terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

urutau

Este galho é na verdade um pássaro camuflado completamente imóvel
http://sl.rebia.org.br/?P2STS

O urutau é um pássaro com uma camuflagem impressionante capaz de ficar completamente imóvel, se escondendo em plena vista, mesmo se predadores chegarem mortalmente perto dele.
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Clarice Lispector

•¨`•ઇ‍ઉUm café..e um carinho!!!

✿•¨`•ઇ‍ઉ•¨`•✿
Até onde posso, vou deixando o melhor de mim...
Se alguém não viu, foi porque não me
sentiu com o coração...

______________________Clarice Lispector
¨`•ઇ‍ઉ•¨`•✿✿•¨`•ઇ‍ઉ•¨`•✿✿•¨`•ઇ‍ઉ•¨`•✿✿•¨`•ઇ‍ઉ
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Pense nisto!!!

Procuro semear otimismo e plantar semente de paz e de justiça.  Digo o que penso com esperança, penso no que faço com fé.  Faço o que devo fazer com amor, Pois bondade também se aprende. Eu me esforço para ser cada dia melhor. Mesmo que tudo pareça desabar... Cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar.  Porque descobri que no caminho da vida, o importante é decidir. Pense nisto!!!
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Reutilizar é bom

Conheça 13 maneiras de reaproveitar sobras e cascas de frutas e vegetais http://sl.rebia.org.br/?8NWVE

Após as refeições, a grande maioria das pessoas joga fora o que sobrou da comida. Isso acontece também após o consumo de frutas e demais vegetais. Mas já está se popularizando a ideia de que esses resíduos aparentemente inúteis podem ser aproveitados de diversas maneiras.
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Dom Casmurro


Sula Borges:
Dom Casmurro com sua "simplicidade" é um dos mais brilhantes ensaios sobre tolerância e um dos mais importantes da história das literaturas; ombreia-se aos textos opíparos de Shakespeare, Dante, Camões ou outros gênios da ficção...
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faça a sua parte...

Marilza de Souza Machado
Fique Ligado! A mudança por um Brasil mais ético deve começar em cada um de nós.

Maus hábitos cotidianos, como 'furar fila', 'bater o ponto pelo colega', 'falsificar carteirinha de estudante', merecem ser encarados como práticas antiéticas (em alguns casos, até ilegais) e devem sim ser combatidos.

Diga não às 'corrupções' do dia a dia e faça a sua parte na luta #contracorrupção.

Confira todas as peças da campanha em http://goo.gl/oloJif
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DENUNCIE

Denuncie!
Você pode e deve!
Fundação SOS Mata Atlântica
VOCÊ PODE DENUNCIAR ao detectar qualquer tipo de agressão ao meio ambiente como desmatamentos, acúmulo de lixos em lugares inadequados, poluição de rios, incêndios, maus tratos a animais e árvores.

Consulte nosso Guia de Denúncias e saiba a quem recorrer: http://bit.ly/MuVFwh.

Exija atitudes dos órgãos responsáveis!
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Plano Nacional de Contingência

O Plano Nacional de Contingência e o novo paradigma para sistemas de gestão de incidentes com uso do GIS http://sl.rebia.org.br/?U3GL7

No final de 2013, os Ministérios de Minas e Energia e do Meio Ambiente apresentaram o Plano Nacional de Contingência (PNC) para Incidentes de Poluição por Óleo em Águas sob Jurisdição Nacional, que propõe aos estabelecimentos responsáveis por vazamentos de óleo, uma estrutura organizacional com diretrizes à ação ...
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"A influência da TV aberta na violência difusa"

"A influência da TV aberta na violência difusa"

Luis Nassif: "A influência da TV aberta na violência difusa"




Extraído do site Luis Nassif Online:

A influência da TV aberta na violência difusa



Criminalista dos mais conhecidos, Antonio Carlos Mariz de Oliveira espantou-se com o nível atual de violência. "Eu entendo a violência do assaltante: ele rouba. Mas e a violência de quem não está sequer praticando crime, mas se torna criminoso de momento, desrespeitando valores? É a banalização do mal. Esse é um problema penal? De repressão? É muito mais grave do que o sistema penal apresenta: é um problema patológico".
A violência difusa tornou-se habitual, nos jogos de futebol, nas manifestações de rua, trazendo mais combustível na fogueira da violência institucionalizada do crime organizado e da polícia.
O país está enfermo. E há muitas causas para essa enfermidade. "Está se assistindo a essa violência incompreensível e nós apenas bradando por cadeias. Que se prenda, mas que se discutam as razões disso".
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Mariz salienta a responsabilidade da TV aberta na criação desse clima, especialmente os telejornais sensacionalistas. Mas não exime também a imprensa escrita dessa responsabilidade.
"A televisão, como mais eficiente sistema de aculturamento, chegando onde a escola não chega, está prestando um desserviço à sociedade brasileira, tornou-se um eficiente meio de desagregação moral. Não porque mostra beijos de dois homossexuais, mas porque mostra que os problemas da vida são resolvidos à bala  e o valor argentário é o mais relevante".
Continua ele: "A TV não veio só para o Ibope, mas para servir à sociedade como instrumento de formação. Mas a TV teatraliza, instiga e assinala para a sociedade que a única resposta possível ao crime é a prisão. Então o binômio crime-prisão é visto como sagrado. Ai do Judiciário se não prender naquele caso em que, sem processo, sem julgamento, ela julga culpado. E a TV faz questão de ir além da lei e ela mesmo aplica penas crueis, perpétuas, porque o mero suspeito é exposto à execração pública, antes mesmo de estar sendo investigado".
"A mídia pratica isso e nós, em nome da liberdade de imprensa, que é confundida com irresponsabilidade social. A imprensa tem que ter uma responsabilidade social", constata ele.
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Há toda uma indústria cultural de exploração da violência, nos enlatados, nos games. Na ponta política, intelectuais radicais irresponsáveis, comodamente instalados em suas cátedras jogando a rapaziada no fogo, brincando de realidade ideológica virtual, sem pensar nas consequências para a vida de dezenas de rapazes inexperientes. E tudo isso em uma sociedade que, historicamente, destacou-se como das mais violentas do planeta.
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Denuncia Mariz que o sistema prisional faliu. Há 200 mil pessoas nos presídios ou inocentes ou aguardando julgamento, tornando-se prato feito para o aliciamento pelo crime organizado. Na outra ponta, enormes dificuldades em enfrentar os verdadeiramente criminosos.
É tarefa quase impossível reverter essa maldição nacional. Até hoje, os melhores programas de combate à criminalidade juntaram a educação, o lazer, o apoio aos jovens infratores com a repressão necessária ao crime.
Mas são exemplos isolados.
Séculos de escravidão, de política resolvida a bala, de vendetas, de jagunços, legaram uma herança quase impossível de ser extirpada.