebros do golpe em decisões sobre sucessão e endurecimento do regime
Documentos dizem que Roberto Marinho Rede Globo foi principal articulador da Ditadura Militar
No dia 14 de agosto do 1965, ano seguinte ao golpe, o então embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Lincoln Gordon, enviou a seus superiores um telegrama então classificado como altamente confidencial – agora já aberto a consulta pública. A correspondência narra encontro mantido na embaixada entre Gordon e Roberto Marinho, o então dono das Organizações Globo. A conversa era sobre a sucessão golpista.
Segundo relato do embaixador, Marinho estava “trabalhando silenciosamente” junto a um grupo composto, entre outras lideranças, pelo general Ernesto Geisel, chefe da Casa Militar; o general Golbery do Couto e Silva, chefe do Serviço Nacional de Informação (SNI); Luis Vianna, chefe da Casa Civil, pela prorrogação ou renovação do mandato do ditador Castelo Branco.
No início de julho de 1965, a pedido do grupo, Roberto Marinho teve um encontro com Castelo para persuadi-lo a prorrogar ou renovar o mandato. O general mostrou-se resistente à ideia, de acordo com Gordon.
No encontro, o dono da Globo também sondou a disposição de trazer o então embaixador em Washington, Juracy Magalhães, para ser ministro da Justiça. Castelo, aceitou a indicação, que acabou acontecendo depois das eleições para governador em outubro. O objetivo era ter Magalhães por perto como alternativa a suceder o ditador, e para endurecer o regime, já que o ministro Milton Campos era considerado dócil demais para a pasta, como descreve o telegrama. De fato, Magalhães foi para a Justiça, apertou a censura aos meios de comunicação e pediu a cabeça de jornalistas de esquerda aos donos de jornais.
No dia 31 de julho do mesmo ano houve um novo encontro. Roberto Marinho explica que, se Castelo Branco restaurasse eleições diretas para sua sucessão, os políticos com mais chances seriam os da oposição. E novamente age para persuadir o general-presidente a prorrogar seu mandato ou reeleger-se sem o risco do voto direto. Marinho disse ter saído satisfeito do encontro, pois o ditador foi mais receptivo. Na conversa, o dono da Globo também disse que o grupo que frequentava defendia um emenda constitucional para permitir a reeleição de Castelo com voto indireto, já que a composição do Congresso não oferecia riscos. Debateu também as pretensões do general Costa e Silva à sucessão.
Lincoln Gordon escreveu ainda ao Departamento de Estado de seu país que o sigilo da fonte era essencial, ou seja, era para manter segredo sobre o interlocutor tanto do embaixador quanto do general: Roberto Marinho.
Documentos dizem que Roberto Marinho Rede Globo foi principal articulador da Ditadura Militar
Documentos dizem que Roberto Marinho Rede Globo foi principal articulador da Ditadura Militar
O histórico de apoio das Organizações Globo à ditadura não dá margens para surpresas. A diferença, agora, é confirmação documental.
Fonte: MPortal
Wagner Francesco
teólogo e acadêmico de Direito.
Nascido no interior da Bahia, Conceição do Coité, formado em teologia e estudante das Ciências Jurídicas. Pesquiso nas áreas da Teologia da Libertação e as obras do Karl Marx e Jacques Lacan aplicadas ao Direito. Página no Facebook: https://www.facebook.com/escritor.wagnerfrancesco


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