terça-feira, 6 de maio de 2014

Dialogando com o Presidente Nacional do PSOL

Dialogando com o Presidente Nacional do PSOL

De: secretariageral.pcb2@gmail.com
Enviada: Segunda-feira, 5 de Maio de 2014 09:03
Para: secretariageral.pcb2@gmail.com
Assunto: Dialogando com o Presidente Nacional do PSOL (resposta a texto público de sua autoria, aqui transcrito)

Dialogando com o Presidente Nacional do PSOL
(resposta a texto público de sua autoria, aqui transcrito)

Ivan Pinheiro (*)

Tive o prazer de conhecer pessoalmente o novo Presidente do PSOL, Luiz Araujo, numa visita cordial que fez, há cerca de um mês, à sede nacional do PCB no Rio de Janeiro para uma bilateral com o Secretariado Nacional do nosso partido. O encontro transcorreu num clima de camaradagem e franqueza.

Apesar da simpatia e do diálogo elevado, não foi uma reunião com a direção nacional do PSOL, mas com a tendência do seu Presidente, com a qual, aliás, temos convergências, inclusive na questão internacional. É infactível uma bilateral com a direção nacional do PSOL, por se tratar de um partido de tendências, cada qual com direção e linha política próprias, nos marcos da luta pela hegemonia do partido. 

Mas está totalmente desfocado o resumo que o companheiro Luiz Araujo faz das opiniões que lhe prestamos na ocasião. O PCB não apresenta a pré-candidatura de Mauro Iasi, "como forma de autoconstrução", conforme suas palavras. Deixamos claro à delegação da tendência do PSOL visitante que, há muitos anos, o PCB tem expressado que não está disposto a ser procurado apenas às vésperas das eleições, para conhecer propostas de meras coligações eleitorais, e que nossa proposta de frente é para além das eleições e para além dos partidos registrados no TSE, pois não são só estes os protagonistas na luta contra a ordem burguesa em nosso país.

Lutamos por uma frente permanente, de caráter anticapitalista e anti-imperialista, que se conforme nas ruas, piquetes e barricadas e no debate franco das divergências, para encontrarmos o que nos une, através de um programa comum.

O eixo central da reconstrução revolucionária do PCB é a estratégia socialista da revolução brasileira e não a via eleitoral.

Dissemos aos nossos interlocutores o que dissemos publicamente em nosso último programa na televisão: as eleições de 2014 não são para o PCB o fato político mais importante do ano, mas sim as manifestações, greves e revoltas, antes, durante e depois da Copa, em que o povo vai aprendendo a lutar e perdendo o medo da repressão. 

Sem procuração do PSTU, e a despeito de nossas posições antagônicas com este partido na luta anti-imperialista, não é elegante tornar públicos entendimentos bilaterais reservados. O dirigente do PSOL, com o devido respeito, não pode ser porta-voz nem comentarista de conversas entre parceiros que podem não se coligar, mas podem e devem estar lado a lado nas lutas populares. Esta é uma regra de ouro no diálogo entre organizações que se pretendem aliadas.

Mas uma vez tornado público o fato de o PSOL ter rejeitado uma reivindicação do PSTU de uma coligação com o PSOL no Rio de Janeiro, é irresistível indagar o que a direção do PSOL entende como frente de esquerda. Exatamente no Estado em que esse partido deve eleger uma grande bancada, em função de chamados "puxadores de legenda”, talvez o único em que um eventual aliado pode eleger um parlamentar, o PSOL não aceita coligação, para não "correr o risco" de outro partido de oposição de esquerda ter representação no parlamento, ou seja, pretende o monopólio institucional neste campo político. Que aliado é este?

O PCB não abrirá mão da pré-candidatura do camarada Mauro Iasi à Presidência da República, não por autoconstrução, mas para contribuir com uma tribuna, se possível plural, de denúncia do capitalismo e da democracia burguesa, pela criação de uma verdadeira Frente de Esquerda, inclusive com aqueles militantes e organizações que resistem à forma partido e que defendem o voto nulo, posição política que respeitamos como forma de luta, mais do que aos reformistas que acham que através das eleições é possível humanizar o capitalismo e torná-lo ético.

Não estamos pedindo ao PSOL coligação no Rio de Janeiro, sua reserva eleitoral, onde queremos continuar desenvolvendo ações políticas com sua combativa militância de base, independente de coligações. Não temos obsessão por mandatos parlamentares.  

Em alguns outros Estados, o PCB poderá construir alianças eleitorais, no campo que se conhece como frente de esquerda, a depender do programa, do tipo de relação que tivermos localmente, da unidade na luta, da direção unitária da campanha e de assegurarmos espaço para a nossa campanha nacional, que será mais política do que eleitoral.

Quanto ao fato de que provavelmente haverá diversos candidatos com perfil de esquerda, o PCB insistirá na necessidade de nos unirmos na mesma campanha em torno da pauta de reivindicações que nasceu das ruas, a partir das manifestações de junho de 2013.
  
Ivan Pinheiro
Secretário Geral do PCB
Rio de Janeiro, 2 de maio de 2014

  
  
 


PSOL trabalha pela frente de esquerda


http://www.psol50.org.br/site/noticias/2712/psol-trabalha-pela-frente-de-esquerda


Presidente Nacional do PSOL / Foto: divulgação

A última pesquisa publicada pelo Ibope trouxe a confirmação de dois fatos decisivos para entendermos o Brasil após as Jornadas de Junho. De um lado, a maioria dos brasileiros considera muito importante que ocorram mudanças políticas no país, o que mostra uma insatisfação com as condições de vida e com a forma como são conduzidos os rumos da política no Brasil. De outro, 1/4 dos entrevistados acredita que participar de protestos e outras formas de luta é um bom caminho para conquistar direitos, fenômeno presente na retomada das lutas sociais, inclusive com um grau maior de radicalidade do que em períodos anteriores.

Os elementos descritos acima reforçam a necessidade da esquerda brasileira apresentar uma alternativa eleitoral no pleito presidencial que consiga responder aos anseios de milhões de brasileiros que desejam mudanças. O PSOL, comprometido com este objetivo, apresentou ao PSTU e PCB a candidatura do Senador Randolfe Rodrigues como nome capaz de encarnar um projeto alternativo, de se contrapor à continuidade da política econômica conservadora e de atender as demandas que surgiram nas ruas no ano passado.

Neste momento a Frente de Esquerda ainda não conseguiu se consolidar. Mas, em que pese as dificuldades encontradas nas negociações, nosso partido continua acreditando na importância histórica da constituição da Frente, o que aumentaria as chances da esquerda galvanizar o sentimento difuso de mudança existente.

Das conversas com o PSTU ficaram claros dois óbices à efetivação da coligação. O primeiro diz respeito à reivindicação de que ocorra coligação proporcional no estado do Rio de Janeiro, fato que possibilitaria ao PSTU disputar com chances reais uma vaga à Câmara dos Deputados. O segundo, apresentado de forma mais contundente na segunda conversa, foi a dificuldade de efetivar uma coligação quando o PSOL também apresenta o nome da companheira Luciana Genro na condição de vice-presidente.

Da conversa com o PCB é possível sintetizar as dificuldades de coligação na medida em que o partido não parece disposto a abandonar a tática atualmente implementada, que se baseia no lançamento de candidatura própria como forma de autoconstrução.
Em paralelo ao debate nacional estão ocorrendo tratativas com nossas direções estaduais e respectivas direções dos dois partidos.

A direção do partido continuará envidando esforços para efetivar a Frente de Esquerda, pelos motivos acima elencados. Caso isso não aconteça, tentaremos estabelecer relações políticas amistosas com as candidaturas de Zé Maria (PSTU) e Mauro Iasi (PCB) visando concentrar nossas energias no combate às candidaturas conservadoras. Tal procedimento, que de todo parece óbvio e esperado, nem sempre acontece, favorecendo os adversários das mudanças sociais. Não será admissível que, coligando com nosso partido em determinados estados, tenhamos posição de hostilidade e confrontação no quadro nacional.

A orientação, mesmo que não se consolide a Frente de Esquerda em nível nacional, é que cada direção estadual analise, à luz de sua realidade local, a viabilidade de coligação com os dois partidos citados, atentando para que estes acordos preservem a autonomia das candidaturas nacionais, impedindo ataques e confrontos entre os partidos da esquerda socialista. A aplicação de uma tática nacional, qualquer que seja, não implica na transposição automática desta para as realidades estaduais. A autonomia do PSOL em cada local será respeitada, levando em conta nosso interesse maior: fortalecer uma alternativa de esquerda e socialista com Randolfe presidente e Luciana Genro vice.

Brasília, 23 de abril de 2014.

Luiz Araujo
Presidente Nacional do PSOL
 
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HypeScience

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10 imagens impressionantes da Primeira Guerra Mundial

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Posted: 05 May 2014 02:00 PM PDT

Muitas vezes, guerras são lembradas como atos gloriosos, patrióticos, movidos por motivos belos como a liberdade. As 10 fotos dessa lista discordam. Elas representam a verdadeira imagem da guerra, que é de tragédia e derramamento de sangue Continua...
 
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Um novo mineral roxo e rosa, com uma composição química e estrutura cristalina diferentes de qualquer um dos 4.000 outros minerais conhecidos, foi descoberto no oeste da Austrália Continua...
 
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Às vezes, cobras podem começar a comer as suas próprias caudas, criando um círculo. No entanto, ao contrário da criatura mítica, suicídio e não renovação está em jogo para o animal de verdade Continua...
 
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gosma comestível

E se, em vez de produzirmos (e descartarmos) milhões de garrafas plásticas, pudéssemos transportar líquidos em uma embalagem prática, higiência e biodegradável? Pensando nisso, os cientistas espanhóis da Skipping Rocks Lab criaram o Ooho
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A garrafa do futuro é uma gosma comestível
Para diminuir a quantidade de plástico e os gastos com embalagens, cientistas criaram um gel capaz de conter a água

reaproveitar coisas antigas

23 maneiras extremamente criativas de reaproveitar coisas antigas http://goo.gl/nk3k5S

Uma das coisas que temos que fazer para viver melhor é reduzir o impacto de nossa sociedade consumista sobre o meio ambiente. Para tal, é preciso reduzir a quantidade de lixo que jogamos fora.

#lixo   #reciclagem   #maneiras   #reaproveitar   #coisas
  #antigas   #meioambiente  
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mortes de ambientalistas

Brasil é responsável por metade das mortes de ambientalistas http://goo.gl/xYusD8

Um relatório revela que os assassinatos de defensores do meio ambiente não param de subir / América Latina e Ásia concentram a maioria das 908 mortes, que resultaram em apenas dez condenações...

#Brasil   #responsável   #metade   #mortes   #ambientalistas   #denúncia  #meioambiente  
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o tamanho da cobiça


Compartilhada publicamente  -  20:04
 
◊ A COBIÇA ◊

Uma mulher possuía uma galinha que lhe dava um ovo todo dia. Ela pensava consigo mesma como poderia obter dois ovos por dia ao invés de apenas um, e finalmente, para atingir seu propósito, decidiu dar a galinha ração em dobro.
A partir daquele dia a galinha tornou-se gorda e preguiçosa e nunca mais botou nenhum ovo.
A cobiça vai muito além dela mesma

 [Autor Desconhecido]

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http://pensador.uol.com.br/colecao/ursaia/
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como a elite domina o mundo

Anonymous Brasil
Ex-advogada do Banco Mundial revela como a elite domina o mundo
Karen Hudes, despedida por revelar informações sobre a corrupção no Banco Mundial, explicou com detalhes os mecanismos bancários para dominar nosso planeta



Karen Hudes é graduada pela Escola de Direito de Yale e trabalhou no departamento jurídico do Banc...

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Ex-advogada do Banco Mundial revela como a elite domina o mundo
Karen Hudes, despedida por revelar informações sobre a corrupção no Banco Mundial, explicou com detalhes os mecanismo...



Karen Hudes, despedida por revelar informações sobre a corrupção no Banco Mundial, explicou com detalhes os mecanismos bancários para dominar nosso planeta Karen Hudes é graduada pela Escola de Direito de Yale e trabalhou no departamento jurídico do Banco Mundial por 20 anos.

Na qualidade de "assessora jurídica superior", teve acesso a suficiente informações para obter uma visão global de como as elites dominam o mundo. Assim, o que ela diz não é uma "teoria da conspiração" a mais. De acordo com a advogada, citada pelo portal Exposing The Realities, a elite usa um núcleo fechado de instituições financeiras e corporações gigantes para controlar o planeta. Citando um explosivo estudo suíço publicado em 2011, na revista Plos One, sobre a "rede de controle corporativo global", Hudes assinalou que um pequeno grupo de entidades, em sua maioria instituições financeiras e bancos centrais, exercem uma enorme influência sobre a economia internacional, dos bastidores.

"O que realmente está acontecendo é que os recursos do mundo estão sendo dominados por este grupo", explicou a especialista com 20 anos de experiência no Banco Mundial, acrescentando que "os capturadores do poder corruptos" conseguiram dominar também os meios de comunicação também. "É permitido a eles fazer isso", garantiu.

O estudo suíço foi feito por uma equipe do Instituto Federal Suíço de Tecnologia de Zurich. Os pesquisadores estudaram as relações entre 37 milhões de empresas e investidores em todo o mundo e descobriram que existe uma "super-entidade" de 147 mega-corporações muito unidas e que controlam 40% de toda a economia mundial. Mas as elites globais não apenas controlam estas mega-corporações. Segundo Hudes, também dominam as organizações não eleitas e que não prestam contas, mas controlam as finanças de quase todass as nações do planeta. Trata-se do Banco Mundial, do FMI e dos bancos centrais, como a Federal Reserve estadunidense (e o Banco Central brasileiro, entre tantos - n do T), que controlam toda a emissão de dinheiro e sua circulação internacional.

O banco central dos bancos centrais

A cúpula deste sistema é o Banco de Pagamentos Internacionais, o banco central dos bancos centrais. "Uma organização internacional imensamente poderosa, da qual a maioria nem sequer ouviu falar, controla secretamente a emissão de dinheiro do mundo todo. É o chamado Bank for International Settlements, o banco central dos bancos centrais. Está sediado em Basiléia, Suíça, mas tem sucursais em Hong Kong e na Cidade do México. É essencialmente um banco central do mundo, não eleito e que tem completa imunidade em matéria de impostos e leis internacionais (...)

Hoje, 58 bancos centrais a nível mundial pertencem ao BIS e têm sobre a economia dos Estados Unidos como de qualquer país, mais poder que qualquer político. A cada dois meses, os presidentes dos bancos centrais se reúnem em Basiléia para uma 'Cúpula de Economia Mundial'. onde se tomam decisões que afetam todo homem, mulher e criança do planeta e nenhum de nós tem voz no que se decide. O Banco de Pagamentos Internacionais é uma organização que foi fundada pela elite mundial, que opera em benefício de si mesma e cuja finalidade é seu uma das pedras angulares do futuro sistema financeiro global unificado".

De acordo com Hudes, a ferramenta principal para escravizar nações e governos inteiros é a dívida. "Querem que sejamos todos escravos da dívida, querem ver todos os governos escravos da dívida e querem que nossos políticos sejam usuários das grandes contribuições financeiras que eles canalizam em suas campanhas eleitorais. Como a elite também é dona dos principais meios de comunicações (e controla a esmagadora maioria - n do T), esses veículos nunca revelarão o segredo de que há algo fundamentalmente errado no modo de funcionamento do nosso sistema", ela assegurou.

Assista ao vídeo em inglês Karen Hudes exposes the Global Puppet Masters:

Assista ao vídeo World Bank Scandal & JFK killed over Gold Backed Dollars - Karen Hudes:

Comente abaixo sua opinião sobre o assunto!

Conheça o site dela aqui.
Fonte: RT

ALZHEIMER

 ALZHEIMER: IMPORTANTE ENTENDER
Do Amigo Paulo Beato.

O vídeo é curto, muito didático, legendado em português, e serve principalmente para todo aquele que vive dando palpite a respeito e fazendo piadinha, sem ter a menor ideia do que esta doença é. Acho que, pelo menos uma vez, é obrigatório assistir.

What is Alzheimer's Disease? (Portuguese)