quarta-feira, 28 de maio de 2014

Condenado por atear fogo e matar índio agora é policial

 
A seleção para cargos na polícia exige um passado limpo. Gutemberg foi reprovado no critério de vida pregressa, onde o passado do candidato é analisado e tem peso decisivo na contratação. Gutemberg recorreu à justiça e o Tribunal de Brasília concedeu liminar que garante o ingresso dele na polícia civil. Por outro lado, o criminoso que cumpre a pena não pode sofrer punições pelo que fez no passado e isso está na Constituição Federal. A Constituição diz que não há possibilidade de alguém ser penalizado para o resto da vida. Gutemberg já começou a frequentar o curso de formação. Gutemberg Nader Almeida Junior foi condenado por ter participado do crime, no dia 20 de abril de 1997, quando tinha 17 anos. Ele e mais quatro amigos atacaram o índio que dormia em um ponto de ônibus, no centro de Brasília. O homem, que perdeu a condução quando voltava para casa, depois de uma comemoração ao Dia do Índio, teve 95% do corpo queimado e morreu. 17 se passaram desde o crime que chocou o País e Gutemberg, agora com 34 anos, foi aprovado em um concurso para agente da Polícia Civil do Distrito Federal.

http://noticias.r7.com/videos/condenado-por-atear-fogo-e-matar-o-indio-galdino-e-aprovado-em-concurso-da-policia-no-df/idmedia/53829c930cf26d6e953b2d89.html
Foto do perfil de Professor Negreiros

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