segunda-feira, 16 de março de 2015

HERESIAS/HERESIAS SO' HERESIAS!!

A historia deste casal... me faz lembrar uma outra historia  resumida na frase: "Quando os missionários chegaram pela primeira vez na nossa terra, eles tinham as Bíblias e nós tínhamos a terra. Cinqüenta anos depois, nós tínhamos so' as Bíblias e eles tinham a terra."

Um casal de analfabetos da periferia de Rio Grande pode ter a casa onde vive leiloada para quitar uma dívida contraída ao assumir o papel de fiador da Rede Nacional de Missão Cristã Cristo Redentor.
A dívida contraída com o aval de mecânico aposentado Miguel Alves Gonçalves, 55 anos, e a mulher, Cleuza Maria Alves Gonçalves, 51 anos, ultrapassa R$ 14 mil.

Segundo o casal, o pastor da igreja em Rio Grande, Antônio Siqueira, teria ido à casa onde eles residem, no bairro Ernesto Bucholz, ainda em 1998, e afirmado que, se aceitassem assinar o contrato, seriam abençoados por Deus. - Meu marido assinou por nós porque não sei escrever nem o meu nome. Fizemos por bondade e pela obra de Deus - conta Cleuza.

http://apolocatevang.blogspot.com.br/2008/07/cpia-10-pgina-abertura-indice-pgina-1-2.html
 
ANTÔNIO SIQUEIRA, PASTOR - REDE NACIONAL DE MISSÃO CRISTÃ CRISTO REDENTOR - TRAPAÇA - Casal pode perder casa por ser fiador de Igreja Publicado no Jornal Zero Hora em 16/07/2002 - Dívida ultrapassa R$ 14 mil Autor: CAROLINE TORMA - Um casal de analfabetos da periferia de Rio Grande pode ter a casa onde vive leiloada para quitar uma dívida contraída ao assumir o papel de fiador da Rede Nacional de Missão Cristã Cristo Redentor. A dívida contraída com o aval de mecânico aposentado Miguel Alves Gonçalves, 55 anos, e a mulher, Cleuza Maria Alves Gonçalves, 51 anos, ultrapassa R$ 14 mil. A casa está avaliada em R$ 12 mil. Segundo o casal, o pastor da igreja em Rio Grande, Antônio Siqueira, teria ido à casa onde eles residem, no bairro Ernesto Bucholz, ainda em 1998, e afirmado que, se aceitassem assinar o contrato, seriam abençoados por Deus. - Meu marido assinou por nós porque não sei escrever nem o meu nome. Fizemos por bondade e pela obra de Deus - conta Cleuza. O prédio, localizado na Rua Augusto Duprat, no bairro Cidade Nova, foi alugado em novembro daquele ano. A igreja funcionou no local por seis meses. Quando recebia intimações da Justiça, devido ao atraso no aluguel, o casal encaminhava a documentação ao pastor e nunca compareceu a nenhuma audiência no fórum local. No ano passado, a casa onde vivem - único imóvel dos fiéis - foi a leilão, mas não teve comprador. Um segundo leilão foi suspenso, este ano, pelo advogado Henrique Zanotta, contratado para defender a igreja e o casal. - Sempre que procurávamos a igreja, eles diziam para não nos preocuparmos, que a dívida vinha sendo paga em juízo. Não temos outro lugar para morar e agora respondemos a uma ação de despejo - relata Miguel Gonçalves. O caso foi parar no Ministério Público. Conforme o promotor Francisco Simões Pires, uma ação será montada requisitando a extinção da igreja. O casal será representado por um defensor público, e a intenção é mover uma ação requerendo a eliminação da sentença e a anulação da fiança.

Nenhum comentário:

Postar um comentário