quinta-feira, 19 de junho de 2014

Quién avergonzó a Brasil

Quién avergonzó a Brasil

Uma democracia que se volta contra o povo

by Leonardo Boff
Uma grita geral da mídia corporativa, de parlamentares da oposição e de analistas sociais ligados ao status quo de viés conservador se levantou furiosamente contra o decreto presidencial que institui a Política Nacional de Participação Social. O decreto não inova em nada nem introduz novos itens de participação social. Apenas procura ordenar os movimentos sociais […]
Leonardo Boff | 18/06/2014 às 20:21 | Categorias: Ética, Ecologia, Economia, educação, Política | URL: http://wp.me/p1kGid-KS
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Quién avergonzó a Brasil aquí y fuera de aquí

by Leonardo Boff
Pertenece a la cultura popular del fútbol abuchear a ciertos jugadores, a los jueces y, finalmente, a alguna autoridad presente. Los insultos e insultos con palabras soeces que hasta los niños pueden escuchar es algo inaudito en el fútbol en Brasil. Se dirigieron a la más alta autoridad del país, a la presidenta Dilma Rousseff, […]
Leonardo Boff | 18/06/2014 às 20:28 | Categorias: Ética, Economia, educação, Política | URL: http://wp.me/p1kGid-KU
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Sistema limpa metade do Pacífico

Sistema limpa metade do Pacífico

Garoto cria sistema que limpa metade do Pacífico em 10 anos

A tecnologia Ocean Cleanup funciona como uma barreira flutuante que aproveita as correntes oceânicas para bloquear os resíduos encontrados no mar

Vanessa Daraya, de
Divulgação
O holandês Boyan Slat, que criou a Ocean Cleanup
Boyan Slat: ele teve a ideia quando viu mais garrafas de plástico do que peixes ao mergulhar
São Paulo - O rapaz da foto acima tem apenas 19 anos, mas é responsável por um plano ambicioso apoiado por mais de 100 pesquisadores, cientistas e ambientalistas.
O holandês Boyan Slat criou a Ocean Cleanup, uma tecnologia capaz de limpar o lixo do Oceano Pacífico em uma década.
O sistema funciona como uma barreira flutuante que aproveita as correntes oceânicas para bloquear os resíduos encontrados no mar.
Nos testes com um protótipo, a barreira foi capaz de coletar plásticos em até três metros de profundidade.
O sistema também recolheu pouca quantidade de zooplâncton, o que facilita o reaproveitamento e a reciclagem do plástico.
A estimativa é de que o sistema remova 65 metros cúbicos de lixo por dia.
Slat teve a ideia anos atrás, quando mergulhava na Grécia e viu mais garrafas de plástico do que peixes.
Desde então, desenvolveu a tecnologia, montou um site com todas as especificações, fez um estudo de viabilidade e uma campanha para financiar sua ideia.
A primeira apresentação da tecnologia aconteceu em um TEDx na Holanda há dois anos. Sua ideia não foi bem recebida por todos.
Como resposta, Slat e uma equipe de pesquisadores fizeram um relatório com 530 páginas, em que justificavam a viabilidade do projeto.
O próximo passo é testar o sistema em larga escala e aumentar a produção do sistema. Para isso, ele busca financiamento coletivo. A meta é conseguir 2 milhões de dólares em 100 dias.
Ela já conseguiu 30% da meta em 14 dias.
Veja abaixo um vídeo sobre a Ocean Cleanup, nome da tecnologia e também da empresa criada por Slat:
 https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=6IjaZ2g-21E

Saiu o novo app de EXAME.com para iPhone! Quem já tem o antigo, basta atualizar. Quem não tem, baixar.
Já foi no novo site móvel de EXAME.com? Basta digitar exame.com num iPhone, iPad ou Android.

Pense e reflita calma e racionalmente sobre o assunto

Conquistas Individuais

  “Os que fazem greve são os funcionários ineptos.
   Os competentes trocam de emprego por um salário mais alto.”  [Walmir Koppe]
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    Claro que não sou contra greves, elas foram muito importantes no passado quando as legislações trabalhistas estavam em desenvolvimento.

  Hoje, principalmente você que esta iniciando sua vida profissional, deve questionar a real utilidade delas em sua vida.
  Por vezes participar de uma greve queima suas chances de promoção dentro da empresa, se você não é sindicalista ou funcionário público pode até ser demitido no próximo “facão”.
                  
    Meu primeiro emprego registrado foi em uma metalúrgica, trabalhava inspecionando peças e fazia algumas operações como rosca em parafusos.
  Tive aumentos coletivos conseguidos pela categoria, mas como ganhava pouco minha vida econômica não mudava nada.
  Em casa eramos eu minha mãe e mais 4 irmãos, o dinheiro mal dava para colocar comida na mesa o mês todo.
  Com 16 anos, cabacinho profissionalmente, a empresa precisava mudar meu horário, mas o sindicato disse que eu não era obrigado a aceitar a mudança, a “lei” me protegia.
  É, realmente a empresa não podia me obrigar a mudar de horário, mas podia me demitir e foi o que fez.
  Quando eu fui encarregado nunca demiti um empregado sem apontar em que ele estava me desagradando. Eu dava chances para a pessoa se explicar ou se corrigir e deixava bem claro que a demissão era uma possibilidade.
  Claro que não era obrigação do RH ou encarregado da empresa metalúrgica ter uma conversa séria comigo, mas é o que eu faria.
  Eu e minha família precisávamos muito daquele emprego eu trabalhava bem... só sei que a demissão foi tão rápida que parecia um pesadelo.
  “Há uma divergência de horários e você esta demitido.”
  Qual apoio eu recebi do Sindicato?
  Se tivesse faltando algum dinheiro na rescisão de contrato eles me forneceriam um advogado.
  A empresa pagou tudo que tinha que pagar e eu fiquei desempregado bem na fase do serviço militar, comecei a fazer bicos até de vendedor de porta em porta.
  O tempo passou e minha vida só fez piorar quando fui convocado para o exército, não lembro bem, mas acho que o soldo era de meio salário mínimo.
  Cumpri meu tempo de alistamento, saí do exército e minha vida só fez piorar, não conseguia arranjar emprego de jeito nenhum.
  Sem dinheiro para condução andava incontáveis quilômetros atrás de alguma oportunidade; como passar pelo centro da cidade era quase obrigatório parava na biblioteca para ler algum livro e tomar folego para voltar para casa com fome e exausto.
  Ainda bem que o Bairro São Bernardo onde eu morava fica perto do centro.
  Graças a um namorado da minha mãe consegui emprego em uma fábrica de óculos.
  Claro que trabalhando minha vida ficou melhor do que quando estava desempregado, mas ganhava salário mínimo, depois de alguns meses passei a ganhar 1 salário e meio... não dava para fazer muita coisa além de colocar comida em casa.
  Lá pelo terceiro ou quarto ano de empresa consegui uma promoção para encarregado de produção foi uma grande CONQUISTA INDIVIDUAL que melhorou bem minha qualidade de vida passei a ganhar uns 3 salários, pelo menos comida não faltava mais em casa.
  Houve uma mudança societária na empresa e ela passou a funcionar em Indaiatuba, depois de muito trabalho, muito esforço cheguei a ganhar 5 ou 6 salários, foi meu apogeu onde com muito juízo consegui quitar meu apartamento e ter um carro não muito usado... não, não chegou a ser um "seminovo".
  Quando acreditei que estava estabilizado a empresa passou por um processo de fusão e mais uma vez eu conheci o desemprego, dessa vez não foi por muito tempo, afinal eu era um trabalhador experiente, mas os trabalhos eram muitos e o salário bem pouco.
  Nessa época minha vida só não ficou pior graças as CONQUISTAS INDIVIDUAIS de minha esposa, ela fez curso de Técnica de Enfermagem e se destacou em uma grande empresa.
  Depois de muito estudar, em casa mesmo, e prestar concursos públicos consegui ser chamado em um que não é lá essas coisas, mas é bem melhor do que a situação em que me encontrava.
  Quando parecia que finalmente minha vida iria dar um salto econômico importante, foi minha esposa que perdeu o emprego...o osso!
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  Mas tudo isso é para mostrar que o que faz diferença são suas conquistas individuais...não quero falar dos "azares" profissionais.
  As conquistas individuais de seu pai, mãe ou cônjuge também podem fazer a diferença.
  É, ter um filho como o Neymar é um prêmio de loteria...HAHAHAHAHAHHAHAH!
  O que faz diferença em sua vida profissional não é participar ou não participar de greves, fazer passeatas e quebra-quebra na rua ou não.
  Se você não é um líder sindical [que também é uma conquista individual] o que faz diferença é você se dedicar em algum emprego e conseguir alguma promoção, algum destaque.
  É estudar, buscar alguma especialização profissional.
  Entenda que se você trabalhar 20 anos como carteiro [só um exemplo] é o padrão de vida de um carteiro que você irá ter.
  Se você conseguir um posto de supervisão nos Correios sua melhora econômica será de acordo com os vencimentos dessa nova posição.
  Suponhamos que trabalhando como carteiro você conseguiu se formar em direito.
  Parabéns!
  Mas entenda que se formar em alguma faculdade o torna mais competitivo no entanto não é garantia de melhora de vida.
  Exercer a profissão de advogado é o que pode mudar alguma coisa.
  Há advogados que ganham 1500 por mês e os que ganham 150 mil, uma grande conquista individual.
  Concluindo, você que é novo no mercado de trabalho...estude, seja dedicado/produtivo, cuidado para não ter filhos muito cedo e nunca gaste mais do que ganha.  Clique Aqui
  Meu amigo Maquiavel, o qual encontrei muitas vezes no oásis da biblioteca, quer terminar esse texto, é sempre uma honra:
  “Julgo poder ser verdadeiro o fato de a sorte ser árbitro de metade das nossas ações, mas que, mesmo assim, ela permite-nos governar a outra metade ou parte dela.” [Maquiavel]

  Faça bom governo da metade de sua vida e na outra metade tenha meus sinceros desejos de BOA SORTE!



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Feliz o País

Feliz do país que sabe o que é cultura; Feliz do país que educa, ensina e mostra a grandeza do povo


Feliz do país que não esquece o povo
Feliz do país que sabe o que é nação
Feliz do país que sabe o que é cultura
Feliz do país que educa, ensina,
E mostra a grandeza do povo

Feliz o povo que forma seu país
É o caso do Brasil: um país novo,
De gente nova e decidida a aprender
E a ensinar através da cultura
O que há de melhor: o próprio povo

É a partir de um princípio
Que se chega a um ponto
E o ponto é formar a partir de ideias
pois sem educação não se vai longe
Educação é cultura e cultura popular

É a identidade de um país
Aprender é fundamental
Ensinar, mais ainda
Um soma com um, com outro, com outros...

Solidariedade + partilha = cidadania

Extraído do Blog do Assis Ângelo

O poder da Globo

The Economist fustiga poder da Globo

Túmulo do Drácula

Túmulo do Drácula