segunda-feira, 7 de julho de 2014

Dossiê ditadura – 50 anos depois do golpe

Dossiê ditadura – 50 anos depois do golpe
Dossiê ditadura – 50 anos depois do golpe
 http://www.revistadacultura.com.br/revista/edicao_80/capa_dossie_ditadura.aspx








A LUTA QUE JAMAIS PAROU

A batalha política e social, de que a juventude foi, e continua sendo, protagonista, nunca foi deixada de lado. Nem com uma ditadura de direita. sequer com um governo de esquerda

Só podia ser mentira. Afinal, era o dia da mentira. Mas o ano, ah..., o ano, infelizmente, era 1964. Então, algo estranho aconteceu: “O Exército dormiu janguista no dia 31 [de março] e acordou revolucionário no dia 1º [de abril]”. A frase é do general Osvaldo Cordeiro de Farias, ministro de Castelo Branco (1897-1967) entre 1964 e 1966, em entrevista aos sociólogos Aspásia Camargo e Walder de Góes para o livro Meio século de combate. Ele falava sobre as horas que desembocariam no golpe civil-militar. E nos sucessivos 21 anos de ditadura. Foi há 50 anos, mas parece que foi ontem. culpa do rápido e atropelado desencadear de eventos, que culminou na vitória dos golpistas, foi da ala mineira, que compunha a conspiração cujo objetivo maior era a derrubada de João Goulart (1919-1976). A relação do presidente com as Forças Armadas jamais foi serena, mas os ânimos enfureceram-se e a tensão alcançou níveis perigosos quando ele adotou um discurso mais agressivo a favor das reformas de base... LEIA +








RUA TUTÓIA, 921, O NINHO DO DRAGÃO


Cólicas intestinais assaltavam-me já desde a fila do alistamento militar obrigatório. Então, desabalava para bem longe da agência do Exército, sem apresentar documentos. O pavor ante a instituição enraizava-se em motivos diversos – da censura do regime militar a filmes, peças e jornais às chacinas dos esquadrões da morte, às quais eu associava, embora sem fundamentos, à morte do tio Jurandir. Assassinado sem motivo conhecido; era essa, mais ou menos, a legenda na foto de Notícias Populares: sob a ponte erma um corpo a boiar, de bruços. Integrados por policiais e militares, os esquadrões à margem da lei fuzilavam “criminosos”, ou seja, desafetos de traficantes, mendigos e “subversivos” de várias cepas, para atirar em seguida os corpos em represas e rios. A recusa ao alistamento logo revelaria o desastroso resultado de colocar-me no próprio ninho da serpente. À porta de casa, dois sargentos procuram saber do jovem de dezoito anos e meio. A não apresentação seria devida ao “arrimo de família”, trabalhar para sustentar o lar da desquitada? Minha santa mãe lhes informou que o trânsfuga...Leia +









CENSURA E ESTÍMULO

Durante o regime militar, o cinema no Brasil se viu limitado por cortes e proibições ao mesmo tempo que era beneficiado por atos de incentivo

Embora os dados permaneçam os mesmos, novos olhares e pontos de vista são sempre permitidos em torno do quanto a sétima arte brasileira sofreu com a censura que lhe foi infligida durante os 21 anos da ditadura militar no país. Assim como aconteceu em outros governos ditatoriais ao redor do mundo, era forte a investida contra filmes aparentemente opostos às ideias vigentes – incluindo produções vindas do exterior, que, na visão da censura federal, poderiam “colaborar para a dissolução da família brasileira ou a paz da nação”. Esses pretextos frequentes fizeram com que criações trazendo lutas de trabalhadores (A classe operária vai ao paraíso), erros judiciários (Sacco e Vanzetti), uma sexualidade inusitada (O sopro no coração) ou um ativista que transava com a família de um industrial (Teorema) ficassem um bom tempo inacessíveis ao nosso público...Leia +










EXISTE UM LEGADO PRÁTICO DA DITADURA BRASILEIRA QUE PODE SER APROVEITADO?

O terrível e longo período do regime militar no país ocasionou inúmeros danos irreparáveis. Mas investigar as trevas do totalitarismo não pode ser o caminho para transformar a dor histórica em lição?

Quando pensamos na ditadura militar que vigorou no Brasil entre 1964 e 1985, imediatamente nos vêm à cabeça associações negativas, como censura, tortura e restrição dos direitos individuais. Não sem razão, já que foram 21 anos de escuridão. Mas será possível que, mesmo diante da treva mais profunda, algo de positivo possa brotar? Embora delicado e controverso, o tema é pertinente em um país que ainda se considera em construção. Investigar o que herdamos do regime, social, econômica e culturalmente, para o bem e para o mal, é um exercício de cidadania.Para o historiador Marco Antonio Villa, autor de Ditadura à brasileira, apesar do terror, houve um legado que não deve ser ignorado. “As obras de infraestrutura que criaram as condições para o grande crescimento econômico entre os anos 1968-1978 foram importantes. Para o bem ou para o mal, especialmente na presidência [Ernesto] Geisel, o governo tinha um projeto nacional, o que, atualmente, não temos. E não é de hoje, isso vem desde a última década do século 20”, afirma... Leia +









O QUE APRENDEMOS COM 1964?

POR MARCOS NAPOLITANO

Os antigos diziam que a história é a mestra da vida. Se isso for verdade, cabe a pergunta: o que a sociedade brasileira aprendeu com a experiência de 1964? Ou seja, com o golpe de Estado e seus desdobramentos diretos que determinaram a vida do país por mais de 20 anos? Aprendemos que os direitos humanos são valores fundamentais de qualquer sociedade que se quer moderna e civilizada? Aprendemos que a distribuição de renda é a palavra-chave que faz rimar economia com democracia? Aprendemos que a democracia é incompleta quando só se preocupa com os direitos individuais, sem fortalecer os direitos sociais e os direitos civis de todos, e não apenas de alguns? Aprendemos que a violência policial não é o melhor caminho para uma sociedade mais segura? Aprendemos que governos eleitos podem e devem ser cobrados e criticados, mas jamais devem ter sua legitimidade política questionada? Bem, a julgar pelo que alguns colunistas escrevem em nossos jornais e revistas, ou pelo que se ouve e vê em alguns programas e jornais de rádio e TV, este aprendizado parece que não ocorreu como deveria. ... LEIA +








UM ADENDO MODESTO À VERDADE

POR LUIZ FELIPE PONDÉ

Fala-se muito da Comissão da Verdade. A solenidade que a constitui não deixa de ter sua razão; afinal, a ditadura que assolou o país foi uma lástima. Muita gente inocente morreu e foi torturada. Mas, suspeito, às vezes, que um adendo à Comissão da Verdade deveria ser posto, mesmo que de modo modesto.Refiro-me ao fato de a esquerda como projeto político (refiro-me a partidos como PT, PC do B, PSTU ou PSOL e a artistas, jornalistas, professores, intelectuais) constantemente se apresentar como a vítima oficial da ditadura. Não me parece uma verdade de fato, e qualquer comissão da verdade deveria, como adendo, ficar atenta ao que se faz com a herança da ditadura na sociedade que a sofreu.O que eu quero dizer com isso? Quero dizer que grande parte da esquerda hoje posa de vítima quando, na realidade, era apenas um dos atores totalitários em ação no período. E mais: que a esquerda venceu ao final. Grande parte daqueles que se dizem combatentes da liberdade durante a ditadura mente...Leia +









A HERANÇA DA VIOLÊNCIA SOCIAL E POLÍTICA

POR MILTON PINHEIRO

Completa 50 anos o golpe militar que instaurou no Brasil uma ditadura (1964-1985). Análises e perspectivas estão sendo realizadas, tendo como objetivo entender o que ocorreu e avaliar o que se mantém daquele período na sociedade brasileira.É importante observar que o Brasil do período pós-ditatorial não se livrou do autoritarismo e se defronta com uma herança que tem gerado violência e aprofundado o déficit democrático que perpassa as relações sociais e o processo de formação da cidadania. Nesse sentido, tem sido importante a existência de um movimento que advém de instituições públicas e da sociedade civil para criar “comissões da verdade” com o interesse de desvendar a ação da repressão dos governos da ditadura. Isso pode contribuir para revelar a natureza daquele processo e identificar os ramos do autoritarismo que se somam para manter a cultura da violência na realidade brasileira. O não desvelamento dessa situação histórica pode reforçar a cultura de impunidade que persiste em nossa sociabilidade...Leia +










REFLEXÕES NECESSÁRIAS


São inúmeros os livros – além de séries e documentários para TV – que chegam ao mercado neste e no próximo mês sobre o período em que o Brasil viveu sob o regime militar. Indicamos a seguir alguns dos títulos – além daqueles já citados em reportagens ao longo deste dossiê – que fazem um bom panorama da época e dos sentimentos envolvidos...Leia +

Talvez não saibamos

Livres Pensadores
 
Você já imaginou o que você não percebe ao seu redor?
preste atenção: se você fosse cego, não veria cores, se você fosse surdo , não ouviria vibrações no ar e  assim por diante. Mas quem garante que os nossos 5 sentidos são suficientes para vermos realmente tudo que existe? Os tubarões por exemplo, percebem o campo elétrico ao seu redor, nós não. Sabemos que homem não consegue ver certas cores além de uma determinada frequência. Sabemos também que muitas coisas acontecem ao nosso redor e não percebemos, um exemplo são as ondas eletromagnéticas.
Se essas coisas acontecem, quem pode garantir que não somos manipulados por coisas que não conhecemos ? Alguns cientistas dizem que o encontro do homem com uma civilização extra terrestre mais inteligente poderia ser desastroso, pois bem, poderia ser mais desastroso ainda o encontro do homem com uma civilização que tem sentidos/percepções de coisas que não temos. E se outras dimensões nos influenciassem sem o nosso conhecimento o dia  todo sem sabermos.
Temos 5 sentidos e confiamos muito neles, porem eles não nos mostram tudo o que nos cerca. Com isso devemos refletir como poderíamos ter vantagens tecnológicas se nós fôssemos capazes de ampliarmos os nossos sentidos e perceber o tudo que nos cerca.
Será que somos manipulados por outros seres mais inteligentes como em um videogame ?

Carl Sagan falava disso, ele dizia que outras dimensões poderiam tentar se comunicar conosco o tempo todo mas como só percebemos essa dimensão, não iríamos entender de onde e como vem essa comunicação até nós.

Talvez não saibamos nem 20% do que nos cerca, não é instigante?

O pacto nas catacumbas

O pacto nas catacumbas

Os torcedores japoneses na Copa no Brasil: DERSU UZALA NA COPA

by Leonardo Boff
Do Amazonas nos chega esta belo texto de José Ribamar Bessa Freire (Diário do Amazonas de 22/06/2014) com o título: DERSU UZALA NA COPA Não somos ainda suficientemente civilizados para nos compararmos com os torcedores japoneses que passaram pela Copa. Perderm o jogo mas nos deixaram uma lição que é um ganho inestimável como exemplo […]
Leonardo Boff | 06/07/2014 às 23:19 | Categorias: Ética, Ecologia, educação, Outros Autores | URL: http://wp.me/p1kGid-LT
 

O pacto das catacumbas vivido pelo Papa Francisco

by Leonardo Boff
No dia 16 de novembro de 1965 ao findar o Concílo Vaticano II (1962-1965), algus bispos, animados por Dom Helder Camara, celebraram uma missa nas Catacumbas de Santa Domitila, fora de Roma e fizeram um Pacto das Catacumbas da Igreja serva e pobre. Propunham-se ideais de pobreza e simplicidade, deixando seus palácios e vivendo em […]

lixo e a responsabilidade compartilhada

lixo e a responsabilidade compartilhada

O ciclo infinito do lixo e a responsabilidade compartilhada

Publicado . em Lixo & Reciclagem
Por Guapuruvu
Até o mês de agosto de 2014 todos os municípios deveriam seguir a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305 de 2010), porém o Brasil ainda não tem tecnologia e, tampouco, investimento em pesquisa para obedecer a essa lei até os próximos três meses, data inicialmente prevista pelo instrumento legal. Mas você sabe o que essa lei diz? Ou quais são as ferramentas utilizadas para a destinação correta do lixo? Neste post vou explicar a importância da política de resíduos e as alternativas possíveis para a gestão e gerenciamento do lixo.
Um dado muito importante para entendermos a dimensão do problema é que são gerados, em média, 240 mil toneladas de lixo por dia no país, segundo a Associação Empresarial para a Reciclagem. A maior parte dos municípios brasileiros ainda encaminha todo o descarte desses resíduos para os lixões, que são locais onde o lançamento é feito in natura, ou seja sem qualquer tratamento, a céu aberto.
Em curto prazo o lixão é um meio barato para a disposição dos resíduos, porém com o passar dos anos o impacto ambiental desse meio é incalculável. O chorume, líquido proveniente da decomposição por matérias orgânicas do material descartado, tem um alto potencial de contaminação das águas, afetando, os mananciais e os lençóis freáticos. Esse é um exemplo dentre tantos outros problemas da poluição gerada em um lixão e que envolve também uma questão de saúde pública.
A referida lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos proíbe todo e qualquer foco de lixão no Brasil até agosto deste ano. Mas o que será feito com o nosso lixo?
A lei sugere que se crie um conjunto de procedimentos de gestão do lixo pensando desde a geração, tratamento e disposição final. “Precisamos estabelecer o hábito da responsabilidade estendida da qual o produtor de determinada embalagem, por exemplo, de um agrotóxico ou um computador, seja responsável pela coleta adequada do resíduo depois de descartado pelo consumidor”, explica Luciana Barreira bióloga e especialista em resíduos sólidos.
Para que isso aconteça de forma efetiva deve-se investir em pesquisa no setor e educação para a sociedade, assim todos saberão como caracterizar o lixo quanto a sua origem ou periculosidade e, então, promover a destinação correta dos produtos. Esse é um ponto fundamental na política nacional, pois ela determina que deve-se respeitar o ciclo do lixo também com o processo de reciclagem ou reaproveitamento. Só após de todas as possibilidades de tratamento do lixo forem esgotadas o material se classifica como rejeito e pode ser encaminhado para aterros sanitários.
Primeiro explicaremos todas as formas de destinação que um lixo pode seguir antes de parar em um aterro sanitário. A primeira delas é a compostagem, um processo biológico de decomposição e de reciclagem da matéria orgânica animal e vegetal.

Porém o Brasil ainda tem poucas usinas de compostagem; estima-se que são 14, e entre essas algumas estão desativadas. Esse é um processo que exige tecnologia e conhecimento, além de uma separação correta do resíduo orgânico, o que influencia diretamente na qualidade do adubo gerado. As composteiras demoram de três a quatro meses para reciclar a matéria orgânica de apenas um dia, por isso é necessário que as usinas tenham um logística de recebimento efetiva que obedeça a demanda.
A compostagem em nosso país vem sendo tratada apenas sob perspectiva de eliminar o lixo doméstico e não como um processo industrial que gera produto – o composto orgânico – necessitando de cuidados ambientais, ocupacionais, marketing e investimento no preparo técnico do setor.
Outra destinação que envolve um sistema ainda mais complexo e também esbarra na falta de interesse político e investimento no setor é a biodigestão. Essa técnica é um processo biológico feito por microrganismos, gerando energia a partir da decomposição de resíduos orgânicos.
O biogás, por ser inflamável, pode ser utilizado em fogão doméstico, lampião, combustível, aquecedores e também na geração de energia elétrica.
Entretanto no Brasil o processo é utilizado exclusivamente com material orgânico (esterco) de suínos e bovinos. Isso porque ainda não se desenvolveu tecnologia para fazer a biodigestão com o lixo urbano. Também é um processo que viabiliza a redução do lixo e eliminação dos lixões.
A incineração é outra alternativa ao lixo, mas deve ser feita de forma controlada e profissional através de equipamentos chamados de incineradores, onde o material é queimado a temperaturas acima de 900°C.
Neste lixo não pode haver resíduos orgânicos ou úmidos em geral, pois as características desses materiais reduz a temperatura do processo, o que influencia de forma negativa na combustão. Para a realização da incineração o mais indicado é a destinação de material perigoso (material hospitalar e tóxico).
O calor produzido durante esse processo também pode ser utilizado para a geração de energia elétrica e no aquecimento de água. Em alguns países, esse é o principal processo para a eliminação do lixo. No Japão e na Suíça, por exemplo, a maior quantidade de lixo é eliminada por meio da incineração (72% e 88%, respectivamente). Seu principal problema são as partículas produto da queima do material que, caso não haja uma filtragem extremamente eficiente, pode trazer sérios danos tanto à saúde humana quanto ao ambiente exposto a esse resíduo. Por isso, para recorrer a este processo deve se esgotar todas as alternativas anteriores.
Por fim, como alternativa de destinação dos resíduos temos a coleta seletiva do lixo, que consiste na separação e recolhimento dos resíduos descartados por empresas e pessoas. Desta forma, os materiais que podem ser reciclados são separados do lixo orgânico. Talvez essa seja o processo mais conhecido entre os brasileiros.
Existem diversas indústrias que reutilizam os resíduos descartados para a fabricação de novas matérias primas, como é o caso do aço e do alumínio.
Todas essas alternativas são meios viáveis para que o lixo disposto em aterros sanitários seja o menor possível, já que a construção de um aterro depende de técnicas de engenharia (impermeabilidade do solo, por exemplo) e normas a serem seguidas para implantação.
“Esse espaço tem vida útil de apenas 20 anos e deve ser monitorado pela CETESB durante 50 anos após o fechamento, uma vez que sempre será um passivo ambiental e uma área potencialmente instável”, afirma Luciana Barreiro.
A existência de uma nova lei que regule a destinação e disposição final do lixo é um importante passo para a resolução do acúmulo de resíduos e contaminação de áreas ambientalmente importantes para nossa qualidade de vida. Mas também, a conscientização da população em separar o lixo da maneira correta viabiliza a redução. O que se espera é uma cobrança dessa lei para que os municípios se enquadrem às novas regras. Deve-se haver subsídios técnicos e financeiros para os que buscam se adequarem a esse novo dispositivo legal.

Fonte: Guapuruvu.

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MEGACON em Curitiba extrapola expectativas

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Posted: 06 Jul 2014 10:29 PM PDT

No último 5 de julho ocorreu em Curitiba o mega encontro de ficção científica horror e fantasia - MEGACON. Era esperado um bom público. Mas todas as expectativas e previsões foram superadas!
Continua...
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Posted: 06 Jul 2014 12:00 PM PDT

O gênero de ficção científica nos apresentou a uma infinidade aterrorizante de tecnologia ao longo dos anos. Quantas dessas armas realmente poderiam existir, com base no que sabemos sobre a ciência moderna?
Continua...
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Posted: 06 Jul 2014 11:00 AM PDT
Posted: 06 Jul 2014 10:00 AM PDT
Posted: 06 Jul 2014 09:00 AM PDT
Posted: 06 Jul 2014 08:00 AM PDT

Não importa sua cultura, ou em qual lugar do mundo você está. Fotos de crianças brincando sempre vão conquistar alguns minutos da sua atenção Continua...
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