quinta-feira, 24 de julho de 2014

Veja a Terra do espaço em tempo real

Veja a Terra do espaço em tempo real

Veja a Terra do espaço em tempo real com as câmeras HD instaladas na ISS

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Posted: 23 Jul 2014 04:00 PM PDT

Através de uma câmera de alta resolução que transmite imagens em tempo real você pode ver o nosso planeta lá do alto sem tirar seu traseiro da cadeira Continua...
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Posted: 23 Jul 2014 02:00 PM PDT
Posted: 23 Jul 2014 01:00 PM PDT

O primeiro pouso na lua acaba de completar 40 anos. Para comemorarmos essa conquista da humanidade, que tal ver uma seleção de fotos incríveis? Continua...
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Posted: 23 Jul 2014 12:00 PM PDT

O famoso físico Stephen Hawking afirmou apoiar um projeto de lei britânico que tornaria legal o suicídio assistido pela "liberdade do indivíduo"
Continua...
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Posted: 23 Jul 2014 11:00 AM PDT
Posted: 23 Jul 2014 10:00 AM PDT
Posted: 23 Jul 2014 09:00 AM PDT

Indígenas da tribo do Alto Rio Envira fizeram contato no último mês, contraíram a gripe e foram tratados, mas podem ter voltado para sua aldeia portando o vírus Continua...
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Posted: 23 Jul 2014 08:00 AM PDT

Animais de estimação trazem diversos benefícios para crianças, mas, além disso, estes pequenos com seus grandalhões pedulos vão fazer seu coração explodir com tanta fofura Continua...
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Posted: 23 Jul 2014 07:00 AM PDT
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Quem disse que o comunismo morreu?

Quem disse que o comunismo morreu?


CAMARADAS,
Para conhecimento e divulgação na militância Jovem do PCB e da UJC. Que os bons exemplos e boas práticas nos sirvam para construir o SOCIALISMO, na perspectiva COMUNISTA.

VIVA O PCB!

Quem disse que o comunismo morreu?
Posted on 22/07/2014 by ujc


Otávio Dutra*
Amanhã pelas ruas
Os povos triunfantes marcharão
E ante o exército vermelho
Os poderosos irão tremer
(trecho da Jovem Guarda, música escolhida como hino da FJC)


Ao mesmo tempo que nossos corações estão explodindo de indignação e revolta pelo massacre das crianças e trabalhadores palestinos por meio do nazi-sionismo de Israel e seus aliados na União Européia e EUA, a esperança se renova ao regressar do México com a certeza que ai surge uma organização dos oprimidos sólida, de análises profundas e de intenso trabalho com o movimento operário e popular nesse país irmão. O jovem Partido Comunista de México acaba de celebrar nos dias 12, 13 e 14 de julho o congresso de fundação da Federação de Jovens Comunistas (FJC), organização juvenil que nasce através de um importante esforço unitário entre a Liga da Juventude Comunista (LJC), a Juventude Comunista Revolucionária (JCR) e outras organização de jovens revolucionários de distintas regiões do México. O congresso foi realizado na cidade de Oaxaca, no sul do país, local de histórica resistência e alto nível de organização popular. Em 2006 a cidade foi conhecida pela Assembléia Popular dos Povos de Oaxaca que enfrentou e derrotou o governo do estado. Em meio a esse ambiente de rebeldia popular se formou a Federação de Jovens Comunistas.

A FJC surge como uma organização alegre, rebelde e profundamente vinculada às lutas da juventude popular do México; uma escola de jovens comunistas de teoria e, sobretudo, de prática, orientada pelo marxismo-leninismo, por uma ação organizada e coletiva junto à juventude operária, camponesa, estudantil e popular e seguindo a herança revolucionária dos guerreiros maias e astecas, de Pancho Villa e Emiliano Zapata, de Frida Kahlo e David Siqueiros, de José Guadalupe Rodrigues y Primo Tapia, dos mártires do PCM assassinados recentemente pela burguesia e seu aparato de repressão: camaradas Raimundo Velazquez, Samuel Vargas, Miguel Solano, Luis Olivares, Ana Lilia Gatica, Manuel Homobono e Antonio Velazquez presentes, hoje e sempre!

Nasce uma juventude comunista com imenso potencial de se tornar uma importante referência revolucionária para os jovens mexicanos e da Pátria Grande Latino Americana. Nasce a FJC num congresso repleto de sorrisos, solidariedade e convicção. Nasce uma juventude comunista com a cara e a diversidade do povo mexicano, de rebeldia forjada em meio a tantas opressões e miséria dos humildes. Rebeldia organizada em disciplina, criatividade e coragem. Rebeldia forjada por grandes sentimentos de amor. A União da Juventude Comunista esteve presente nesse primeiro congresso da FJC, assim como os Coletivos de Jovens Comunistas (CJC) da Espanha e a Juventude Comunista da Grécia (KNE), contribuindo humildemente para a construção dessa organização irmã e aprendendo intensamente com os jovens camaradas do México. Não temos dúvidas que a FJC e o PCM serão atores importantes para a organização e orientação do povo trabalhador mexicano na perspectiva da construção do Poder Popular e da Revolução Socialista. Caminharemos juntos nesse sentido, camaradas mexicanos, enfrentando com persistência e vitórias aos que afirmavam de boca cheia que o comunismo morreu.

Viva a Federação de Jovens Comunistas!
Viva o Partido Comunista do México!
Viva o Internacionalismo Proletário!

*Otávio Dutra, membro da Comissão de Relações Internacionais da Coordenação Nacional da UJC
Cidade do México – julho de 2014

terça-feira, 22 de julho de 2014

ONU confirma 121 crianças palestinas mortas em Gaza em ataques israelenses - Notícias - UOL Notícias

ONU confirma 121 crianças palestinas mortas em Gaza em ataques israelenses - Notícias - UOL Notícias
ONU confirma 121 crianças palestinas mortas em Gaza em ataques israelenses - Notícias - UOL Notícias



A maldade não deveria nem ser citada, pois está sempre contaminada pela cretinice e  ignorância. 
Não ¨somos¨resultado de uma só causa, mais de uma complexa interferência de causas e condições múltiplas, e não ¨somos¨só ¨estamos¨.
As experiências que vamos viver, nada pode evitá-las.Mas podemos dá a elas sentidos diferenciados.
Existem soluções diferentes, para encarar problemas, onde muitas vezes só vemos uma saída. Pense para encontrá-las.
Podemos pensar na atitude do outro, não como um ato pessoal, mais avalia-la como um hábito adquirido no meio em que ela vive.
Isso é Israel e se Deus... O Deus de Israel!!

domingo, 20 de julho de 2014

Felipa de Sousa



Felipa de Sousa, condenada pela Inquisição por lesbianismo.

Nascida em 1556 na cidade de Tavira, no então reino português do Algarve, Filipa da Souza viajou para Salvador, na antiga capitania portuguesa da Bahia, Brasil, em data desconhecida, depois de ter enviuvado. Filipa era alfabetizada, facto extraordinário para a época, tendo casado com Francisco Pires, que exercia a profissão de pedreiro em Salvador.

Em 1591 deu-se a primeira visita da Inquisição Portuguesa do Santo Ofício a Salvador, principal cidade da então colônia portuguesa do Brasil, chefiada pelo padre Heitor Furtado de Mendonça. Filipa da Souza, contava 35 anos de idade 18 de dezembro, quando foi denunciada e detida por "práticas nefandas", acabando por confessar o seu lesbianismo e envolvendo mais seis mulheres.

A denunciante foi Paula Siqueira, cristã-velha de 40 anos, pressionada pela posse de um livro proibido que guardava em sua casa, tornou-se a principal acusadora de Filipa de Souza, dando origem a um processo em que 29 mulheres foram acusadas de lesbianismo. Num dos seus depoimentos Paula Siqueira afirmou:

"...estando ela confessante em sua casa nesta cidade [do Salvador], veio a ela a dita e ambas tiveram ajuntamento carnal uma com a outra por diante e ajuntando seus vasos naturais um com o outro, tendo deleitação e consumando com efeito o cumprimento natural de ambas as partes como se propriamente foram homem com mulher."

Das 29 mulheres acusadas de lesbianismo na Capitania da Bahia, Filipa foi a mais severamente punida. Condenada ao açoite e ao degredo perpétuo, foi obrigada a escutar a sua sentença na Igreja da Sé, de pé, com uma vela acesa nas mãos, trajando uma veste de linho cru identificativa publicamente dos heréticos, enquanto os seus crimes e pecados eram citados em voz alta (1592). Após a leitura pública da sentença, foi atada ao pelourinho, açoitada e expulsa da capitania.

A sua acusadora teve uma pena mais branda, acredita-se que por ser esposa do Provedor da Fazenda, tendo sido condenada a apenas 6 dias de prisão e ao pagamento de 50 cruzados de multa, assim como a duas aparições públicas como ré, além de algumas penalidades espirituais.

O que sabemos acerca deste episódio da História do Brasil é fruto das pesquisas do professor e antropólogo brasileiro Luiz Mott.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Filipa_de_Sousa

http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_2330.html

http://felipadesouza.blogspot.com/

http://youtu.be/Thjp2EZ5LfY
 

 
Publicado em 11 de abril: Aderonke foi presa, torturada e sentenciada à morte na Nigéria – tudo isso porque ela é lésbica. Ela fugiu para o Reino Unido em busca de segurança.

Agora eles estão tentando mandá-la de volta para o perigo. Aderonke, como dezenas de outras pessoas LGBT que requerem asilo, está presa num processo que o governo do Reino Unido já admitiu ser degradante e humilhante. O programa não funciona e não protege ninguém.

Mas se milhares de nós nos manifestarmos agora, podemos fazer ...
imagem não exibida
Nigeriana lésbica é sentenciada à morte
Aderonke fugiu da Nigéria depois que sua família foi assassinada e ela foi presa, torturada e sentenciada à morte por...



saúde psíquica e espiritual

saúde psíquica e espiritual

O humor como expressão de saúde psíquica e espiritual

by Leonardo Boff
Todos os seres vivos superiores possuem acentuado sentido lúdico. Basta observa os gatinhos e cachorros de nossas casas. Mas o humor é próprio só dos seres humanos. O humor nunca foi considerado tema “sério” pela reflexão teológica, sabendo-se que ele se encontra presente em todas as pessoas santas e místicas que são os únicos cristãos […]
Leonardo Boff | 20/07/2014 às 13:01 | Categorias: Ética, educação, Espiritualidade, filosofia, Política | URL: http://wp.me/p1kGid-MQ

o homem, o mito, a camiseta

o homem, o mito, a camiseta

Che: o homem, o mito, a camiseta

by Revista Espaço Acadêmico
EVA PAULINO BUENO*   Para as pessoas de minha geração, Che Guevara é uma figura importante. Embora ele tenha sido morto em 1967, em algum lugar na Bolívia, de uma certa forma ele continuou vivo, sempre de cabelos longos, barba rala, sério, olhando fixamente em uma direção fora da moldura, usando uma boina escura na […]
Revista Espaço Acadêmico | 20/07/2014 às 13:34 | Categorias: cuba, política internacional | URL: http://wp.me/pCZKg-O2

sábado, 19 de julho de 2014

Bretton Woods 1944Bretton Woods, 1944. Com o iminente fim da Segunda Guerra Mundial, as nações aliadas se reúnem para a formação da nova ordem econômica mundial. Nesta conferência, foram criados o Banco Mundial (também conhecido como BIRD) e o Fundo Monetário Internacional (FMI). Mais tarde, em 1947, também foi criado o Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT, na sigla em inglês) que mudou o nome para Organização Mundial do Comércio (OMC) em 1995, formando o que o economista Ha-Joon Chan chama de a “Trindade Profana” que vem esmagando a economia dos países em desenvolvimento nos últimos 30 anos.
 
Livre mercado e democracia não são parceiros naturais
Ha-Joon Chang, economista sul-coreano
Se no começo, essas instituições ajudaram os países em crise a equilibrar suas contas e a reconstruir as economias dos países arrasados pela guerra, a partir da crise da dívida do Terceiro Mundo, em 1982, as coisas mudaram drasticamente. Esses órgãos econômicos passaram a ter um poder muito maior do que o previsto, usando dinheiro para influenciar politicamente os rumos dos países enfraquecidos. Nos anos 90, o FMI passou a condicionar os empréstimos à implementação das premissas neoliberais na economia dos países em desenvolvimento. Mesmo com os notórios fracos resultados, muitas dessas recomendações neoliberais persistem até hoje, por influência dos países ricos (eles mesmos vítimas do próprio veneno atualmente). Eles alegam "Não há alternativa" - Margareth Thatcherque “não há alternativa” ao livre-mercado(“There is no altenative”,  famoso slogan da rainha do mercado Margareth Thatcher), defendendo que esse é o único caminho da prosperidade. Já desconstruímos esse mito mostrando os casos da Coreia do Sul, do Japão e da Inglaterra (links o final do post), onde esclarecemos que esses países só cresceram e se tornaram potências econômicas porque fizeram tudo ao contrário do que recomendam hoje aos países pobres. Mas esse trabalho não estaria completo sem mostrar o caso daquele país que exerce hoje a maior influência para a execução de políticas neoliberais no planeta: vamos conhecer um pouco da história econômica dos Estados Unidos.

Estados Unidos não seguem Adam Smith, e se dão bem

Sob domínio inglês, a América do Norte sofreu algumas das restrições que as demais colônias de então sofriam. E isso, acreditem, era defendido por alguém que entrou para a história como o “pai do liberalismo e do livre-mercado”: Adam Smith. Na sua obra mais famosa, A riqueza das nações, ele recomenda solenemente aos americanos não desenvolverem as manufaturas para competir com os ingleses.
Qualquer tentativa de interromper a importação de manufaturas europeias obstruiria, em vez de promover, o progresso do seu país na direção do enriquecimento e engrandecimento efetivos.
Neste trecho, hoje podemos perceber o quão ideologicamente interesseiras eram as “recomendações” disfarçadas de boas intenções de Adam Smith, preocupado com a concorrência americana com os produtos manufaturados europeus.
fabrica-americanaAlguns ilustres americanos como Thomas Jefferson estavam realmente convencidos de que o ideal para a América era permanecer uma economia agrária. Hoje Adam Smith é idolatrado por economistas e políticos nos Estados Unidos, mas na época outros não estavam muito convencidos das recomendações do ilustre pai da economia liberal e queriam ir contra a corrente dominante, defendendo que os Estados Unidos deveriam desenvolver as indústrias através de proteção e subsídios do governo. Essa era a vontade de Alexander Hamilton, o primeiro ministro das finanças do país, e por ironia do destino, filho de escocês como Smith.

Protecionismo até a Segunda Guerra Mundial

Em 1791, Hamilton submeteu seu Relatório sobre as Manufaturas ao Congresso, com uma série de recomendações para desenvolver a indústria, todas indo na contramão do livre-mercado, como tarifas protecionistas, subsídios do governo, proibição de importações, etc.
Naquele momento o Congresso era dominado pelos grandes plantadores latifundiários, a quem interessava o livre-comércio com a Inglaterra industrializada. Foi preciso esperar quase 30 anos, mas em 1820, os Estados Unidos, aproveitando-se da Guerra Anglo-Americana de 1812, implementaram o programa de Alexander Hamilton. Além de ser o país mais protecionista do mundo durante o século XIX até a década de 1920, os Estados Unidos eram a economia que crescia mais rápido. Mas também não a única. Todos os países ricos de hoje – com raras exceções -- adotaram estas medidas protecionistas, como a Finlândia, Alemanha, Noruega, Itália, Áustria e França, etc. Coincidência?
Os Estados Unidos adotaram esse modelo protecionista até o final da Segunda Guerra Mundial. Com suas indústrias já plenamente estabelecidas e com os principais concorrentes europeus totalmente arrasados pelo conflito armado, o país norte-americano achou que era a hora perfeita de levantar a bandeira do livre-comércio. E nem assim eles praticaram o livre comércio plenamente, pois encontraram outros meios de defender seus interesses, alguns até ilícitos.
É nesse contexto que nasce o FMI e o Banco Mundial, que hoje dizem aos países que querem se desenvolver que o melhor caminho é a abertura econômica e a queda de tarifas. Mas a história nos conta que no estágio inicial de seu desenvolvimento, todos os países bem-sucedidos recorreram à mistura de proteção, subsídios e regulamentação para desenvolver sua economia. E por outro lado, esta receita neoliberal recomendada hoje aos países mais pobres só tem trazido prejuízos, como aumento da desigualdade, desemprego, pobreza, instabilidade econômica, com sucessivas ondas de crise entre outras mazelas. O Brasil da era FHC, de meados dos anos 90 é o maior exemplo disso.

Chutando a escada dos outros

chutando a escadaEm 1841, o economista alemão Friedrich List criticou a Inglaterra por pregar o livre-comércio aos outros países enquanto ela atingia a supremacia por meio de tarifas elevadas e subsídios. Ele acusou os ingleses de estarem “chutando a escada” em que eles haviam subido, impedindo os outros de subirem também. Infelizmente é isso que acontece hoje. Os países já estabelecidos não querem mais concorrentes emergindo das políticas nacionalistas e protecionistas que eles mesmos adotaram com êxito no passado. E depois do colonialismo, do extermínio de povos nativos, da escravidão e das guerras de conquista, este é o mais novo acinte moderno que os países ricos impõem contra os mais pobres. A implementação de um receituário econômico que visa paralisar e não desenvolver a economia dos países em desenvolvimento.
  Primeira parte: O mito do livre mercado: os casos sul-coreano e japonês
  Segunda Parte: O mito do livre-mercado: o caso inglês
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O livro O Mito do Livre-Comércio e os Maus Samaritanos – A história secreta do capitalismo, de Ha-Joon Chang, é a fonte de todas as informações contidas nas partes um, dois e três desta série.
19 Jul 2014

Escrito e publicado por: